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Navegando por Autor "NOGUEIRA, Bruna Karine Correa"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Petrografia, geoquímica e geocronologia da Suíte Rosário, Fragmento Cratônico São Luís, MA
    (Universidade Federal do Pará, 2015-10-20) NOGUEIRA, Bruna Karine Correa; GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4309934026092502
    A região compreendida entre os rios Gurupi e Itapirucu compreende uma área relativamente grande no nordeste do Pará e noroeste do Maranhão que expõe suítes granitoides e sequências metavulcanossedimentares do Paleoproterozoico que fazem parte do Fragmento Cratônico São Luís que é bordejado pelo Cinturão Gurupi, do Neoproterozoico, constituído por gnaisses, granitoides e rochas metassedimentares. Nas exposições mais a leste dessa unidade geotectônica, distando cerca de 70 km ao sul da cidade de São Luís, aflora outra porção do núcleo cratônico representado pela Suíte Intrusiva Rosário (SIR), alvo deste trabalho, que envolveu estudos petrográficos, litoquímicos e geocronológicos com o objetivo de compreender a evolução crustal das rochas dessa suíte granitoide. A SIR constitui um conjunto de múltiplos plútons de composição tonalítica, granodiorítica e granítica, que apresentam transformações texturais, estruturais e mineralógicas parciais relacionadas à deformação ao longo de zonas de cisalhamento transcorrentes. Expostos em janelas tectônicas e erosivas; os granitoides estudados ocorrem em forma de plútons com excelente exposição em pedreiras de brita ou nos vales e margens de rios, e três principais litotipos da suíte foram mapeados neste trabalho: metaquartzo dioritos, metatonalitos com variações melatonalíticas e metagranodioritos, em que se acham preservadas textura ígnea do tipo granular hipidiomórfica, apresentando leves efeitos deformacionais com superposição de feições miloníticas. Os granitoides são constituídos essencialmente por plagioclásio, quartzo, microclínio, hornblenda, titanita, em menor quantidade biotita, e acessoriamente zircão, apatita, e minerais opacos. As fases mineralógicas secundárias são evidenciadas pela alteração do plagioclásio para sericita, epidoto e carbonato; hornblenda e biotita para clorita, e tremolita-actinolita como produto da alteração da hornblenda. As rochas são classificadas como metaplutônicas por apresentarem transformações metamórficas por influência da deformação e neoformação de minerais em zonas de cisalhamento com metamorfismo atingindo condições da fácies xisto verde (metamorfismo de cisalhamento). As características geoquímicas dos granitoides, em geral apresentam teores de SiO2 que variam entre 49 e 78%, K2O entre 0,16 e 3%, MgO de 0,13 a 8%, CaO de 1 a 8%, TiO2 de 0,3 a 0,7%, e Na2O de 1 a 6%. Razões K2O/N2O são geralmente inferiores a 1, ou apresentam valores iguais ou próximos de 1. O índice de Shand de saturação em caracteriza esses granitoides como rochas metaluminosas. Nos diagramas de classificação geoquímica as rochas situam-se principalmente nos campos de diorito, tonalito, granodiorito e granito, coincidindo com os dados petrográficos, permitindo enquadrá-los na série cálcico-alcalina. Os elementos traços apresentam anomalias negativas de Rb e Nb, com padrão de distribuição dos elementos terras raras (ETR) enriquecido nos ETR leves em relação aos pesados com razão [(La/Yb)N = 3 a 25], indicando um acentuado fracionamento, além de incipientes anomalias negativas ou positivas de Eu (Eu/Eu* = 0,82 a 1,1). As análises dos dados geoquímicos permitem interpretar o conjunto de granitoides como de afinidade cálcio-alcalina do tipo-I relacionados a ambiente de arco magmático com. Datações pelo método U-Pb em zircão, forneceram valores de 2170,6±4 Ma, 2173,8±7,7 Ma, 2178,6±7,4 Ma, 2145±13 Ma e 2158,2±7,8 Ma que representam a idade de colocação desses granitoides da Suíte Intrusiva Rosário no Paleoproterozoico (Riaciano). Os dados isotópicos Sm-Nd forneceram idades modelo (TDM) de 2,24 a 2,37 Ga com valores de ?Nd +1,0 a +2,5 (t = 2,17Ga). No diagrama ?Nd vs. tempo, todas as amostras se posicionam no campo correspondente à Crosta paleoproterozoica do Fragmento Cratônico São Luís, indicando fonte dominantemente crustal de idade Riaciano para os magmas parentais. Comparativamente, são