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Navegando por Autor "PEREIRA, Fabiana da Silva"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos das mudanças de uso e cobertura da terra na paisagem e nos serviços ecossistêmicos no leste da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2023-05-29) PEREIRA, Fabiana da Silva; VIEIRA, Ima Célia Guimarães; http://lattes.cnpq.br/3761418169454490; https://orcid.org/0000-0003-1233-318X
    Na Amazônia brasileira, a conversão de grandes áreas florestais, principalmente para a expansão de atividades agropecuárias e áreas urbanas, tem causado a perda e fragmentação de ecossistemas. Essas mudanças alteram os processos e funções ecossistêmicas podendo afetar a provisão de diversos serviços ecossistêmicos essenciais para o bem-estar humano e suas atividades. Nesse contexto, analisar os efeitos dessas mudanças na paisagem e nos ecossistemas na região amazônica é essencial para compreender melhor o impacto dessas modificações nos serviços ecossistêmicos em relação aos aspectos econômico, ecológico e social. Para isso, este trabalho foi estruturado para (1) quantificar os impactos das mudanças de uso de cobertura da Terra no valor econômico dos serviços ecossistêmicos no leste da Amazônia; (2) analisar a perda e a fragmentação de habitats florestais e seus efeitos na provisão de serviços ecossistêmicos; (3) avaliar a percepção de comunidades tradicionais locais sobre os serviços ecossistêmicos, a fim de verificar quais fatores influenciam o modo como essas comunidades identificam e percebem os serviços ecossistêmicos e suas principais ameaças. Os resultados mostram que em 36 anos analisados houve uma grande perda no valor econômico dos serviços ecossistêmicos prestados pelas áreas florestais, entretanto, o aumento de áreas agrícolas gerou um saldo positivo, uma vez que os serviços ecossistêmicos associados, principalmente alimentos, possuem um alto valor. Além disso, os resultados revelam que os ecossistemas florestais estão menores e cada vez mais fragmentados e isolados, o que piorou a qualidade de habitat na paisagem e o estoque de carbono na região. O desmatamento e o garimpo foram percebidos por comunidades locais como as principais ameaças à provisão de diversos serviços ecossistêmicos, sendo que os principais serviços ecossistêmicos identificados pelas comunidades estão relacionados à categoria de provisão, tais como alimentos, produtos madeireiros e plantas medicinais, e também à categoria de serviços de regulação. Esses resultados mostram a importância de avaliar os serviços ecossistêmicos sob diferentes perspectivas, a fim de obter informações mais robustas para basear o desenvolvimento de estratégias de conservação, gerenciamento e planejamento do uso do solo, assim como estratégias de incentivo financeiro para a conservação ou restauração de ecossistemas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Expansão urbana da Região Metropolitana de Belém sob a ótica de um sistema de índices de sustentabilidade
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09) VIEIRA, Ima Célia Guimarães; PEREIRA, Fabiana da Silva
    A região metropolitana de Belém (RMB) concentra 1/3 da população do estado do Pará, Brasil, e sua recente expansão tem causado uma série de problemas sociais e ambientais, que comprometem o acesso à infraestrutura e serviços, e também impactam outros fatores que influenciam a sustentabilidade urbana. Nos últimos anos, várias metodologias de avaliação da sustentabilidade das cidades têm sido propostas, porém os desafios ainda são enormes, no sentido de incorporar uma visão pluridimensional na avaliação da sustentabilidade urbana. No presente trabalho aplicou-se o Sistema de Índices de Sustentabilidade Urbana (SISU) para a RMB, com o objetivo de analisar os níveis de sustentabilidade dos municípios que compõem essa região metropolitana e verificar as limitações e os desafios em aplicar esse método de mensuração na Amazônia. Foram empregados 7 indicadores para o índice de qualidade ambiental (IQA), 4 para o índice de capacidade político institucional (ICP) e o índice de desenvolvimento humano municipal (IDHM). Os resultados obtidos mostram que há pouca variação nos índices IQA e IHDM, sendo que os municípios menos populosos, como Santa Bárbara e Benevides apresentam melhor IQA, e os de maior porte, como Belém e Ananindeua, o melhor IDHM. Entretanto, é em relação ao ICP que esta região metropolitana apresenta a maior desigualdade intermunicipal, refletindo assim, a necessidade do fortalecimento institucional e político dessa região.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Sustentabilidade da região metropolitana de Belém-Pará sob a ótica de diferentes índices
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-14) PEREIRA, Fabiana da Silva; VIEIRA, Ima Célia Guimarães; http://lattes.cnpq.br/3761418169454490
    Na Amazônia, mais de 70% da população vive em áreas urbanas. Esse processo de urbanização é recente e se deu de forma acelerada, o que tem causado diversos problemas socioeconômicos e ambientais, aprofundando ainda mais as desigualdades inter-regionais. A região metropolitana de Belém (RMB) é a segunda maior metrópole da Amazônia, concentrando aproximadamente um terço da população estadual. A RMB apresenta uma série de problemas infraestruturais e ambientais, que influenciam a sustentabilidade. Atualmente, existem várias metodologias de mensuração da sustentabilidade, entretanto, não há um sistema ideal para aplicação, pois é preciso considerar diferentes contextos e escalas. Desta forma, o presente trabalho objetivou analisar a sustentabilidade da RMB através da aplicação de diferentes índices, a fim de se conhecer o grau de sustentabilidade dos municípios que a compõe, e também testar diferentes índices na mesma unidade de análise. Foram aplicados três instrumentos de mensuração da sustentabilidade: Sistema de Índices de Sustentabilidade Urbana – SISU, Barômetro da Sustentabilidade – BS e Painel da Sustentabilidade – PS. Os resultados obtidos mostram que há desigualdade nos índices de sustentabilidade dos municípios da RMB, cujos melhores resultados foram apresentados pelo município núcleo dessa metrópole: Belém. A aplicação do SISU mostrou que há pouca variação no Índice de Qualidade Ambiental – IQA e Índice Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM, e que é em relação ao Índice de Capacidade Político Institucional – ICP que esta metrópole representa a maior desigualdade intermunicipal, o que demonstra a necessidade do fortalecimento institucional e político dessa região. Já a aplicação do BS e PS mostrou que Belém e Ananindeua encontram-se em um nível de sustentabilidade melhor que os demais municípios da RMB. Os três instrumentos apresentaram algumas distorções em relação ao ranking dos municípios. Essas distorções podem ser relacionadas, principalmente, com o modo que é feita a interpolação dos dados e como os índices são apresentados, se de forma sintética ou não. Apesar do município de Belém apresentar um desempenho melhor, a avaliação intramunicipal, a partir de suas áreas de ponderação, mostrou que há uma grande desigualdade no município. As áreas mais centrais da capital apresentam os melhores resultados. Já as áreas mais periféricas apresentam resultados insatisfatórios, principalmente em relação às condições ambientais urbanas, infraestrutura e saneamento. Esses resultados mostram que além da avaliação no nível municipal, é necessária a avaliação no nível intramunicipal, uma vez que as médias municipais acabam ocultando as desigualdades existentes.
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