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Navegando por Autor "LINHARES, Alexandre da Costa"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Biossegurança no laboratório
    (1989-04) ISHAK, Ricardo; LINHARES, Alexandre da Costa; ISHAK, Marluísa de Oliveira Guimarães
    Nos últimos dez anos tem sido travada uma luta com a finalidade de prevenir a transmissão de agentes infecciosos dentro de laboratórios. A grande fonte de dispersão de patógenos por meio de aerossóis, pode ser eliminada satisfatoriamente com o uso de câmaras de segurança biológica. Regras gerais e específicas de biossegurança devem ser cumpridas por todos os usuários de laboratórios que manuseiam patógenos ou materiais potencialmente contaminantes e, eventualmente, avaliados por um comitê de biossegurança independente. O surgimento da síndrome de imunodeficiência adquirida deve servir como fator de estímulo à adoção de normas eficazes de segurança laboratorial.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Human T-cell lymphotropic virus types I and II infections in a cohort of patients with neurological disorders in Belém, Pará, Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2004-02) MACÊDO, Olinda; LIMA, Telma Vitorina Ribeiro; GOMES, Maria de Lourdes Contente; LINHARES, Alexandre da Costa; LINHARES, Adriana de O.; MOURA, Antônio de
    Amostras de soro e/ou líquido céfalo-raquidiano (LCR) foram obtidas de 190 pacientes com quadro de doença neurológica crônica e progressiva, com vistas à detecção de anticorpos para os vírus linfotrópicos humanos de células T dos tipos I (HTLV-I) e II (HTLV-II), durante um período de seis anos (1996 a 2001) em Belém, Pará, Brasil. O grupo compreendia ambos os sexos (homens, 52%), com idades variando de 2 a 79 anos (média, 35,9 anos). Tomando-se os resultados como um todo, 15 (7,9%) indivíduos, incluindo 12 (80%) mulheres adultas, apresentaram anticorpos para HTLV-I/II a partir da triagem pelo procedimento imunoenzimático (ELISA). Soros de 14 desses pacientes também foram testados utilizando-se procedimento de Western blot (WB), alcançando-se freqüências de anticorpos para HTLV-I, HTLV-II e dupla reação (HTLV-I e HTLV-II) em 10 (71,4%), 3 (21,4%) e 1 (7,2%) indivíduos, respectivamente. As freqüências anuais de positividade para HTLV-I/II variaram de 2,6% (2001) a 21,7% (2000), em escala crescente no período de 1998 a 2000. Em conjunto, dificuldade na deambulação (n = 5 pacientes), espasticidade (n = 4) e hipotonia crural compreenderam 80% das manifestações clínicas registradas entre os 15 pacientes cujas amostras de soro continham anticorpos para HTLV-I/II, com base em ELISA. Tais resultados oferecem indicadores quanto a uma possível associação do HTLV-I e do HTLV-II à gênese das mielopatias crônicas em Belém, norte do Brasil.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Oral live attenuated human rotavirus vaccine (RotarixTM) offers sustained high protection against severe G9P[8] rotavirus gastroenteritis during the first two years of life in Brazilian children
    (2012-11) JUSTINO, Maria Cleonice Aguiar; ARAÚJO, Eliete da Cunha; VAN DOORN, Leen-Jan; OLIVEIRA, Consuelo Silva de; GABBAY, Yvone Benchimol; MASCARENHAS, Joana D'Arc Pereira; MIRANDA, Yllen Stefania Affonso; GUERRA, Sylvia de Fátima dos Santos; SILVA, Veronilce Borges da; LINHARES, Alexandre da Costa
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Papilomavírus humano associado a lesões de cérvice uterina
    (1999-06) CAVALCANTE, Vânia Lúcia Noronha; MELLO, Wyller Alencar de; VILLA, Luísa Lina; BRITO, Arival Cardoso de; MACEDO, Roberto Cavalleiro de; BISI, Fátima; SASSAMOTO, Kyio; MONTEIRO, Talita Antonia Furtado; LINHARES, Alexandre da Costa
    Estudou-se a prevalência do papilomavírus humano (HPV) em 228 mulheres portadoras de lesões em cérvice uterina, atendidas no Instituto Ofir Loiola, em Belém, Pará, no período de março de 1992 a maio de 1996. As pacientes foram submetidas à biópsia de colo uterino, sendo o material encaminhado para histopatologia e pesquisa de HPV por PCR e hibridização por dot-blot. Distribuíram-se as participantes em três grupos, conforme diagnóstico histopatológico. O grupo A constituiu-se de 155 mulheres com carcinoma epidermóide invasor ou com adenocarcinoma, o grupo B de 54 portadoras de neoplasia intra-epitelial cervical grau II ou III, e o grupo C de 19 pacientes com cervicite crônica. Observaram-se prevalências de HPV em 70,3%, 63,0% e 36,8% das mulheres dos grupamentos A, B e C, respectivamente, sendo o HPV 16 registrado em 60,4% das amostras positivas do grupo A e 54,5% daquelas do grupo B. Os tipos 16, 18 e 33 representaram 71,4% dos detectados no grupo C.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalence of HTLV-I antibody among two distinct ethnic groups inhabiting the Amazon region of Brazil
    (1992-08) NAKAUCHI, C. M.; MARUYAMA, Koshi; KANZAKI, Luis Isamu Barros; LINHARES, Alexandre da Costa; AZEVEDO, Vânia Nakauth; FUKUSHIMA, T.; MIYAUCHI, M.; KOSHIKAWA, N.; TAMAYAMA, C.; MOCHIZUKI, S.; KAWAMURA, K.
