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Navegando por Autor "PANTOJA, Rosiane Cristina Pimentel"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ação coletiva na criação e gestão do projeto de assentamento Paulo Fonteles em Mosqueiro, Belém – Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2010-08-27) PANTOJA, Rosiane Cristina Pimentel; SCHMITZ, Heribert; http://lattes.cnpq.br/2294519993210835
    A pesquisa apresentada tem por finalidade estudar as formas de organização para a cooperação na criação e na gestão do Projeto de Assentamento Paulo Fonteles, em Mosqueiro, Belém – Pará. Para este estudo de caso, utilizou-se uma abordagem qualitativa, a partir da aplicação de entrevistas com questionário semiestruturado. A problemática da pesquisa é embasada tanto nas Teorias dos Movimentos Sociais, com as discussões das manifestações sociais, quanto na Escola Francesa da Sociologia das Organizações, com os debates das organizações e da centralidade do poder. A inquietação é compreender como os grupos sociais influenciam nas formas de cooperação para a criação e gestão do Projeto de Assentamento Paulo Fonteles. Percebe-se que os movimentos sociais têm sido os intermediários da ação coletiva nas lutas pela reforma agrária, tornando-se referências de continuidade das lutas e garantindo a mobilização das famílias para uma ação coletiva. O objetivo comum para a conquista da terra é o que garantiu o engajamento e a cooperação para a ocupação do assentamento. Mas, a conquista da terra traduz uma realidade multifacetada, pois as famílias têm perspectivas futuras diferenciadas como: moradia, produção, empregos, entre outras. A ampliação do número de assentamentos e o aumento da produção questionam a necessidade da reforma agrária como política para o desenvolvimento rural. O MST, reafirmando essa política pública, tem proposto novas formas de organização dos assentamentos, denominada de ―comuna da terra‖. Estes assentamentos estão localizados próximo às regiões metropolitanas, com a finalidade de atender à população dessas periferias que demanda por terra para moradia e emprego. Estes novos assentamentos visam a incorporação das infraestruturas urbanas para facilitar a produção e as relações com o mercado. Para que a proposta seja bem sucedida, a cooperação torna-se um tema central. Assim, no assentamento, observa-se que a cooperação se dá em níveis diferenciados, pois não existe assentamento sem cooperação, muito menos grupos que não tenham adesão. Portanto, o engajamento e maior adesão situam-se as regras de poder, com a maior ou menor centralidade. Assim, identificou-se que enquanto a associação tem no presidente a centralização do poder; o grupo do mutirão (organização local) apresenta uma gestão equilibrada, que leva a uma maior participação das famílias para a cooperação da gestão do assentamento Paulo Fonteles.
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