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Navegando por Autor "LIMA, Maria do Socorro Pereira"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A conflituosa relação de Alfredo com a educação e o lugar: representação na obra “Chove nos Campos de Cachoeira"
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) LIMA, Maria do Socorro Pereira
    Este artigo tem como objetivo fazer uma discussão sobre a conflituosa relação do personagem infantil Alfredo com a educação e a Vila de Cachoeira, representadas na obra Chove nos Campos de Cachoeira, de Dalcídio Jurandir. A pesquisa é histórica e tem como principal fonte a literatura da Amazônia. A discussão teórica conta com os estudos de Roger Chartier e Walter Benjamin. Concluímos que pelo viés da percepção literária e poder criador, o olhar crítico do personagem Alfredo em relação à educação e ao lugar demarca uma total falta de identidade com a realidade de Vila de Cachoeira, por não vê neste lugar uma perspectiva de futuro, ocasionada pelo abandono do poder público, pelos métodos ultrapassados de ensino. Considerando estes pontos, o personagem começa a planejar sua fuga na certeza de constituir uma nova identidade num outro lugar.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Infância, educação e criança: um estudo histórico-literário nas obras Serões da Mãe Preta e Chove nos Campos de Cachoeira (1897-1920)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-19) LIMA, Maria do Socorro Pereira; ALVES, Laura Maria Silva Araújo; http://lattes.cnpq.br/6009592378453661
    Inserida no campo da história social da infância na Amazônia, a tese intitulada Infância, Educação e Criança: um estudo histórico-literário nas obras Serões da Mãe Preta e Chove nos Campos de Cachoeira (1897-1920), é norteada pela seguinte questão de pesquisa: Que lugar a criança ocupa, enquanto sujeito, nas obras Serões da Mãe Preta, de Juvenal Tavares e Chove nos Campos de Cachoeira, de Dalcídio Jurandir, a partir da relação com os contextos histórico, econômico, cultural e educacional no Pará, entre os anos de 1897 a 1920? Para responder a essa questão o estudo teve como principal objetivo analisar a infância, a educação e o lugar que a criança ocupa, enquanto sujeito, nas obras Serões da Mãe Preta, de Juvenal Tavares e Chove nos Campos de Cachoeira, de Dalcídio Jurandir, a partir dos contextos histórico, sociopolítico, econômico, cultural e educacional no Pará, entre os anos de 1897 a 1920. O estudo se amparou nos pressupostos teórico-metodológicos da Nova História Cultural, com ênfase nos conceitos de representação, práticas e apropriação, e nas relações estabelecidas entre história e literatura associadas à concepção sociológica de infância. O recorte temporal abrange o período de 1897 a 1920. O marco inicial demarca o auge do ciclo da borracha com favorecimento aos investimentos do governo republicano na formação da criança, o que ocasionou a publicação da obra Serões da Mãe Preta para a leitura infantil nas escolas do Pará. O marco final reside em retratar o pós-ciclo da borracha, contexto político de ambientação da obra Chove nos Campos de Cachoeira. Em constante diálogo com a bibliografia e com o contexto histórico, sociopolítico, econômico, cultural e educacional, a análise do corpus formado pelas referidas obras, considerou a proposição de articular o autor, o lugar do seu discurso, suas ideias, suas produções e suas relações sociais mais amplas, ultrapassando os limites de uma caracterização biográfica, sendo imprescindível, ainda, o uso subsidiário de fontes documentais para dialogar com os textos literários. A partir das análises, a tese aponta que os escritores fazem diferentes representações de infância, pelos diferentes lugares que a criança ocupa no discurso literário. Em Serões da Mãe Preta, há pistas de que o autor se reporta, por meio de seus personagens, a uma infância em construção, amparada por uma confortável situação econômica em que a criança é (re) apresentada como um sujeito que precisa apreender valores morais e sociais para ser reconhecida e aceita socialmente. Já em Chove nos Campos de Cachoeira, a miséria do lugar remete a uma infância pobre, em que a criança é (re) apresentada como conhecedora do seu meio, da sua situação de opressão e da vontade de romper com tudo o que lhe aflige, usando o imaginário como pano de fundo para se ausentar do mundo real caracterizado pela ausência do direito de viver e se educar dignamente.
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