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Navegando por Autor "MIRANDA, Artur Gustavo Oliveira de"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Hidrodinâmica e transporte de sedimentos em uma área de manguezal na planície costeira de Bragança, Amazônia Oriental – Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2012-10-04) MIRANDA, Artur Gustavo Oliveira de; ROLLNIC, Marcelo; http://lattes.cnpq.br/6585442266149471; SOUZA FILHO, Pedro Walfir Martins e; http://lattes.cnpq.br/3282736820907252
    Os processos físicos que ocorrem nas áreas de intermarés são de fundamental importância para o ecossistema manguezal, devido o processo de interação existente entre oceanos e estuários, com os manguezais. Os canais de maré apresentam uma das mais importantes e peculiares características dos ambientes costeiros, devido à hidrodinâmica que controla tanto o fluxo das marés quanto a morfologia do canal. Este trabalho tem como objetivo analisar e compreender o processo hidrodinâmico e a dinâmica sedimentar na Planície Costeira de Bragança, especificamente na região conhecida como Canal de Maré do Furo do Meio. Foram realizados levantamentos hidrodinâmicos, medições das propriedades físico-químicas das águas, coleta de sedimentos superficiais, topográficos e quantificação da taxa de sedimentação. Como demonstrou o presente estudo o canal de maré apresentou um fluxo bidirecional bem definido, entretanto na área vegetada pelo mangue apresentou fluxo sem padrão de direção definido, logo a variação dos valores de velocidade de corrente em ambas as unidades morfológicas variaram de acordo com a sazonalidade. A média da concentração de sólidos em suspensão (CSS), entre os meses de março a setembro, mantevese em torno de 400 ppm no canal. Quanto à planície de maré dominada por floresta de mangue, obtivemos média de aproximadamente 21.000 ppm, enquanto que no mês de dezembro esses valores foram inferiores aos registrados nos meses anteriores, onde a máxima CSS no canal foi em torno de 270 ppm e no mangue foi de 1000 ppm. Não houve uma relação direta da CSS entre canal e o manguezal. A elevada CSS no manguezal está associada à remobilização do próprio sedimento na entrada da maré nesta área, não ocorrendo o significativo aporte sedimentar do manguezal para o canal. Alterações da cota topográfica corroboraram com valores adquiridos nas medições dos trapeadores e a variação das classes texturais dos sedimentos entre silte fino e areia fina estão associadas à variação sazonal da hidrodinâmica.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Morfologia e sedimentação em um estuário de macromaré e plataforma adjacente, margem equatorial brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2025-06-30) MIRANDA, Artur Gustavo Oliveira de; SOUZA FILHO, Pedro Walfir Martins e; http://lattes.cnpq.br/3282736820907252; https://orcid.org/0000-0003-0252-808X
    Compreender a dinâmica morfossedimentar em estuários de macromarés é desafiador, especialmente em sistemas de grande escala, onde a morfologia e os sedimentos de fundo não são bem conhecidos. Uma investigação sem precedentes das mudanças morfológicas e da variabilidade espacial e sazonal dos sedimentos superficiais do estuário de São Marcos e da plataforma continental adjacente foi realizada com objetivo de verificar a evolução morfobatimétrica multidecadal (1977 a 2022) e modificações dos padrões sedimentares de curto prazo representando a sazonalidade climática, caracterizado por uma estação seca e uma estação chuvosa (2020 a 2021). Os resultados extraídos da periodicidade de 45 anos, a partir da comparação entre as cartas náuticas, evidenciaram um padrão de transporte de sedimentos que explica os principais mecanismos para a evolução das feições morfológicas regido pelas correntes de vazantes. Um terceto delta subaquoso altamente deflexivo, estruturado em um ambiente marinho com dominância do processo oceanográfico das macromarés foi revelado na plataforma continental interna, deflexão que se afastam dos modelos clássicos de ambientes dominados pelas marés. O estuário apresentou instabilidade morfológica na porção abaixo do funil estuarino, porção proximal ao Terminal Portuário de São Luís e estabilidade morfológica acima do funil, englobando o baixo estuário e plataforma continental interna. A variação da quantificação do balanço sedimentar do estuário e da plataforma continental interna indicaram que ambos os ambientes apresentaram comportamento do balanço sedimentar claramente negativo, acarretando aumento do volume liquido nos últimos quarenta e cinco anos de 1,1x109 m³ equivalente a 2,91x1012 tm-3 de sedimentos erodidos, com tendências das taxas de erosão de 6,4x1010 tm-3/ano e taxa volumétrica de 2,4x107 m³/a dentro do estuário. Da mesma forma, a plataforma continental interna apresentou aumento de 1x109 m³ do volume líquido quantificando 2,65x1012 tm-3 de sedimentos erodidos, com taxa do volume líquido de 2,2x107 m³/ano e taxa de sedimentos erodidos na ordem de 5,9x1210 tm-3/ano. Estabelecendo crescimento do volume líquido total, em ambos os ambientes de 2,1x109 m³, correspondendo ao total de sedimentos erodidos de 5,56x1012 tm-3, com as taxas de volume líquido de 4,6x107 m³/ano e 12,3x1010 tm-3/ano de sedimentos escavados. O balanço sedimentar entre isóbatas revelou que o estuário experimentou expressivas perdas de sedimentos até o limite das isóbatas de -30 m e abaixo da isóbata de -30 m os sedimentos comportaram-se antagonicamente. Já a plataforma continental interna evidenciou significativo aumento do volume líquido até a isóbata de 25 m, em seguida apresentou comportamento deposicional com atenuação do volume líquido até o limite da isóbata de -45 m. Para caracterização dos depósitos sedimentares, 284 amostras de sedimentos do período seco e 281 amostras do período chuvoso foram coletadas, analisadas e espacializadas, quantificando as porcentagens de lama, silte e argila, areia, matéria orgânica e carbonato de cálcio para ambos períodos sazonais, bem como as classificações texturais dos sedimentos superficiais, baseadas segundo as propostas de (Wentworth,1922), Shepard (1954) e Larsonneur (modificado por Dias, 1996). No período seco, os sedimentos do estuário eram constituídos predominantemente pelas classes texturais areia fina e areia média e a plataforma adjacente era constituída predominantemente por sedimentos de areia média, com a classe textural areia representando 70% do total das amostras do período seco. No período chuvoso, o estuário apresentou praticamente o mesmo comportamento da distribuição dos sedimentos superficiais do período seco, era constituído predominantemente por areia com a maior porcentagem de areia fina seguida da areia média e a plataforma continental era predominantemente constituída por areia fina e areia média, denotando a maior influência da sazonalidade climática sobre a região da plataforma continental adjacente. A forte atividade de maré na área de estudo é a principal responsável pela dinâmica morfossedimentar do estuário e da plataforma continental adjacente.
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