    Soroprevalências para HTLV-I de 3,63% (02/55), 12,9% (10/82) e 13,88% (10/72) foram demonstradas entre os Tiryió, Mekranoiti e Xicrin, respectivamente - indígenas habitantes da Amazônia -, utilizando-se a técnica de "Western Blot" (WBEI). Por outro lado, a imunomicroscopia eletrônica indireta (IIME) revelou como positivos 2 Tiryió, 9 Mekranoiti e 6 Xicrins. Das 44 amostras de soro oriundas de migrantes japoneses, nenhuma resultou positiva pelas duas técnicas antes mencionadas. Foram reativos por ambos os métodos, 1, 8 e 6 amostras dos índios Tiryió, Mekranoiti e Xicrin, respectivamente. Nossos resultados representam uma forte evidência de que o HTV-I e/ou variante(s) antigenicamente similar(es) circula(m) entre populações que habitam a região amazônica do Brasil.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalence of human T cell leukemia virus-I (HTLV-I) antibody among populations living in the Amazon region of Brazil (preliminary report)
    (1990-03) NAKAUCHI, C. M.; LINHARES, Alexandre da Costa; MARUYAMA, Koshi; KANZAKI, Luis Isamu Barros; MACEDO, J. E.; AZEVEDO, Vânia Nakauth; CASSEB, Jorge Simão do Rosário
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Segurança, imunogenicidade e eficácia protetora de duas doses da vacina RIX4414 contendo rotavírus atenuado de origem humana
    (2007-06) ARAÚJO, Eliete da Cunha; CLEMENS, Sue Ann C.; OLIVEIRA, Consuelo Silva de; JUSTINO, Maria Cleonice Aguiar; RUBIO, Pilar; GABBAY, Yvone Benchimol; SILVA, Veronilce Borges da; MASCARENHAS, Joana D'Arc Pereira; CAVALCANTE, Vânia Lúcia Noronha; CLEMENS, Ralf; GUSMÃO, Rosa Helena Porto; SANCHEZ, Nervo; MONTEIRO, Talita Antonia Furtado; LINHARES, Alexandre da Costa
    OBJETIVO: Determinar a segurança, imunogenicidade e eficácia de duas doses da vacina contra o rotavírus em lactentes brasileiros saudáveis. MÉTODOS: Foi realizado um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo no Brasil, México e Venezuela. Os lactentes receberam duas doses orais de vacina ou placebo aos 2 e 4 meses de idade, juntamente com as imunizações de rotina, exceto a vacina oral contra poliomielite (VOP). O presente estudo relata apenas os resultados obtidos em Belém, Brasil, onde o número de indivíduos por grupo e os títulos da vacina viral foram os seguintes: 194 (104,7 unidades formadoras de focos - UFF), 196 (105,2 UFF), 194 (105,8UFF) e 194 (placebo). A resposta de anticorpos anti-rotavírus (anti-RV) foi avaliada em 307 indivíduos. A gravidade clínica dos episódios de gastroenterite (GE) foi determinada através de um escore com 20 pontos, onde um valor ≥ 11 foi considerado como GE grave. RESULTADOS: As taxas de sintomas gerais solicitados foram semelhantes tanto nos indivíduos que receberam a vacina como naqueles a quem se administrou placebo. Aos 2 meses após a segunda dose, ocorreu resposta em termos de IgA sérica para RV em 54,7 a 74,4% dos vacinados. Não houve interferência na imunogenicidade das vacinas de rotina. A eficácia da vacina contra qualquer gastroenterite por rotavírus (GERV) foi de 63,5% (IC95% 20,8-84,4) para a maior concentração (105,8 UFF). A eficácia foi de 81,5% (IC95% 44,5-95,4) contra GERV grave. Em sua maior concentração (105,8 UFF), a RIX4414 conferiu uma proteção de 79,8% (IC95% 26,4-96,3) contra GERV grave causada pela amostra G9. CONCLUSÕES: A RIX4414 foi altamente imunogênica com baixa reatogenicidade, e não interferiu na resposta sérica à difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e antígenos Hib. Duas doses da RIX4414 conferiram proteção significativa contra a GE grave causada pelo RV.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Soroepidemiologia de rotavírus em uma população infantil, Goinia, Goiás, Brasil
