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Navegando por Autor "MELLO, Vanessa Joia de"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Analysis of imatinib adherence in chronic myeloid leukemia: a retrospective study in a referral hospital in the brazilian amazon
    (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, 2019-06) ANDRADE, Alan Rodrigues; PAZ, Igor Penha; EVANGELISTA, Talitta Ribeiro; MELLO, Vanessa Joia de; HAMOY, Moisés; LEITÃO, Daniel da Silva
    Fundo: Houve uma revolução no tratamento da Leucemia Mielóide Crônica desde a introdução do imatinibe. No entanto, a adesão do paciente tem um grande impacto na resposta obtida com o tratamento médico. O objetivo deste estudo foi analisar a adesão medicamentosa e os fatores que a influenciaram em pacientes com Leucemia Mielóide Crônica em um hospital de referência na Amazônia brasileira. Método: Este foi um estudo retrospectivo incluindo 120 pacientes com Leucemia Mielóide Crônica, de janeiro de 2002 a dezembro de 2014. A adesão foi estimada pela Proporção de Dias Cobertos e a persistência pela análise de Kaplan-Meier. Os dados foram analisados ​​no software Epi Info 7 ® e a relação entre as variáveis ​​foi analisada pelo teste exato de Fisher. Um valor p menor que 0,05 foi considerado significativo. Resultados: Vinte e sete pacientes (22,5%) foram considerados não aderentes. Houve uso irregular de medicamentos e desinteresse pelo tratamento em 20,83% ( n = 25), dos quais 13 foram considerados não aderentes ( p<0,001). Um total de 26,67% ( n = 32) abandonou o tratamento por um período. Destes, 56,25% ( n = 18) eram não aderentes ( p <0,001). Distância para o hospital, falta de medicação e efeitos colaterais foram todos não significativos para baixa adesão. Ao final de um seguimento de 360 ​​dias, 44,16% ( n = 53) dos pacientes apresentaram quebra de persistência, cuja média foi de 255 dias. Conclusão: A adesão encontrada neste estudo foi semelhante à encontrada em outras do gênero. Os únicos fatores que influenciaram negativamente a adesão foram o desinteresse e o abandono do tratamento, o que pode refletir a necessidade de educar individualmente os pacientes com Leucemia Mielóide Crônica.
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