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Navegando por Autor "MENDES FILHO, Nestor Everton"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização químico-mineralógica de sedimentos associados e hidrogeoquímica de águas subterrâneas, ocorrentes na Formação Codó-MA
    (Universidade Federal do Pará, 1998-12-23) MENDES FILHO, Nestor Everton; LIMA, Waterloo Napoleão de; http://lattes.cnpq.br/1229104235556506
    Estudos anteriores descreveram para a Formação Codó (Cretáceo Inferior, Aptiano-Albiano) a presença de carbonatos e gipsitas, interacamamentos de sedimentos arenosos e lamosos, sedimentos carbonáticos e betuminosos, concreções de pirita, níveis com restos de plantas, ostracóides e gastrópodes, caracterizando um ambiente de águas rasas a muito rasas, de boa movimentação. O modelo deposicional foi iniciado por um sistema fluvial dominante, mas progredindo para um sistema lagunar. Essas fases de circulação restrita também proporcionam acúmulo de fácies de folhelhos carbonosos. Os folhelhos superiores foram depositados numa fase de trânsito para condições lacustrinas da Seqûencia Itapecuru. O presente estudo descreve e interpreta resultados analíticos de 19 amostras de sedimentos, correspondentes aos diferentes litotipos, representado por folhelhos, calcários, gipsita e calcita, coletadas em perfis das duas jazidas em exploração às proximidades de Codó (MA). Foram estudadas também 70 amostras de águas naturais (rio, águas pluviais acumuladas nos bolsões de terrenos das jazidas, poços escavados e poços tubulares), coletadas em quatro períodos sazonais distintos (início de período chuvoso, período chuvoso, período de estiagem e final de estiagem). Os resultados das análises de sedimentos foram distribuídos a partir da composição química média dos folhelhos, calcários, gipsitas e calcitas, com base na análise de rocha total, além da caracterização da mineralogia de superfície, identificação dos principais minerais de argila nos horizontes de folhelhos e calcários e geoquímica de superfície através do comportamento dos elementos maiores e traços nos perfis litológicos. Dentre os principais minerais identificados, destacam-se, nos folhelhos a presença de caulinita, montmorilonita (esmectita), ilita, clorita e quartzo e nos calcários, caulinita, montmorilonita (esmectita) e ilita. Os folhelhos estão associados a arcósios em função da abundância de caulinita, de água doce, por serem ricos em montmorilonita. Quanto ao conteúdo de sílica constatou-se do tipo comum (teor de sílica abaixo de 58%) e médio (teor de sílica em volta de 58%). Em relação aos teores de CO2, os folhelhos são calcíticos, com média de 2,72%. Enriquecimento de Sr e Ba nos sedimentos estudados, registraram que esses elementos traços são indicadores de ambiente marinho, confirmando para a Formação Codó, o que já foi caracterizado em estudos anteriores. Os baixos teores de carbono orgânico nos calcários são vestígios de algas calcárias, principais materiais esqueletais, que acompanham as rochas carbonáticas e os resultados da matéria orgânica (teores abaixo de 1%) confirmam que os folhelhos estudados não pertencem à classe dos folhelhos pirobetuminosos. As águas coletadas estão fisiograficamente localizadas em áreas dos aquíferos Itapecuru, Codó e Corda e as análises dessas águas foram avaliadas a partir de parâmetros físicos, físico-químicos, químicos e bioquímicos, e a discussão dos resultados possibilitou classificar essas águas segundo as concentrações iônicas totais, estudar a qualidade das águas para consumo humano, interpretar os valores de parâmetros químicos e bioquímicos, que são indicadores de poluição e caracterizá-las para condições de irrigação e pecuária. As águas superficiais classificadas são dos tipos bicarbonatadas sódicas e sulfatadas cálcicas, enquanto as águas subterrâneas são do tipo bicarbonatadas sódicas, bicarbonatadas cálcicas e sulfatadas cálcicas. Estas águas estão associadas a folhelhos e calcários como mostram as concentrações significativas de Ca, Na, Mg, Cl, HCO3, SO4 e valores médios de pH. Uma pequena amostragem registrou valores expressivos de SO4, concluindo-se ter esses íons, origem na gipsita e bassanita, minerais presentes na área estudada.
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