Navegando por Autor "MILHOMEM FILHO, Edem Oliveira"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação da exposição ao mercúrio em famílias de pescadores em Imperatriz, Maranhão(Universidade Federal do Pará, 2012) MILHOMEM FILHO, Edem Oliveira; PINHEIRO, Maria da Conceição Nascimento; http://lattes.cnpq.br/6353829454533268Na região do Tocantins, comunidades ribeirinhas com elevado consumo em pescado através da dieta, localizadas distantes de área de mineração de ouro, no Município de Imperatriz do Maranhão podem estar expostas ao mercúrio, tendo em vista a influencia de outros fatores contaminantes do ambiente incluindo a atividades de hidrelétricas e possíveis queimadas da floresta, nessa região. O objetivo deste estudo foi avaliar a exposição ao mercúrio em famílias de pescadores do Distrito Beira Rio, em Imperatriz do Maranhão. Realizou-se um estudo transversal envolvendo famílias de pescadores residentes na comunidade Beira Rio, localizada às margens do Rio Tocantins no município de Imperatriz, Maranhão. O perfil sócio-demográfico foi comum ao da população geral brasileira e similares à população ribeirinha situada em outras bacias. O perfil alimentar não fugiu a regra do padrão alimentar dos ribeirinhos tendo o pescado como a principal fonte de proteína alimentar. A espécie piscívora mostrou diferença significativa (p<0,01) em relação às espécies herbívora/omnívoras e detrívoras estudadas, e a espécie zooplanctófaga mostrou diferença significativa (p<0,01) em relação as duas espécies anteriormente citadas. Dentre as 25 famílias avaliadas a menor concentração média de Hgtotal /família foi 0,186 ± 0,043μg/g e a maior foi 5,477± 2,896μg/g. Mesmo dentro de limites aceitáveis, a concentração média de Hgtotal apresentada pelos homens (1,01+1,97 ppm) foi mais alta que a das mulheres (0,69+ 0,82 ppm) (p<0,05).Conclui-se que famílias de pescadores de Imperatriz possuem baixos níveis de exposição ao mercúrio em virtude do consumo alimentar de peixes com baixos níveis de contaminação, incluindo as espécies piscívoras, que encontravam-se abaixo do limite de segurança para consumo humano estabelecido pelas normas brasileiras, podendo servir de referencia para outros estudos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A ingestão de pescado e as concentrações de mercúrio em famílias de pescadores de Imperatriz (MA)(Universidade Federal do Pará, 2016-03) MILHOMEM FILHO, Edem Oliveira; OLIVEIRA, Claudia Simone Baltazar de; SILVEIRA, Luiz Carlos de Lima; CRUZ, Thiago Matos; SOUZA, Givago da Silva; COSTA JÚNIOR, José Maria Farah; PINHEIRO, Maria da Conceição NascimentoIntrodução: Níveis importantes de exposição ao mercúrio associados à ingestão de pescado têm sido demonstrados em populações ribeirinhas residentes em áreas de exploração mineral, como na bacia do Tapajós e do Madeira. Na região do Tocantins, apesar de poucos estudos, não há evidência de exposição humana através da alimentação. Objetivo: Avaliar os níveis de exposição ao mercúrio em famílias de pescadores residentes em área ribeirinha do médio Tocantins, além de quantificar os níveis no pescado consumido por essas famílias. Método: Realizou‑se um estudo transversal envolvendo famílias de pescadores da comunidade Beira Rio, localizada às margens do Rio Tocantins no município de Imperatriz, Maranhão. Foram coletados dados de perfil sociodemográfico e alimentar, além de amostras de pescado e de cabelo, que foram analisadas através da espectrofotometria de absorção atômica. Resultados: O perfil sociodemográfico foi comum ao da população ribeirinha situada em outras bacias. O perfil alimentar não fugiu à regra do padrão, sendo o pescado a principal fonte de proteína da dieta. As espécies de hábitos piscívoro e zooplâncton apresentaram as maiores concentrações de mercúrio, sendo os valores médios do peixe‑cachorro 0,2775 µg/g e do mapará 0,1360 µg/g. Dentre as 25 famílias avaliadas, a menor concentração média total/família foi 0,186 ± 0,043 µg/g e a maior foi 5,477 ± 2,896 µg/g. Conclusão: Famílias de Imperatriz possuem baixos níveis de exposição em virtude do consumo alimentar de peixes com baixos níveis de contaminação, incluindo as espécies piscívoras, que se encontravam abaixo do limite máximo de segurança para consumo humano estabelecido pelas normas brasileiras, servindo de referência para outros estudos.
