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Navegando por Autor "PARENTE, Andressa Tavares"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmica de transmissão da malária na Amazônia Legal: determinantes ambientais, epidemiológicos e sua distribuição espaço-temporal
    (Universidade Federal do Pará, 2016-04-20) PARENTE, Andressa Tavares; SOUZA, Everaldo Barreiros de; http://lattes.cnpq.br/6257794694839685
    A malária é uma parasitose de ocorrência mundial, concentrando-se principalmente em localidades de clima tropical e subtropical. No Brasil, na região da Amazônia Legal, apresenta-se como uma endemia, sendo responsável por mais de 99% dos casos que acontece no país. Sua manutenção na região é de caráter multifatorial, entre eles socioeconômicos, demográficos e ambientais, sendo que variáveis como temperatura do ar, precipitação e desmatamento interferem na dinâmica da doença. O objetivo geral do estudo foi compreender a dinâmica de transmissão da malária na Amazônia Legal e os nove Estados que a compõem (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), estabelecendo relações dos indicadores da endemia com a variabilidade climática regional e taxas de desmatamento. O trabalho compõe-se de cinco capítulos. O primeiro capítulo é a introdução, com a conceituação da temática e das variáveis envolvidas no estudo, objetivo e apresentação da estruturação dos capítulos seguintes. O segundo capítulo aborda a análise do Plano de Intensificação das Ações de Controle da Malária na Amazônia Legal, com base em dados secundários de malária na Amazônia Legal, de 1981 a 2015 e 1990 a 2012 (por Estados). Foi elaborado um modelo de análise de intervenção na série temporal com a utilização de variáveis dummy, que definiu as médias de ocorrências do Índice Parasitário Anual (IPA) antes e depois da intervenção. O IPA médio (após intervenção) apresentou uma redução de 48% entre as médias dos dois períodos. Entre os Estados o efeito foi diferenciado, tendo maior impacto na redução da malária em Mato Grosso, Tocantins, Roraima e Maranhão. O terceiro capítulo analisou a dinâmica espacial da incidência de malária na Amazônia Legal, de 2003 a 2012, e sua associação com o desmatamento e precipitação a partir da aplicação de estatística espacial com uso do índice de Moran global e local através do programa GeoDa. O índice global de Moran entre as variáveis confirmou a dependência espacial para IPA, precipitação e desmatamento entre os Estados. Foi identificado os Estados que apresentaram alta prioridade (Acre, Amazonas e Roraima) e baixa prioridade (Maranhão, Tocantins e Pará) para as políticas de intervenção da malária. O quarto capítulo abordou a modulação da precipitação e temperatura sobre a incidência de malária, no contexto atual e em cenários de clima futuro, no enfoque da sazonalidade, com resultados diferenciados para os Estados que compõe a Amazônia Legal. O quinto capítulo baseou-se na proposta de um modelo para malária e as variáveis envolvidas trimestralmente no estudo (precipitação, desmatamento, TSM dos oceanos), e para o modelo final foi necessário a exclusão da variável desmatamento, sendo significativo para o modelo as outras variáveis envolvidas. As políticas de prevenção manifestaram impactos na série, que apresenta uma tendência de decréscimo no número de casos. Os Estados exercem influência entre eles no padrão da ocorrência da endemia, sendo a relação com as variáveis ambientais diferenciadas para cada Estado. Os resultados apontam que o efeito das fronteiras nos casos de malária na porção oeste da Amazônia Legal tem contribuído com os valores da endemia. É necessário outras estratégias de abordagem para definições da gestão do controle da malária na região e alocação de recursos para seu combate.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Incidência de malária no Estado do Pará e suas relações com a variabilidade climática regional
    (Universidade Federal do Pará, 2007-11-23) PARENTE, Andressa Tavares; SOUZA, Everaldo Barreiros de; http://lattes.cnpq.br/6257794694839685
