Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "PEREIRA, Anderson Luiz Teixeira"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O tempo em grande sertão veredas e a paixão segundo G. H
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-27) PEREIRA, Anderson Luiz Teixeira; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278
    O presente trabalho trata de um estudo interpretativo do tempo em duas obras-primas da Literatura Brasileira Moderna: Grande sertão: veredas (1956), de João Guimarães Rosa, e A paixão segundo G.H. (1964), de Clarice Lispector. O ponto comum, isto é, a abertura para o possível, originada pela aproximação entre estes dois romances, é a configuração temporal complexa que seus autores desenvolveram em seus textos literários. Nesse sentido, o tempo, a priori, categoria estrutural de toda narrativa, mas também temática recorrente ao mundo ficcional, torna-se a palavra-chave que conduzirá nossa leitura acerca de experiência ficcional vivida e narrada pelos personagens Riobaldo e G.H., respectivos das obras supracitadas. Com base na relação entre modernidade, ficção e tempo — Jauss (1996), Habermas (1998), Berman (1986), Mendilow (1972), Pouillon (1974), Meyerhoff (1976), Ricoeur (2010, v. 2) e Nunes (1992, 1985 e 2008) — será possível desdobrar como o romance rosiano e o clariceano retomam a questão do tempo sob um viés moderno. A literatura moderna, enquanto esfera simbólica de confrontação de discursos teóricos e conceituais, reescreve a tradição do pensamento ocidental por meio de um movimento de escritura que faz da linguagem a sua própria condição para o desenvolvimento da narrativa. Desse modo, o tempo, uma vez repassado à matéria da narrativa — Paula (2010) e Cerqueira (2013) — reorganiza a realidade sui generis do mundo ficcional e nos impõe a necessidade do ato interpretativo. Por fim, Guimarães Rosa e Clarice Lispector, por meio da construção de uma estética moderna que particularizou a experiência ficcional do tempo, podem ser circunscritos num quadro histórico-estético de pensadores e artistas que refletiram sobre a experiência temporal na modernidade.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA