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Navegando por Autor "MENESES, Maria Ecilene Nunes da Silva"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização mineralógica e química dos regolitos de uma área de transição savana-floresta em Roraima: uma análise da evolução da paisagem
    (2012-12) MENESES, Maria Ecilene Nunes da Silva; COSTA, Marcondes Lima da
    O presente estudo foi realizado em uma área de transição savana-floresta do norte do estado de Roraima, tendo como objetivo principal caracterizar os regolitos dispostos ao longo da paisagem e inferir sobre a evolução da paisagem durante o Holoceno tardio e mesmo no presente. Assim, foram selecionadas quatro topossequências representativas dos padrões geomorfológicos, pedológicos e botânicos ocorrentes na paisagem, ao longo das quais foram coletadas sistematicamente amostras de solos e sedimentos. Essas amostras foram analisadas quanto às suas características granulométricas, mineralógicas, químicas e cronológicas. Os resultados revelaram uma paisagem dominada por solos arenosos a sílticos constituídos essencialmente de quartzo e caulinita e acessoriamente muscovita, goethita, sillimanita e albita. Os altos teores elevados de SiO2 confirmam o caráter essencialmente quartzoso desses regolitos. As composições mineralógicas e químicas desses materiais indicam proveniência de rochas metamórficas e de lateritos da região que, diante das condições climáticas quentes e úmidas preponderantes durante os últimos 1550 anos antes do presente (AP), tem sofrido intenso intemperismo químico e lixiviação. A evolução da paisagem é dinamizada pela erosão hídrica das encostas e o consequente assoreamento dos vales de veredas, levando ao aplainamento da paisagem e desenvolvimento de extensas planícies arenosas a partir dos solos areno-sílticos dos interflúvios.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Environmental changes during the last millennium based on multi-proxy palaeoecological records in a savanna-forest mosaic from the northernmost Brazilian Amazon region
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09) MENESES, Maria Ecilene Nunes da Silva; COSTA, Marcondes Lima da; ENTERS, Dirk; BEHLING, Hermann
    As mudanças ambientais e a dinâmica do mosaico savana-floresta durante os últimos 1050 anos foram reconstituídos através de análises palinológicas, de partículas carbo­nizadas, datação radiocarbônica, mineralógicas e geoquímicas de testemunhos de sedimentos amostrados a partir de três diferentes veredas de Mauritia flexuosa, na porção mais setentrional da região amazônica brasileira (norte do estado de Roraima). Estudos da relação entre a chuva polínica atual e a vegetação regional fornecem informações complementares para a interpretação dos registros polínicos fósseis. Os resultados das análises das assembleias de pólen fóssil e geoquímicas indicam condições climáticas relativamente úmidas ao longo do período registrado. Apesar destas condições de umidade, a atuação de fogos foi frequente e é uma das razões apontadas para a dominância de savana ao invés de floresta na região de estudo. Considerando que as condições climáticas foram geralmente úmidas, infere-se que estes fogos provavelmente foram causados pelas atividades antrópicas. Mesmo atualmente, os fogos impedem a expansão da floresta sobre as áreas de savana. Além disso, os solos arenosos e hidromórficos também podem atuar como um controle edáfico para manter delineado o limite atual entre os ecossistemas de floresta e savana.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A Evolução da paisagem de transição savana-floresta em Roraima durante o Holoceno tardio: base mineralógica, geoquímica e palinológica
    (Universidade Federal do Pará, 2011-01-10) MENESES, Maria Ecilene Nunes da Silva; COSTA, Marcondes Lima da; http://lattes.cnpq.br/1639498384851302; https://orcid.org/0000-0002-0134-0432
    A Amazônia compreende diversas fisionomias vegetais, além da vasta e amplamente difundida floresta tropical. As savanas, por exemplo, estão presentes em várias partes como manchas descontínuas, ou cobrindo extensas áreas como é o caso das savanas encontradas nas porções norte e nordeste do estado de Roraima. Estas savanas pertencem ao chamado Complexo Rio Branco-Rupununi considerado o maior bloco contínuo desse tipo de vegetação na Amazônia brasileira, que no estado de Roraima atinge 41.000 km2 de um total de 53.000 km2, sendo limitado ao sul e a oeste pelas florestas tropicais. Visando entender a dinâmica da cobertura vegetal e a evolução dessa paisagem como um todo, frente às possíveis mudanças climáticas ocorridas ao longo do tempo geológico, foi realizado o presente estudo. A área selecionada para este trabalho representa uma faixa de transição entre as savanas e florestas na porção ocidental do bloco de savanas, onde quatro topossequências (FC, FH, TIA e RU) representativas dos padrões de relevo, cobertura vegetal e pedológica foram selecionadas para amostragem. Dessa forma, amostras da cobertura regolítica foram coletadas a partir da base das topossequências (veredas) até o topo seguindo as aparentes variações cromáticas e texturais dos materiais. Adicionalmente, outras duas veredas (AM e MB) foram também amostradas. As amostras destes regolitos foram submetidas às análises granulométricas via úmida; mineralógicas por DRX; e químicas (elementos maiores e traços) por ICP-MS e FRX. Os sedimentos das veredas foram ainda datados pelo método radiocarbono empregando-se a técnica AMS (Accelerator Mass Spectrometry) e submetidos a análises palinológicas, incluindo-se a quantificação das micro-partículas de carvão presentes nos mesmos. Os regolitos da área estudada variam de arenosos a areno-sílticos sendo compostos majoritariamente por quartzo e caulinita, e em menores proporções por muscovita, sillimanita, goethita, microclínio e albita. Os teores elevados de SiO2 confirmam o caráter essencialmente quartzoso destes regolitos, enquanto que os valores de Al2O3 mais expressivos nas zonas saprolíticas mosqueadas e nos sedimentos das veredas refletem a maior participação da caulinita, único argilomineral presente nas amostras. As composições mineralógicas e químicas destes materiais indicam proveniência de rochas metamórficas e de lateritos da região, que diante de condições climáticas úmidas e quentes tem sofrido intenso intemperismo químico e lixiviação. O surgimento e amplo desenvolvimento de veredas de Mauritia flexuosa a partir de 1550 anos AP nessa região, como demonstram as análises palinológicas, corrobora o aumento de umidade na região, o que também favoreceu a expansão de florestas. De fato, árvores de Virola, Alchornea, Melastomataceae e Moraceae entre outras ocorreram com freqüência indicando que florestas de galerias e manchas de florestas secundárias indicadas pelos gêneros Didymopanax, Cecropia e Attalea se desenvolveram na região na maior parte do tempo registrado. Apesar dessas condições úmidas, há registros de redução das florestas por volta de 1400-1100 anos (vereda FC), 900-200 anos (veredas AM e FC) e entre 700 e 300 anos (vereda TIA) em favor da expansão das savanas. É provável que a redução de florestas durante esses períodos tenha sido provocada pelo aumento na intensidade de fogos (provavelmente antrópicos) inferido pela mais alta concentração de partículas carbonizadas nos sedimentos prévia e simultaneamente a essa diminuição da cobertura florestal. Estes fogos ainda são comuns na região com maior freqüência nas proximidades de assentamentos humanos (indígenas) e fazendas de gado e possivelmente exercem algum impedimento à expansão das florestas. Embora, condições alternadas de hidromorfismo e estresse hídrico também contribuam para impedir esta expansão. As características granulométricas, mineralógicas e químicas da cobertura regolítica e os registros palinológicos e cronológicos dos sedimentos das veredas permitem interpretar que a paisagem de transição savana-floresta estudada, marcada atualmente por um complexo mosaico de savanas graminosas e/ou arbóreas, recortadas por extensas veredas de Mauritia flexuosa, corredores de matas de galerias, ilhas de florestas, sobre regolitos arenosos, quartzosos e cauliníticos é condizente com as atuais condições climáticas quentes e úmidas prevalecentes na região a partir do Holoceno Tardio. Em contrapartida, feições tais como linhas de pedras compostas por fragmentos de quartzo e de crostas lateríticas denotam eventos erosivos provavelmente ocorridos no Pleistoceno Tardio e até mesmo no Holoceno Médio quando climas secos a semi-áridos dominaram a região. Assim, a paisagem em questão tem sido palco de intensas transformações ecológicas e geomorfológicas fomentadas principalmente pelas mudanças climáticas impostas à região, embora o homem pré-histórico e também moderno também tenha contribuído, no sentido de retardar a expansão das florestas sobre as savanas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Os Lagos do entorno da cidade de Boa Vista - Roraima: aspectos fisiográficos, granulométricos, mineralógicos e químicos dos sedimentos e físicoquímico das águas
