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Navegando por Autor "PINHO, Vilma Aparecida de"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O lápis “cor da pele”, quem tem? Descrevendo experiências em relações raciais com crianças na educação infantil
    (Universidade Federal de Sergipe, 2017-12) PINHO, Vilma Aparecida de; PARENTE, Francilene de Aguiar; MEDEIROS, Oberdan da Silva; CARVALHO, Elen Mayara Bezerra de
    Este artigo é parte de uma pesquisa realizada no interior dos projetos do GEABI – Grupo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas cujo objetivo de intervenção no cotidiano escolar visa contribuir para a construção e afirmação de identidade das crianças ali inseridas e chamar a atenção das instituições de ensino para práticas pedagógicas que levem as crianças a ter conhecimento da cultura Afro-Brasileira e Africana. A metodologia da pesquisa-ação implementada em uma turma de Educação Infantil calcou-se nas linguagens artísticas como histórias de crianças negras em livros infantis como protagonistas e heróis, assim como materiais didáticos como massa de modelar e lápis de cor. As análises nuançadas pelos desenhos e discursos das crianças indicam que a questão racial trabalhada mediante o ensino comprometido com a diversidade cultural no cotidiano escolar contribui para a afirmação da identidade das crianças negras, e, por outro lado, foi possível observar que a valorização étnico-racial no currículo promove uma sociedade menos racista com possibilidades de reconhecer a diferença como diversidade e potencialidades humanas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    As leis nº. 10.639/03 e nº. 11.645/08: dos marcadores sociais da diferença à formação de professores indígenas e negros
    (Universidade do Oeste Paulista, 2018-12) PINHO, Vilma Aparecida de; PARENTE, Francilene de Aguiar
    Este artigo abordaa formação de professores no contexto da educação diferenciada no curso de Etnodesenvolvimento da Universidade Federal do Pará (UFPA). Baseado na Pedagogia da Alternância, o cursoé voltado para povos indígenas, quilombolas, negros e comunidades tradicionais. O estudo discute a importância desses sujeitos como agentes sociais para a proposição da transformação em suas coletividades e comunidades, nos diferentes espaços que ocupam e por onde circulam. O não lugar do indígena, do negro e do quilombola vivido na educação básica por nossos egressos demarca a força ideológica de uma epistemologia que obscurece a compreensão de sujeitos etnicamente diferenciados e da diversidade como perspectiva e lugar centralizado para pensar as relações sociais e viver em sociedade. Por meio da metodologia qualitativa,a pesquisa com foco nas trajetórias de vida indica que,na formação de professores, a perspectiva da educação para a diversidade tem sido observada na práticacomo estratégica desses docentes e das comunidades para o exercício do respeito à diferença. Além disso, esses indivíduos têm sido representados como professores, pesquisadores, articuladores políticos, dentre outras funções e papéis sociais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Representações de universitários sobre culturas originárias: o desafio da descolonização do currículo
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) MASCARENHA, Suely Aparecida do Nascimento; GARCIA, Fabiane Maia; PINHO, Vilma Aparecida de; BECERRIL, Luis Ernesto Solano
    As culturas humanas são milenárias integram o conjunto de saberes e cosmovisões da família humana. Integram a identidade dos povos e sua subjetividade social impactando sobre a construção da identidade individual que orienta o comportamento diante das situações cotidianas no âmbito público e privado. Este artigo, parte de uma investigação mais ampla realizada ao abrigo do PROCAD/AMAZONIA, CAPES/UFAM/UFMT/UFPA (Ref. Proc. 8881.314288/2019-0), objetiva apresentar representações de universitários de diferentes países (Brasil, México, Bolívia, Venezuela, Moçambique, Portugal, Espanha, República Dominicana e Colômbia) sobre a valorização das culturas de seus territórios. Participaram da pesquisa, observando procedimentos éticos internacionais n=881 universitários do sexo masculino e do sexo feminino. O instrumento próprio contendo questões abertas e fechadas foi respondido por meio da internet com apoio dos pesquisadores convidados. Os resultados demonstram percepção de baixa valorização das culturas originárias por parte dos universitários impactando em descontentamento entre os integrantes dessas culturas. Concluímos pela necessidade da criação de políticas públicas afirmativas para inclusão do estudo das culturas originárias de maneira efetiva nos currículos em geral.
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