    O objetivo deste trabalho consiste em realizar um estudo diagnóstico sobre a incidência de malária em quatro diferentes regiões do Pará (Anajás, Itaituba, Santana do Araguaia e Viseu) na Amazônia oriental, buscando suas relações com a variabilidade climática regional, com o crescimento populacional e taxas de desmatamento. Utilizou-se uma série de 35 anos de dados anuais (1970-2005) e 14 anos de dados mensais (1992-2005). Aplicou-se a técnica dos percentis para se estabelecer cinco categorias ou classes da taxa de incidência da malária e precipitação para cada município. Os resultados das análises com os dados anuais mostraram que os municípios apresentam fatores diferenciados que contribuem para o perfil da endemia. O crescimento da população tem relação direta com o aumento da incidência de malária em Anajás, Itaituba e Santana do Araguaia. Em Anajás, o fator precipitação não é determinante na ocorrência da parasitose. Em Santana do Araguaia e Viseu os maiores índices de incidência de malária ocorreram em anos de déficit hídrico. Para Viseu o padrão normal de precipitação também categorizou altas incidências de malária. Em relação ao desmatamento, de 1988 até 1995, as curvas de incidência de malária acompanham as taxas de desmatamento. A partir de 1995, evidenciaram-se anos consecutivos com altos índices de incidência logo após os anos de altas taxas de desmatamento, como registrado em 1995, 2000 e 2004. Análises de composições observacionais montadas com base na seleção objetiva dos índices de ocorrência da malária categorizados pelos percentis, permitiram definir a caracterização anual da variabilidade climática regional em cada um dos quatro municípios. Em geral, anos com altos índices de malaria relacionam-se com a presença de El Niño no Pacífico e Atlântico norte mais quente do que o normal, enquanto que anos com baixos índices de malária associa-se com a ocorrência de La Niña sobre o Pacífico e nenhum sinal significativo no Oceano Atlântico. Os resultados das análises com os dados mensais, usando a técnica de composições de canários montados com base nos eventos climáticos observados nos Oceanos Pacífico e Atlântico, possibilitaram a investigação da resposta destes mecanismos na evolução mensal da incidência de malária no Pará. A composição dos eventos El Niño demonstrou a ocorrência de impactos "negativos" (aumento significativo e sistemático dos casos de malária) ocorrendo numa seqüência de meses nas regiões de Itaituba e Santana do Araguaia. Para as regiões de Anajás e Viseu, o cenário de El Niño associa-se com impactos "positivos" (incidência de malária nas categorias média e baixa). Para o cenário La Niña , a resposta ocorreu de forma mais generalizada ao longo do Pará, com o predomínio de alta incidência de malária nos quatro municípios e se processando persistentemente durante os meses consecutivos de dezembro a maio. Nas composições para os eventos de dipolo positivo no Atlântico intertropical, o comportamento dos índices de malária no Pará ocorreu de forma diferenciada intra-regionalmente, com Anajás e Itaituba apresentando o predomínio de aumento nos casos da doença, enquanto que em Santana do Araguaia e Viseu verificaram-se vários meses com índices médios e abaixo do normal. Com exceção de Itaituba, as composições para os eventos de dipolo negativo sobre o Atlântico intertropical, mostraram um sinal dominante na incidência de malária nas categorias média e baixa, evoluindo em praticamente todos os meses de novembro a maio.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A ocorrência de malária em quatro municípios do estado do Pará, de 1988 a 2005, e sua relação com o desmatamento
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2012-03) PARENTE, Andressa Tavares; SOUZA, Everaldo Barreiros de; RIBEIRO, João Batista Miranda
    O objetivo deste trabalho foi estudar a ocorrência de malária em quatro diferentes regiões representativas do estado do Pará, buscando suas possíveis relações com as taxas de desmatamento. Foi realizado um estudo retrospectivo, com dados secundários, no período de 1988 a 2005, através de casos de malária registrados em quatro municípios do Estado (Anajás, Itaituba, Santana do Araguaia e Viseu), como também das taxas de desmatamento fornecidas pelo PRODES-INPE. Aplicou-se a técnica dos Quantis para se estabelecer cinco categorias ou classes de incidência da malária para cada município, sendo gerado posteriormente um IPA representativo para o Estado. De 1988 até 1994, as curvas de incidência de malária acompanham os números de desmatamento. A partir de 1995, evidenciaram-se anos consecutivos com altos índices de ocorrência da doença logo após os períodos de altas taxas de desmatamento, como registrado nos anos de 1995, 2000 e 2004. Percebeu-se que após a época de intenso desmatamento, os casos de malária variaram entre alto e muito alto no seu padrão de incidência, apontando que o desmatamento pode ser um fator de incremento na frequência e aumento no número de pessoas infectadas no estado do Pará.
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