Navegando por Autor "PINHEIRO, Sheila Costa Vilhena"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Formar para diferenciar professores do século XXI: explicitando o (im)previsível em Licenciaturas em Ciências Biológicas(Universidade Federal do Pará, 2013-08-16) PINHEIRO, Sheila Costa Vilhena; ARAGÃO, Rosália Maria Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5651914385447486Este estudo é atinente a uma pesquisa qualitativa que aborda para compreender, nos termos da investigação narrativa, ideias e percepções de formadores e licenciandos acerca de aspectos teórico-metodológicos e epistemológicos que constituem indicadores de diferenciação científico-pedagógica do século XXI presentes no território dual de uma Licenciatura em Ciências Biológicas, numa universidade pública federal do estado do Pará. A referida dualidade se traduz nessa Licenciatura como um contexto único formado por duas interfaces de formação situadas nas modalidades de ensino „presencial‟ e a „distância‟, que tem como eixo de intersecção os formadores de professores (dentre os quais a pesquisadora se insere). A interface presencial situa-se em Belém, e a interface „a distância‟ é ofertada nos municípios-polo de Marabá, Capanema, Oriximiná e Parauapebas, no tempo em que a pesquisa se desenvolveu. Sustento a tese de que „os parâmetros científico-pedagógicos que diferenciam a formação de professores de ciências no século XXI se expressam na diversidade, flexibilidade e inovação teórico-metodológica de ideias, proposições e práticas em transformação‟. Foram selecionados 10 estudantes (5 do lócus presencial e 5 da interface „a distância) e 07 formadores (03 do lócus presencial, 03 da interface à distância e 01 com experiência híbrida nos dois locus). A produção empírica foi feita, predominantemente, por entrevista semi-estruturada, com duração média de 50 minutos. A organização do material empírico foi feita em torno de questões recorrentes nos depoimentos que configuraram ênfases de fluxos analíticos expressivos de indicadores de diferenciação no contexto sob análise, quais sejam: a) Valores Pessoais e Profissionais, b) Concepções sobre docência e discência e, c) Práticas de Formação. A análise narrativa desses fluxos ideacionais possibilitou a explicitação de princípios de diferenciação docente na educação científica partilhados entre os sujeitos, os quais podem ser expressos em ideias-força como abertura à mudança, identidade docente no contexto, inteligência emocional, amor por si próprio, pelos alunos e pela própria prática, diálogo com os homens e com o mundo, comprometimento ético-político e ação entre riscos e incertezas. Na direção desses princípios, as práticas formativas se distinguem e se confrontam na complexidade do contexto investigado, ao mesmo tempo em que se atraem mutuamente como expressão das expectativas e sonhos compartilhados em busca da diferenciação científica e pedagógica almejada, que se expressa no território instável das práticas, na ousadia de inovar criteriosamente, na coerência em assumir a formação docente como prioridade, em conceber o currículo como práxis a ser construído coletivamente, em superar a racionalidade técnica vinculada a perspectivas empírico-indutivistas no ensino/formação, rompendo com práticas tradicionais de formadores em vista da qualidade positiva da formação docente e do ensino de ciências/biologia atinente aos desafios do século XXI.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Temas capitais da educação a distância: nós e entrenós que tecem a rede da formação de professores(Universidade Federal do Pará, 2006-04-19) PINHEIRO, Sheila Costa Vilhena; ARAGÃO, Rosália Maria Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5651914385447486Este trabalho é sobre a prática de professores de matemática que atuam na educação de jovens e adultos (EJA). Trata-se de uma pesquisa qualitativa, cujo objetivo é identificar, por meio das falas dos professores, os saberes por eles produzidos em sua prática docente na EJA. Para a construção dos dados, realizamos entrevistas semi-estruturadas com seis professores de matemática da EJA e a aplicação de questionários para 48 alunos de uma escola do município de Belém/Pará. Dos diálogos que mantivemos com os professores de matemática da EJA emergiram saberes experienciais que desenvolvidos em sua prática na EJA. Os saberes experienciais dizem respeito ao uso de linguagem e metodologias adequadas aos alunos, à contextualização dos conteúdos matemáticos, ao resgate social dos alunos, entre outros. Por meio de suas experiências, os professores reelaboram e adaptam seus saberes com base nas peculiaridades de seus alunos da EJA e na reflexão que fazem sobre suas próprias práticas. As falas dos professores de matemática evidenciam sua insatisfação com os conhecimentos recebidos em sua formação inicial para ensinar na EJA, o que os faz manter em suas práticas, um constante processo de reflexão e auto- formação para atuar nessa modalidade de ensino. Para tanto, é importante que os professores estabeleçam, entre si, relações de parceria, tendo em vista a melhoria do ensino para os alunos da EJA, o que pode contribuir com a implementação do projeto político pedagógico nas escolas da EJA.