rochas que se assemelham geoquímica e geocronologicamente com outros corpos granitoides reconhecidos no Fragmento Cratônico São Luís, a exemplo da Suíte Intrusiva Tromaí. Apesar das rochas da SIR apresentar peculiaridades petrográficas distintas, os granitoides da Suíte Tromaí situam-se nos mesmos campos e características geoquímicas de afinidade cálcio-alcalina, metaluminosas, granitoides do tipo-I, de arco magmático correspondentes com zonas de subducção. Relacionando os dados obtidos neste estudo com as informações geológicas e geocronológicas disponíveis na literatura e analisando suas distribuições cartográficas, pode-se afirmar que a extensão desse magmatismo ultrapassaria de 1.000 km, caracterizando extensos batólitos tonalíticogranodioríticos de idade paleoproterozoica, indicando assim, um importante evento de formação de crosta continental nesse domínio, através de intenso plutonismo ligado ao evento Transamazônico/Eburneano. No Cráton Oeste Africano, um quadro geológico similar é interpretado como o resultado da colisão e amalgamação de vários arcos magmáticos a terrenos arqueanos, durante o evento Eburneano (Transamazônico), reafirmando a ligação do Fragmento Cratônico São Luís e Oeste Africano no Gondwana Ocidental, e assim fazendo parte de uma mesma unidade pré-deriva continental. Os fenômenos geológicos acontecidos nessa região brasileira podem então ser comparados àqueles que levaram à formação dos terrenos Birrimianos na África Ocidental.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Rhyacian evolution of the eastern são luís craton: petrography, geochemistry and geochronology of the rosário suite
    (Sociedade Brasileira de Geologia, 2017-06) NOGUEIRA, Bruna Karine Correa; GORAYEB, Paulo Sérgio de Sousa; DANTAS, Elton Luiz; LEAL, Rafael Estumano; GALARZA TORO, Marco Antônio
    O Cráton São Luís compreende uma área entre o nordeste do estado do Pará e o noroeste do Maranhão que expõe suítes graníticas e sequências metavolcanossedimentares do Paleoproterozoico. No leste dessa unidade geotectônica, a cerca de 70 km ao sul da cidade de São Luís, há uma porção do Cráton São Luís representada pela Suíte Intrusiva Rosário. Este trabalho foi focado em rochas dessa suíte, incluindo estudos petrográficos, litoquímicos e geocronológicos para compreender a evolução crustal dessas rochas granitoides. O espectro de rochas varia de composições tonalíticas, granodioríticas, quartzo dioríticas e graníticas, que mostram alterações estruturais e mineralógicas parciais relacionadas à deformação ao longo das zonas de cisalhamento transcorrentes. Os estudos geoquímicos demonstram a natureza granítica metaluminosa caracterizando a série calcioalcalina com afinidade de granitos tipo I, típicos de ambiente de arco magmático. Os elementos terras raras apresentam fracionamento acentuado e ligeiras anomalias de Eu positivas ou negativas (Eu/Eu* = 0,82 a 1,1). Datações pelo método U-Pb em zircão forneceram idades consistentes de 2165 ± 7 Ma, 2170 ± 7 Ma, 2170 ± 7 Ma, 2161 ± 4 Ma e 2175 ± 8 Ma que representam a idade de cristalização dos zircões e de colocação desses granitoides no Paleoproterozoico (Riaciano). Os dados isotópicos Sm-Nd forneceram idades modelo (TDM) de 2,21 a 2,31 Ga, que são muito próximas às idades de cristalização, com valores positivos de εNd = +1,9 a +3,2 (t = 2,17 Ga), indicando fonte crustal dominantemente do Riaciano para os magmas parentais, similares aos encontrados em outros domínios do Cráton São Luís. Os dados deste estudo, integrados às informações geológicas e geocronológicas da literatura, indicam a ocorrência de um importante evento de formação de crosta continental nessa área, por meio de múltiplo alojamento de plútons graníticos da série calcioalcalina. A evolução paleoproterozoica entre 2,17 e 2,15 Ga está relacionada com a orogenia transamazônica, e os granitoides da Suíte Rosário representam a fase principal de acresção na evolução de um arco magmático continental juvenil, que tem continuidade para outras partes do Cráton São Luís e correlação com a porção noroeste do Cráton Amazônico, onde se têm registros de arcos magmáticos acrescionários riacianos que se amalgamaram em terrenos arqueanos, associados à orogenia transamazônica
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