    (Universidade Federal do Pará, 2006) MENESES, Maria Ecilene Nunes da Silva; COSTA, José Augusto Vieira; http://lattes.cnpq.br/7630733919548304; COSTA, Marcondes Lima da; http://lattes.cnpq.br/1639498384851302
    A paisagem do nordeste do estado de Roraima é constituída por uma superfície de aplanamento, vegetada por savanas, onde ocorrem inúmeras depressões ocupadas por lagos e brejos. Um grande número destes lagos é encontrado na área de interflúvio dos rios Cauamé e Mucajaí, nas proximidades da Cidade de Boa Vista (capital do estado), onde a urbanização acelerada e desordenada, tem se sobreposto à paisagem lacustre, causando o desaparecimento precoce de muitos lagos. Nesse contexto, o presente trabalho visa conhecer estes ambientes, entender a sua dinâmica funcional no âmbito do cenário savânico e ainda avaliar os possíveis impactos antrópicos. Para tanto, foram analisadas as características fisiográficas dos lagos, granulométricas, mineralógicas e químicas dos sedimentos de substrato e físico-químicas das águas. Estes lagos, de formas goticulares, circulares, elipsoidais e geminadas, apresentam-se em sua maioria conectados aos igarapés, constituindo suas nascentes. São lagos pequenos (em geral < 5 hectares) e rasos com profundidades em sua maioria variáveis entre 0,8 e 1,8 m. Em função disso, são fortemente influenciados pela sazonalidade, a julgar pelo caráter intermitente apresentado pela maioria (cerca de 65 %). Estes lagos se caracterizam ainda por apresentarem-se densamente colonizados por macrófitas aquáticas, principalmente por ciperáceas (macrófitas emersas), as quais se distribuem ao longo das bacias, conforme as variações de profundidades destas. Os sedimentos dos substratos destes lagos são predominantemente arenosos, com grãos angulosos e subangulosos, de baixa esfericidade. São constituídos essencialmente de quartzo (87,8 %) com ocorrência menos freqüente de caulinita (8,8 %). A composição química destaca-se pelas concentrações altas de SiO2 (91,92 %) e pelos baixos valores de Al2O3 (3,48 %) e Fe2O3, (0,24 %) que corroboram as análises mineralógicas, caracterizando possivelmente, ambientes de formação de solos podzólicos. As águas com temperaturas entre 30 e 34 °C refletem as condições térmicas típicas do clima da região (Awi na classificação de Köppen). O pH na maioria desses lagos apresentou-se ácido, variando entre 5,0 e 6,0. No entanto, alguns lagos urbanos mostraram valores de pH próximo de básico a neutro entre 6,57 e 8,20 , fato que pode ser atribuído às atividades antrópicas (lavagem de roupas, lançamento de efluentes domésticos etc) praticadas em suas bacias. A condutividade elétrica variou entre 4 e 14 µS/cm, refletindo as baixas concentrações de sólidos totais dissolvidos, cujos valores variaram entre 2,0 e 7,0 mg/L. Quanto ao oxigênio dissolvido, mostrou concentrações entre 4,0 e 5,7 mg/L, excetuando-se as águas do lago Nova Cidade que apresentou um valor de 2,2 mg/L, fato explicável pela presença de densa ocupação por macrófitas aquáticas, que nos processos de decomposição consomem grandes quantidades deste gás. Os aspectos fisiográficos destes lagos indicam de um modo geral que a ocorrência dos mesmos no ambiente baixo e plano das savanas está relacionada ao afloramento do lençol freático, que sazonalmente intercepta as depressões do terreno, ou aflora nas áreas planas da superfície, na forma de olhos d’água, dando origem aos lagos e brejos. As análises dos sedimentos encontrados nestes lagos possibilitaram correlacioná-los aos sedimentos arenosos da Formação Boa Vista, a julgar pela ausência de sedimentos tipicamente lacustres, e pela semelhança granulométrica, mineralógica e química entre estes e a referida unidade sedimentar. Estas análises mostraram ainda que, apesar da proximidade espacial entre os lagos e o rio Branco, não há correlação mineralógica entre os mesmos, devido à presença de illita nos sedimentos da planície de inundação do referido rio, cuja ocorrência não se registrou nos lagos estudados. A paisagem de lagos estudada neste trabalho constitui-se um sistema impar no contexto dos cenários amazônicos, cuja importância vai além de sua ostentável beleza cênica. Muitos dos lagos que a compõem encontram-se em vias de extinção, dado à sua própria condição de ambiente transitório, mas, principalmente em função de vários impactos de ordem antropogênica impostos aos mesmos. Dessa forma, faz-se necessário a tomada de medidas conservativas, a fim de amenizar estes impactos, de forma a garantir a sobrevida destes remanescentes hídricos.
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