Navegando por Autor "MOREIRA, Ana Cleide Guedes"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) À La recherche d'une écoute. La clinique psychanalytique dans la banlieue de la citoyenneté(Universidade Federal do Pará, 2011-06) VILHENA, Junia de; MOREIRA, Ana Cleide Guedes; NOVAES, Joana de Vilhena; BITTENCOURT, Maria Inês Garcia de FreitasO presente trabalho tem como objetivo discutir o atendimento psicanalítico a populações de baixa renda tomando como eixo de reflexão as dificuldades e impasses encontrados quando nos defrontamos com pacientes cujos agenciamentos subjetivos são muito distintos daqueles originariamente teorizados pela psicanálise. Propomos a noção de confusão de línguas, de Ferenczi, para pensar os problemas colocados por diferentes mapas de navegação social em sociedades muito excludentes, ressaltando diferentes dimensões do sofrimento psíquico e colocando em relevo a dimensão psicossocial.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O caminho trilhado por usuários de um Centro de Atenção Psicossocial do Estado do Pará: construindo itinerários na busca do cuidado(Centro Universitário Presidente Antonio Carlos, 2017-06) CARDOSO, Márcia Roberta de Oliveira; OLIVEIRA, Paulo de Tarso Ribeiro de; PIANI, Pedro Paulo Freire; MOREIRA, Ana Cleide GuedesEste artigo buscou conhecer e compreender os caminhos percorridos pelos usuários de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do Estado do Pará na busca do cuidado. A metodologia utilizada foi de abordagem qualitativa, de cunho discursivo e etnográfico. Participaram do estudo 14 usuários cadastrados no CAPS. As entrevistas foram analisadas de acordo com as categorias que emergiram a partir dos discursos e das produções de sentidos dos entrevistados quanto aos seus itinerários terapêuticos, quais sejam: trajetória assistencial; o acesso aos serviços de saúde; religiosidade e saúde mental; usuários e a busca por cuidado quando estão em sofrimento. Os itinerários terapêuticos escolhidos pelos usuários levaram em consideração aspectos concernentes ao contexto sociocultural no qual estão inseridos, utilizando-se de recursos e estratégias ligadas ao próprio acesso aos serviços de saúde da rede formal, bem como aos recursos pertinentes à religiosidade e aos aspectos relacionados ao apoio da família e dos amigos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Quem tem medo do lobo mau? Juventude, agressividade e violência(Universidade Federal do Pará, 2009-12) MOREIRA, Ana Cleide Guedes; VILHENA, Junia de; CRUZ, Alexandre Théo de Almeida; NOVAES, Joana de VilhenaDiscute-se a dinâmica da agressividade e da violência e o papel que a cultura brasileira desempenha no tocante à nossa juventude. Utilizamos Freud e suas postulações sobre a violência e Winnicott, sublinhando as diferenças entre a agressividade e a tendência antissocial que pode vir a desembocar na violência destrutiva da delinquência. Amparados no conceito de que a mãe ambiente está ancorada na cultura, discutimos finalmente o lugar desses jovens em nossa sociedade.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Sexualidade e ideal de feminilidade: contribuições para o debate(Círculo Brasileiro de Psicanálise, 2018-06) MOREIRA, Ana Cleide Guedes; VIEIRA, Milla Maria de Carvalho Dias; CECCARELLI, Paulo RobertoNeste artigo investigamos a relação entre ideal de feminilidade, sexualidade feminina e a in fecção de mulheres por HIV. Os ideais socioculturais são responsáveis por definir o que é ser feminino e masculino em nossa cultura, concebendo padrões de normalidade que constituem a subjetividade. No século XVIII emergiu um novo modelo de feminilidade, ainda vigente, cujo principal autor foi Jean Jacques Rousseau. Nesse ideal, as mulheres deveriam ser passivas aos desejos e às necessidades dos homens, seriam destinadas a um único lugar social – o lar – e à maternidade, não podendo exercer outras funções sociais. Neste trabalho analisamos a pro blemática da infecção do HIV em mulheres a partir do depoimento de uma das participantes do documentário Positivas. Trata-se de demonstrar a hipótese de que mulheres identificadas ao ideal de feminilidade em questão não conseguem negociar o preservativo na relação sexual com o parceiro, já que, submissas ao desejo do outro, não se posicionam enquanto sujeito do seu desejo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Situação de crise psíquica e desejo de saber(Universidade Federal do Pará, 2016-03) DIAS, Helena Maria Melo; CECCARELLI, Paulo Roberto; MOREIRA, Ana Cleide GuedesEste artigo, resultado de uma pesquisa de pós-doutorado, aborda a noção de crise psíquica em Pierre Fédida. Articula-se ao caso de uma paciente com HIV-AIDS, hospitalizada, cujos efeitos contratransferenciais da psicoterapia fazem pensar nos processos críticos da situação de crise psíquica e no desejo de “saber de si”. A escuta analítica possibilitou o saber de si. Considera-se que a noção de crise psíquica contribui com a investigação sobre a psicoterapia psicanalítica no hospital.
