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Navegando por Autor "MONTEIRO, Sury de Moura"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica dos parâmetros abióticos na zona de mistura do estuário do rio Paracauari, ilha do Marajó-Pa
    (Universidade Federal do Pará, 2009-09-09) MONTEIRO, Sury de Moura; EL-ROBRINI, Maâmar; http://lattes.cnpq.br/5707365981163429; https://orcid.org/0000-0001-7850-1217
    O objetivo deste trabalho e avaliar a dinâmica sazonal (2008) e longitudinal dos parâmetros abióticos na coluna d’agua da Zona de Mistura do estuário do rio Paracauari (Ilha do Marajó-PA). Esse estuário situa-se na porção leste da ilha do Marajó – PA, e é influenciado por um clima tropical úmido, com temperatura media anual de 27oC, pluviosidade média de 2.566 mm/ano e dois períodos sazonais distintos (chuvoso que ocorre de dezembro a maio e menos chuvoso de julho a novembro); e apresenta um regime de meso a macromarés (3 a 5m), semi-diurna. Foram realizadas três campanhas adotando uma malha de 15 estações distribuídas ao longo deste estuário, e uma estação fixa na foz durante meio ciclo de maré. As campanhas foram realizadas nos períodos: chuvoso (março), intermediário (junho) e menos chuvoso (setembro). Realizou-se medições in situ dos paramêtros físico-químicos: temperatura, pH, OD, salinidade, CE e TDS utilizando uma sonda multiparâmetro, transparência através do disco de Secchi e coletou-se amostras de água para análise em laboratório de nutrientes através de métodos espectofotométricos e MPS através do método gravimétrico. Na estação fixa, os resultados analíticos estão em função da variação da maré, em geral, apresentando um comportamento senoidal, com exceção da temperatura da água que se relaciona ao horário da coleta. Tanto no período chuvoso e intermediário, quanto no menos chuvoso, o pH, o OD e o PO4 3- apresentaram uma relação direta com a variação da maré, sendo os índices máximos ocorridos durante a maré enchente. A CE, TDS e a salinidade, durante o período chuvoso, apresentaram os máximos na baixamar; já durante o intermediário e menos chuvoso, os máximos ocorreram na maré enchente, em decorrência da penetração das aguas marinhas. O NO3 -, o NO2 - e o Si(OH)4, entretanto, apresentaram as concentrações mínimas durante maré enchente nos períodos analisados, visto que as águas marinhas são empobrecidas nesses compostos. O MPS apresentou os máximos durante a maré vazante e os mínimos na enchente durante os períodos chuvoso, intermediário e menos chuvoso, porem a transparência não apresentou relação direta com a variação da maré e sim com o horário da coleta. Os resultados analíticos das amostras coletadas ao longo do estuário do rio Paracauari demonstram que as águas deste estuário não apresentam amplas variações sazonais nas concentrações dos parâmetros estudados. A temperatura da agua mostrou-se constante com media de 28,70oC e variação de 1,5oC nos três períodos, confirmando a homogeneidade térmica dessas aguas. O pH foi ácido, com medias de 5,87 e 6,77 durante o período chuvoso e intermediário, respectivamente, e alcalino durante o período menos chuvoso (7,37) refletindo a influencia das aguas marinhas no estuário. A transparência dessas águas apresentou media de 10 cm durante o período chuvoso em consequência da grande carga de material em suspensão, na ordem de 93,72 mg/L, que produz um aspecto barrento nas aguas dessa região; já durante o intermediário e menos chuvoso, a concentração de material em suspensão foi menor, o que ocasionou medias de transparências mais elevadas, em torno de 43 cm. A concentração de OD revelou que as águas estuarinas são mal oxigenadas durante o período chuvoso e intermediário, com teores médios de 3,11 e 4,32 mg/L, respectivamente, e bem oxigenadas durante o menos chuvoso (média de 6,30 mg/L). Todos os nutrientes dissolvidos analisados apresentaram médias mais elevadas durante o período chuvoso, devido ao aporte natural proveniente das áreas adjacentes, sendo a média de: NO2 - de 0,08 μM/L; de NO3 - de 6,52 μM/L; de Namoniacal de 0,46 μM/L; de PO4 3- de 0,89 μM/L; e de Si(OH)4 de 60,14 μM/L. Ja no período intermediário e menos chuvoso, há uma redução significativa nesses valores principalmente na foz, onde ocorre maior influência das águas marinhas. A CE, os TDS e a salinidade apresentaram