Navegando por Autor "PEDROSO, Janari da Silva"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Crise econômica mundial: infância e adolescência na análise dos documentos do Unicef(Universidade Federal do Pará, 2018) AGUIAR, Lucas Fadul de; CRUZ, Edson Júnior Silva da; PEDROSO, Janari da Silva; LEMOS, Flávia Cristina SilveiraEste artigo investiga a produção histórica da infância e juventude de diversos países afetados pela crise econômica mundial que eclodiu em 2008, nos Estados Unidos. Foram utilizados documentos produzidos pelo UNICEF acerca das condições de vida garantidas à infância e adolescência, decorrentes das disputas ocasionadas e/ou agravadas pelo colapso financeiro mundial; foram analisados artigos internacionais que deram suporte e contribuíram nas análises dos dados documentais. Esta pesquisa foi feita por de meio de uma revisão histórica e de problematização das narrativas da literatura, com pesquisas voltadas aos países dos continentes: asiático, africano, europeu e americano. Encontraram-se fortes indicadores da precariedade em que está a política pública para a infância ao redor do mundo, principalmente em países com dificuldades socioeconômicas, além dos pertencentes ao leste europeu e nos EUA. Alerta-se acerca da necessidade de estudos sobre o impacto à infância brasileira da crise internacional e como o UNICEF tem abordado essas questões.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Estudo do "Ages and Stages Questionnaires" com cuidadores de crianças institucionalizadas(2014-12) CRUZ, Edson Júnior Silva da; DIAS, Greicyani Brarymi; PEDROSO, Janari da SilvaEste estudo explorou o conhecimento de cuidadoras sobre o desenvolvimento de crianças em acolhimento institucional com um instrumento de triagem. Participaram deste estudo quatro crianças na faixa etária de 5 anos de idade e as cuidadoras responsáveis. O instrumento utilizado foi o Ages and Stages Questionnaires, que contém 21 questionários que envolvem seis áreas de desenvolvimento. Os resultados revelaram que a comunicação foi uma das áreas pouco pontuadas pelas crianças. Suas principais dificuldades estão em verbalizar e se concentrar nas tarefas propostas. A área da coordenação motora ampla, que envolve, entre outras coisas, o correr e pular, incentivada pelo próprio ambiente da instituição, foi considerada dentro das expectativas para o desenvolvimento e recebeu pontuação máxima de acordo com o ASQ-3. As cuidadoras como pessoas de referência para as crianças, foram essenciais para aplicação do ASQ-3, que se mostrou sensível na identificação dos problemas do desenvolvimento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Evidence of the effect of primary care expansion on hospitalizations: Panel analysis of 143 municipalities in the Brazilian Amazon(Public Library of Science, 2021-04) CARNEIRO, Vânia Cristina Campelo Barroso; OLIVEIRA, Paulo de Tarso Ribeiro de; CARNEIRO, Saul Rassy; MACIEL, Marinalva Cardoso; PEDROSO, Janari da SilvaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A singularidade da dor de pacientes oncológicos em cuidados paliativos(Universidade Metodista de São Paulo, 2018) ALMEIDA, Vitória Cordovil de; GAMA, Elvira Silvestre Chaves; PEDROSO, Janari da Silva; ESPEJO, Cristian Ariel NeiraA dor tem sido estudada nas diversas áreas da saúde, mas deve ser compreendida em uma perspectiva multidimensional que inclui os aspectos sociais, espirituais e psíquicas. O objetivo deste estudo foi compreender a vivência da dor crônica de pacientes oncológicos que estão sob tratamento paliativo. Trata-se de pesquisa qualitativa com uso de entrevista e diário de campo; os dados foram sistematizados a partir da análise de conteúdo na criação da categoria temática: a singularidade da dor: modos de enfrentamento e, história clínica das participantes internadas em um Hospital Público na Clínica de Cuidados Paliativos Oncológicos. Os dados sinalizam que a religiosidade, espiritualidade e a dificuldade em falar da dor e deparar-se com ela, foram os modos pelos quais as participantes narraram suas dores e o processo de adoecimento. A escuta em um ambiente que o sujeito se sinta acolhido permite falar da dor por meio das palavras ou do silêncio.
