Navegando por Autor "PINHEIRO, Helder Henrique Costa"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Análise de série temporal da hanseníase no estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2016) PINHEIRO, Helder Henrique Costa; ARAÚJO, Marizeli Viana de Aragão; http://lattes.cnpq.br/7849256617873180; QUARESMA, Juarez Antônio Simões; http://lattes.cnpq.br/3350166863853054Objetivo: analisar uma série temporal de detecção de casos novos de Hanseníase no Estado do Pará, verificando as tendências epidemiológicas de acordo com as variáveis de observação da doença. Metodologia: delineamento observacional ecológico de série histórica de detecção de casos de Hanseníase no Estado do Pará com uso de dados secundários do Sistema Nacional de Agravos de Notificação. Foram calculados os coeficientes de detecção da Hanseníase geral e pelas variáveis em estudos e estimadas as tendências das séries temporais. Os dados do Estado do Pará foram comparados aos Estados do Estado do Mato Grosso e do Rio Grande do Sul. Resultados: o coeficiente de detecção no Pará, em 2014, foi de 4,84 por 10.000 habitantes, com 32.177 casos detectados no período de 2008 a 2014, sendo estimado uma tendência de crescimento anual de -12,71%. A proporção em menores de 15 anos de idade foi de 10,4%, sendo a maior do Brasil. Maior frequência de casos Multibacilares (65,2%) na forma clínica Dimorfa (45,2%). Conclusão: a detecção de casos novos da Hanseníase é principalmente em homens adultos, de baixa escolaridade e residentes em áreas urbanas. A tendência de declínio na detecção de casos da doença é diferente da tendência estacionária no Estado do Mato Grosso. Entretanto, a tendência de casos da Hanseníase em crianças e adolescentes no Estado do Pará é estacionária.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Condições de trabalho de equipes de saúde da família do Pará(Universidade Federal do Pará, 2018-04) ALVARENGA, Eric Campos; OLIVEIRA, Paulo de Tarso Ribeiro de; PINHEIRO, Helder Henrique Costa; CARNEIRO, Vânia Cristina Campelo BarrosoEsta pesquisa investiga as condições de trabalho das equipes de saúde da família do estado do Pará com base nos dados do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica. Foram selecionados registros referentes às condições de trabalho de 776 equipes, tais como: agentes contratantes, tipo de vínculo, materiais e estrutura das unidades. Realizou-se uma Estatística Descritiva. Como resultado, percebeu-se que a maioria dos contratos de trabalho são temporários (65,4%) e a maior forma de seleção dos trabalhadores é por meio de indicação (36,7%). As unidades de saúde têm, em sua quase totalidade, sala de recepção e espera (94,5%) e sala de vacina (89,2). A melhoria das condições de trabalho das equipes é fundamental para sustentar a saúde destes trabalhadores e trabalhadoras. Ela pode reduzir adoecimentos e acidentes no trabalho, além de aumentar a resolutividade do cuidado.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Fluoretação da água no Brasil: distribuição regional e acurácia das informações sobre vigilância em municípios com mais de 50 mil habitantes(Fundação Oswaldo Cruz, 2019-07) COSTA, Angelo Giuseppe Roncalli da; NORO, Luiz Roberto Augusto; CURY, Jaime Aparecido; ZILBOVICIUS, Celso; PINHEIRO, Helder Henrique Costa; ELY, Helenita Corrêa; FRAZÃO, PauloDados de saneamento para 2008 indicavam que 74,4% dos municípios com mais de 50 mil habitantes recebiam água fluoretada, entretanto, critérios para a validação desta informação não foram adotados. O estudo objetivou verificar a acurácia da informação sobre a fluoretação da água, tomando-se por referência dados de vigilância da água em municípios com mais de 50 mil habitantes no ano de 2008 e no período de 2010-2015. Dados de diferentes fontes foram empregados comparando-se as informações relativas ao período. Amostras da água foram coletadas e a concentração de fluoreto foi obtida pelo método eletrométrico. O processo de verificação ocorreu pela confrontação dos dados obtidos por diferentes fontes. Seiscentos e um municípios (97,9%) tiveram os dados confrontados. A taxa de municípios que realizam vigilância com base no heterocontrole passou de 39,4% para 48,5%. Observou-se elevada taxa de falsos positivos ou negativos (15,1%) em relação aos dados de 2008. A cobertura municipal foi de 70,2%, 4,2 pontos abaixo da estimativa (74,4%) divulgada para 2008. Registros da prática da vigilância foram observados em 54,3% dos municípios fluoretados, cuja cobertura populacional alcança 50% ou mais da população que recebe água tratada. Houve sensível melhoria nos dados de vigilância em relação ao fluoreto, embora com porcentual importante de falsos positivos e negativos. Ainda são largas as diferenças inter-regionais relacionadas tanto à provisão da fluoretação da água quanto à implementação da vigilância nos municípios pesquisados, trazendo importantes desafios para a saúde pública.