nítida variação sazonal, com valores mínimos respectivos durante o período chuvoso de 256 μS/cm, 125,66 mg/L e 0,12 e máximos no menos chuvoso de 11002 μS/cm, 5505,03 mg/L e 6,18, sendo que nos três períodos, os valores máximos ocorreram na foz, onde ha maior influência marinha. As alterações longitudinais nos parâmetros analisados no estuário do rio Paracauari são controladas principalmente pela descarga dos rios, precipitação, vento e maré. O que permite sugerir que este estuário e influenciado por águas continentais durante o período chuvoso e intermediário, e por oceânicas durante o menos chuvoso, sendo que neste ultimo as águas do oceano penetram no estuário cerca de 40 km em relação a foz.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica sazonal de nutrientes em estuário amazônico
    (2015-04) MONTEIRO, Sury de Moura; EL-ROBRINI, Maâmar; ALVES, Igor Charles Castor
    Este artigo mostra a distribuição dos nutrientes no estuário do rio Paracauari, durante um ciclo hidrológico amazônico (2008), e no final do período de La Niña (abril de 2008). Esse estuário é influenciado por clima tropical úmido e meso-marés (3 a 4m), semi-diurna. A amostragem foi realizada em 10 estações em três períodos sazonais distintos: chuvoso (março), intermediário (junho) e menos chuvoso (setembro). Medimos “in situ” os parâmetros físico-químicos utilizando uma sonda multiparâmetro; analisamos os nutrientes dissolvidos (nitrato, nitrito, n-amoniacal, fosfato e silicato) por espectofotometria e o material particulado em suspensão por gravimetria. Observamos amplas variações sazonais nas concentrações dos parâmetros estudados. A temperatura da água (média de 28,58 ºC) é bastante homogênea, típica das águas tropicais. O pH variou de ácido (5,80) à alcalino (7,86) e a salinidade entre 0,06 a 7,56 ambos com valores máximos na foz, devido à maior influência marinha. As águas são mal oxigenadas no período chuvoso (2,35 mg.L-1) e bem no menos chuvoso (6,55 mg.L-1). As concentrações de material particulado em suspensão e de nutrientes foram máximas no período chuvoso devido ao aporte natural proveniente das áreas adjacentes.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Geochemistry of suspended particulate matter in a tropical estuarine system, southeastern Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2017-09) MONTEIRO, Sury de Moura; SÁ, Fabian; RODRIGUES NETO, Renato
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Qualidade das águas superficiais e avaliação do estado trófico do Rio Arari (Ilha de Marajó, norte do Brasil)
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2012-03) ALVES, Igor Charles Castor; EL-ROBRINI, Maâmar; SANTOS, Maria de Lourdes Souza; MONTEIRO, Sury de Moura; BARBOSA, Leandro Patrick Ferreira; GUIMARÃES, José Tasso Felix
    A deterioração da qualidade da água pode ser causada tanto por resultado da pressão antrópica sobre os ambientes aquáticos em maiores escalas, como por fatores naturais em menores escalas, tal como ocorre em parte da bacia hidrográfica do Rio Arari (Ilha de Marajó, Pará). Este artigo teve como objetivo a avaliação da qualidade das águas superficiais e o estado trófico do Rio Arari, no trecho entre Santana e Cachoeira do Arari, considerando as variações temporais e espaciais de variáveis físicas, químicas e biológicas da água em dois períodos hidrológicos distintos de 2009: descarga máxima (abril e maio) e descarga mínima (setembro e novembro). Os Índices de Qualidade da Água (IQA) e Estado Trófico (IET) foram determinados simultaneamente em amostras de água superficial durante 12 horas consecutivas nas três estações de coleta ao longo do Rio Arari. Os valores do IQA variaram entre "Ruim" e "Regular", e estão provavelmente relacionadas aos elevados níveis de coliformes fecais, baixas concentrações de oxigênio dissolvido e pH ácido do Rio Arari. Conforme o IET, o rio pode ser classificado como supereutrófico e hipereutrófico, reflexo da grande disponibilidade de nutrientes (e.g. fósforo) e elevada biomassa fitoplanctônica em termos de clorofila a. O Rio Arari está sob um processo de eutrofização natural, visto que as fontes de contaminação antrópica ainda são incipientes, mas elas podem contribuir para um processo de longo prazo de eutrofização artificial.
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