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Navegando por Autor "MELO, Veruschka Silva Santos"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A ambiência sentida, vivida e praticada na educação ambiental: um olhar a partir da docência dos professores dos anos iniciais em Curuçá/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-15) MELO, Veruschka Silva Santos; CONTENTE, Ariadne da Costa Peres; http://lattes.cnpq.br/5424406285707749; https://orcid.org/0000-0001-9228-3690
    Nesta pesquisa investigo as compreensões de meio ambiente de professores do Ensino Fundamental da Educação Infantil ao 5º ano, no município de Curuçá (Pará/ Brasil), sobre o lugar onde vivem e atuam e sobre como estas refletem em suas práticas pedagógicas. Escolhi a pesquisa narrativa para nortear minha pesquisa, por considerar que nossas histórias de vida (pessoal, educacional, entre outras) carregam uma riqueza de conhecimentos que se entrelaçam nas histórias profissionais. São relatos de quatro professores por mim entrevistados, escolhidos dentre os de duas escolas municipais, sendo dois professores de cada escola; essas escolas situam-se uma na zona urbana e a outra em uma ilha não urbanizada. Lanço mão de nomes fictícios para as escolas e os sujeitos, a fim de resguardar suas identidades. A pesquisa se desenvolveu a partir das narrativas que obtive por meio da gravação em áudio e posterior transcrição; a partir deste material, cheguei aos eixos de análises que foram empreendidos, com base nos estudos de Moraes e Galiazzi. Foram estabelecidos três eixos temáticos que respondem às questões desta investigação. São eles i): contexto ambiental da mesorregião do salgado: ambiências percebidas e expressas sobre o espaço em que habitam os professores; ii) práticas pedagógicas desenvolvidas pelos professores ao trabalharem a Educação Ambiental; iii) formação docente: formar-se em um contexto ambiental de maneira descontextualizada. A partir desses eixos de análise, pude perceber como o meio ambiente natural e urbanizado em que os professores viveram/vivem influenciam sua prática docente ambiental. Contudo, essa influência acarreta certo entrave em suas práticas pedagógicas. No entanto em algumas práticas pedagógicas há indícios de transformação metodológica para tentar alcançar ações que conduzam a uma Educação Ambiental crítica. Nesta busca, percebi a luta com que procuram suplantar essa lacuna, seja através de parceiros de formação ou de uma autoformação.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Caminhando entre saberes docentes na ilha de fora: a tradição, o científico e a experiência
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-21) MELO, Veruschka Silva Santos; CONTENTE, Ariadne da Costa Peres; http://lattes.cnpq.br/5424406285707749; https://orcid.org/0000-0001-9228-3690
    Esta é uma pesquisa-formação, de natureza qualitativa em que trabalho a formação continuada em um contexto sociobiodiverso, na localidade chamada Ilha de Fora, situado no município de Curuçá. Tive por objetivo construir, a partir dos espaços não formais de ensino, um diálogo entre os saberes científicos da tradição e da experiência. Assim, quem me acompanha nesta pesquisa, são três professoras dos anos iniciais da Educação Básica que nasceram e trabalham no local em que ocorreu a pesquisa. Destaco esses dois critérios de seleção das interlocutoras: origem e atuação em suas respectivas comunidades por entender que esses dois pontos são fundamentais para que essas professoras conheçam sua comunidade, em seus diversos aspectos (social, econômico, cultural, educacional, entre outros) e atuem como professoras nas suas comunidades, pois elas, a meu ver, terão mais facilidade para conectar os saberes que busco nesta pesquisa. Para realizar o estudo me apropriei da narrativa (auto)biográfica e desenvolvi um design de formação por meio da pesquisa-formação, utilizando os textos de campo, tais como: entrevista semiestruturada (gravadas em áudio); gravações em áudio das narrativas das professoras durante as aulas de ciências nos espaços não formais (individuais e coletivas), diário de campo (pesquisadora e das professoras), além das minhas intervenções, que denomino como Formação continuada entre saberes: a tradição, o científico e a experiência. De posse das transcrições dos áudios e da entrevista, construo meus três eixos de análises denominados, i) “Caminhando com... Ser-se reflexivo para tomar consciência do ensino de Ciências que realizo em Ilha de Fora”. ii) “Caminhando por... Práticas de ensino de Ciências em espaços não formais, avistando novas práticas, conectando novos saberes” e iii) “Caminhando para... Uma formação no espaço não formal em que haja simbiose entre saber científico, da tradição e da experiência”. Por meio desta tecitura vislumbro pontos formativos que possibilitam aulas de ciências em espaços não formais de ensino singulares. São elas: “uma formação para a complementaridade: aulas de ciências em espaços não formais em simbiose” e “Aprendizagens colaborativas interdisciplinares”. Também trago, ao final deste texto, um produto construído a partir dessa tese. Este produto vem com o intuito de ofertar a professores e futuros professores um norte para suas práticas pedagógicas em espaços não formais de ensino, em que os saberes da tradição, do científico e da experiência se complementem.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Conectando saberes na formação docente campesina em espaços não formais por meio do ensino de ciências
    (Universidade Federal do Pará, 2020-04) MELO, Veruschka Silva Santos; CONTENTE, Ariadne da Costa Peres
    O presente artigo almeja compreender como os espaços não formais de ensino podem contribuir para a conexão dos saberes científicos e da tradição para a formação de professores que educam no campo nos anos iniciais de ensino. A partir deste pressuposto busca-se compreender e refletir, por meio de narrativas dos professores da Ilha de Fora no município de Curuçá/PA, como esta conexão pode ser concebida. Esta pesquisa é de caráter narrativo, utiliza-se a pesquisa-formação como guia e, portanto, também a Análise Textual Discursiva de Moraes e Galiazzi (2005) como sustento metodológico de análise. Os pensamentos ancoram-se nos teóricos Morin (2001), Santos (2007), Silva (2010) e Almeida (2017) os quais trabalham com a urgência de conhecer esse sujeito em sua complexidade inerente, voltando seus olhares tanto para o campo científico como para o da tradição; além da discussão de uma formação holística docente a partir da visão da Nóvoa (1994) e Imbernón (2011). Assim, ao mirarmos o ensino de ciências através do saber científico e da tradição, é possível romper a visão padronizada da ciência, o que proporciona um marco importante nos cursos de formação de professores na educação do campo na perspectiva dos espaços não formais de ensino.
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