Navegando por Autor "OLIVEIRA, Marilúcia Barros de"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Inflorescência terminal da bananeira em dois atlas linguísticos brasileiros: um estudo comparativo(Centro Latinoamericano de Estudos em Cultura, 2019-08) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros deTrata o presente artigo da diversidade lexical a partir de dados do Atlas Geossociolinguístico Quilombola do Nordeste do Pará (AGQUINPA) e do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Trata-se de um estudo comparativo que tomou como base as respostas mapeadas nos dois atlas referidos para a questão 44 do Questionário Semântico-lexical do ALiB. O ALiB registrou respostas obtidas nas capitais brasileirase considerou doisníveis de ensino: fundamental e superior. Já o AGQUINPA registrou a diversidade lexical emseis comunidades quilombolas localizadas no Nordeste Paraensee considerou apenas o ensino fundamental. Os resultados apresentados nos dois atlasmostram número alto de variantes para a referida questãoa depender da regiãoe apresentam diferenças e semelhanças entre a variedade usada nas capitais brasileirase nas comunidades quilombolas paraenses.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Religião e crenças no atlas geossociolinguístico quilombola do nordeste do Pará(Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, 2020-04) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros deEste trabalho busca descrever e discutir a variação lexicala partir de dados docampo semântico religião e crençasque integra oAtlas Geossociolinguístico Quilombola do Nordeste do Pará(AGQUINPA). Esse atlas descreve e mapeia a variedade linguística do português afro-brasileiro falado nas comunidades remanescentes de quilombos da Mesorregião Nordeste do Pará. O campo semântico escolhido paraanálise é composto por questões que expressam a dimensão religiosa e as crenças dos informantes entrevistados na pesquisa. Neste estudo apresentaremos e discutiremos os resultados das seguintes cartas: L104 –diaboeL106 –feitiço. O AGQUINPAadotou como ponto de partida,para a obtenção dos dados, os pressupostos da Geografia Linguística, método da Dialetologia que instrumentaliza o tratamento e a descrição de dados linguísticos no âmbito sócio-espacial, considerando as dimensões diatópica, diassexual e diageracional.Os resultados apontam diferentes graus de concorrência entre as variantes identificadas, bem como evidenciama presença de uso de apelidos para referência a formas consideradas tabu.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A vogal média pretônica nas capitais da região norte do Brasil(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-03) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros deO presente artigo tem por objetivo descrever o comportamento da vogal média pretônica posterior com base no falar de informantes de seis capitais da região Norte do Brasil (Belém-PA, Manaus-AM, Rio Branco-AC, Macapá-AP, Porto Velho-RR e Boa Vista-RO). Foramusados dados dosquestionários fonético-fonológico (QFF) e semântico-lexical (QSL),instrumentosde coleta dosdados doAtlas Linguístico do Brasil (ALIB). Os dados foram transcritos a partir do uso do Transcribere,em seguida,processados por meiodo uso do programa de regra variávelVarbrulque forneceu os pesos relativos úteis para a análise e reflexão linguística variacionista. Os grupos de fatores instituidos paraadescrição e análise linguística do comportamento das médias pretônicasposteriores foram os seguintes: natureza da vogal tônica,distância entre a vogal tônica e pretônica,segmento do onset da pretônica, segmento do onset da sílaba seguinte, sexo, escolaridade, faixa etáriae procedência. A pesquisa se justifica pela importância de se descrever a variedade do português brasileiro falado na Amazônia brasileira e por contribuir para descrição linguística do português brasileiro(PB).
