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Navegando por Autor "PEZZUTI, Juarez Carlos Brito"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Alometria reprodutiva de Podocnemis unifilis (Testudines: Podocnemididae) na várzea do baixo Rio Amazonas, Santarém, Pará, Brasil
    (2012-03) PIGNATI, Marina Teófilo; PEZZUTI, Juarez Carlos Brito
    O tamanho do corpo dos organismos representa um parâmetro importante, podendo gerar consequências na sua ecologia, atividades reprodutivas, evolução e desenvolvimento. Relação alométrica é o estudo do tamanho (ou do crescimento) de uma parte do corpo relacionado com o tamanho (ou crescimento) total do corpo do organismo. Este estudo analisou a relação alométrica entre as fêmeas de Podocnemis unifilis (Troschel, 1848) e seus ovos e filhotes e entre as características dos ninhos e a ninhada em uma área de várzea do baixo rio Amazonas, Estado do Pará, Brasil. As ninhadas de P. unifilis foram monitoradas no Tabuleiro da Água Preta durante o período reprodutivo de 2009. As fêmeas encontradas desovando foram medidas e seus respectivos ninhos marcados com estacas numeradas e as características físicas mensuradas. Os ovos e filhotes destes ninhos foram retirados e contados, e tiveram seus dados biométricos tomados. Os parâmetros das fêmeas analisados (comprimento retilíneo da carapaça e massa) correlacionaram-se fortemente às variáveis dos ovos (variável x) e filhotes (variável y), exceto com o comprimento do ovo e com a massa do filhote. Estudos futuros direcionados para melhor compreensão de como as características ambientais influenciam nas ninhadas podem ser aplicados, sendo úteis no manejo da espécie.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    "Estava pescando de malhadeira, vi na praia uns cascos brilhando, era luar, abeirei a terra e fui pegar": práticas de pesca de quelônios na várzea Amazônica (Santarém-PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2013) BARBOZA, Roberta Sá Leitão; BARBOZA, Myrian Sá Leitão; PEZZUTI, Juarez Carlos Brito
    O artigo analisa os métodos de pesca de quelônios utilizados na várzea amazônica em Santarém (PA). Nossos interesses incluíram o conhecimento ecológico local envolvido, a seletividade e as variações espaciais e sazonais na escolha das técnicas. Entre maio de 2006 e junho de 2008 foram realizadas conversas informais, acompanhamento das atividades pesqueiras e observação participante nas pescarias de quelônios realizadas nas comunidades Água Preta, Costa do Aritapera e Ilha de São Miguel. Observamos uma ampla combinação de diferentes técnicas baseadas em profundo e detalhado conhecimento da história natural dos quelônios aquáticos da região, incluindo a influência do ciclo hidrológico na alimentação, movimentação e comportamento reprodutivo. Os pescadores reconhecem variações sazonais e ambientais, aliadas a um conjunto de saberes ecológicos locais, que são estrategicamente empreendidos na seleção e efetivação das técnicas de pesca. O conhecimento e reconhecimento destas práticas revelam informações inéditas quanto às estratégias de captura e ecologia dos quelônios, além de subsidiar programas de conservação e manejo dos animais junto aos ribeirinhos da várzea. Sugerimos a alternativa de se estabelecer regras locais de uso com base nas técnicas e períodos do ano em que os quelônios estariam mais susceptíveis. Palavras-chave: Pesca, quelônios, Amazônia, conh
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Etnografia e manejo de recursos naturais pelos índios Deni, Amazonas, Brasil
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2009-03) PEZZUTI, Juarez Carlos Brito; CHAVES, Rodrigo Pádua
    São raros os estudos envolvendo o uso múltiplo de recursos naturais por populações amazônicas. Este trabalho apresenta um panorama de como os índios Deni, habitantes da região de interflúvio entre dois dos maiores afluentes de água branca da bacia amazônica, os rios Juruá e Purus, utilizam dos recursos disponíveis em seu território. Os Deni são, atualmente, índios que vivem da exploração de recursos da terra firme e de regiões alagadas. São um misto de horticultores e caçadores/coletores, que utilizam toda a sua área para a obtenção de recursos para subsistência. Como regra, deslocam periodicamente seus assentamentos, evitando o esgotamento local de recursos, e provocando a modificação local do ambiente. Esta alteração aumenta temporariamente a disponibilidade de alimento. Áreas com aldeias, pomares e roçados abandonados, por sua vez, tornam-se locais onde se concentram inúmeros recursos da flora e da fauna, posteriormente explorados. O impacto provocado por este sistema é aparentemente mínimo. Os Deni estão contextualizados na periferia de um sistema capitalista, onde a única fonte de renda para adquirir bens que são hoje considerados pelos índios como indispensáveis para sua sobrevivência são os recursos naturais. Estes são e continuarão sendo explorados de maneira a produzir um excedente a ser comercializado para a obtenção de uma série de produtos industrializados, independentemente das opiniões externas. É sobre este patamar que devemos avaliar a sustentabilidade do atual manejo da área.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Variabilidade espacial do conforto térmico e a segregação social do espaço urbano na cidade de Belém, PA
    (2013-12) SILVA JUNIOR, João de Athaydes; COSTA, Antonio Carlos Lôla da; PEZZUTI, Juarez Carlos Brito; COSTA, Rafael Ferreira da
    O presente trabalho vem contribuir com o estudo do clima urbano na cidade de Belém durante a época menos chuvosa, juntamente com uma análise das questões da segregação social deste espaço urbano. Foi realizada uma campanha de coleta de dados meteorológicos durante alguns dias na época menos chuvosa da região para se calcular o índice de conforto térmico nos bairros e compara-los com as tipologias sociais características de cada bairro. Os resultados indicaram que as zonas da cidade menos confortáveis foram a Oeste e a Central, pois são mais urbanizadas e possuem menos vegetação que as demais áreas, enquanto que as zonas mais confortáveis foram a Leste e Noroeste, que possuem mais áreas vegetadas e predominância de edificações baixas. As análises indicaram que não existe um padrão bem definido entre as tipologias sociais dos bairros e suas condições de conforto térmico, pois as características da superfície são mais significativas para as mudanças microclimáticas locais.
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