    (1984-10) ISHAK, Ricardo; LINHARES, Alexandre da Costa; GABBAY, Yvone Benchimol; ISHAK, Marluísa de Oliveira Guimarães; CARDOSO, Divina das Dôres de Paula
    Amostras de soro de 125 crianças, com idades entre 0 e 10 anos, da população de Goiânia, Goiás, Brasil, geraram um índice de prevalência de anticorpos para rotavirus (ensaio imunoenzimático) de 82,4%. Aparentemente, o maior risco de infecção pelo vírus se dá no grupo de 1 a 3 anos. Não existe diferença de infecção de acordo com o sexo. Informações soroepidemlológicas a nível nacional, são de grande importância para o melhor conhecimento do comportamento do vírus na população em risco, principalmente quando existe a possibilidade de uma futura imuno-profilaxia. O teste imuno-enzimático em comparação com a contraimuno-eletro-osmoforese, mostrou-se mais sensível para a detecção de anticorpos para rotavirus.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Vacinas contra rotavírus e papilomavírus humano (HPV)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-07) LINHARES, Alexandre da Costa; VILLA, Luisa Lina
    OBJETIVOS: Sintetizar as estratégias para a obtenção de uma vacina contra rotavírus e papilomavírus humano (HPV), enfatizando-se o estágio atual das investigações quanto à segurança, reatogenicidade, imunogenicidade e eficácia.  FONTE DOS DADOS: Os artigos publicados de 1996 a 2006, particularmente ao longo dos últimos 5 anos, representaram a fonte primária (base de dados: MEDLINE, PubMed, NIH, EUA), conferindo-se destaque aos recentes estudos envolvendo uma vacina contendo rotavírus atenuado de origem humana e dois tipos de vacinas para HPV testadas em humanos: as profiláticas e as terapêuticas.  SÍNTESE DOS DADOS: Em relação às vacinas contra rotavírus, o contexto de estratégias compreendeu desde as preparações jennerianas até o advento da vacina com rotavírus atenuado de origem humana. Duas vacinas despontam como eficazes e seguras: uma, pentavalente, envolvendo vírus de bovinos e do homem; outra, de rotavírus atenuado oriundo da espécie humana, sendo que esta é avaliada em mais de 70.000 crianças no mundo. As vacinas contra HPV profiláticas visam impedir a infecção por esses vírus, enquanto que as vacinas terapêuticas pretendem tratar o indivíduo já infectado ou até o portador de uma lesão causada por HPV. As pesquisas com vacinas profiláticas começaram há alguns anos nos EUA e, hoje, aproximadamente 25.000 mulheres, em vários países, participam de estudos sobre essa vacina, que até o momento tem se mostrado segura, bem tolerada, altamente imunogênica e eficaz contra os tipos de HPV que causam as verrugas genitais e 70% dos casos de câncer do colo do útero.  CONCLUSÕES:Uma vacina eficaz e segura contra rotavírus resultará em impacto significativo quanto à doença grave por esse enteropatógeno. Um programa global de imunizações que consiga atingir 60 a 80% das crianças durante os próximos 10 anos pode reduzir em pelo menos 50% as hospitalizações e a mortalidade por rotavírus. Antecipa-se que a implementação de vacinas de elevada eficácia na prevenção de tumores benignos e malignos causados por alguns tipos de HPV leve a uma queda acentuada das taxas desses tumores, os quais afetam milhões de pessoas em todo o mundo.
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