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Navegando por Autor "PINTO, Aline Rafaella Sena"

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    Artigo de EventoAcesso aberto (Open Access)
    Agricultura urbana como alternativa de ocupação dos espaços públicos: o projeto cidades sem-fome como um protótipo à Belém – PA
    (Universidade da Amazônia, 2020-11) ROSA, Ciria Cristiane da; PINTO, Aline Rafaella Sena; MONTEIRO, Sandy Lorena Costa
    O Projeto Cidades Sem-fome foi elaborado em 2003 na capital paulistana São Paulo. Neste, os terrenos públicos e privados através do regime de comodato são concedidos às áreas de interesses sociais, para fins de implantação das hortas comunitárias, as quais são tratadas pelos moradores que se encontram em situação de vulnerabilidade social, assim essas contribuem com a segurança alimentar e nutricional e também oferece a possibilidade da geração de emprego e renda através da comercialização. Em Belém, no Pará, existem espaços públicos e privados ociosos e em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) avaliou as potencialidades de uma agricultura urbana no entorno da Instituição, esta localizada no Bairro Montese. Neste, existe um linhão de energia elétrica, o Projeto Cidades Sem-fome também desenvolve a agricultura urbana nos linhões de energia da Enel em São Paulo. Assim, o objetivo do presente trabalho é verificar as possibilidades de implementação de um Projeto como o Cidades Sem fome no Bairro Montese. Para isso, foi realizado uma análise a partir da pesquisa da UFRA as quais mostram as potencialidades, os desafios e dificuldades e os possíveis parceiros do Projeto similar ao que ocorre em São Paulo. Também foram consultados documentos jurídicos os quais seus dispositivos que possibilitam a atividade da agricultura urbana à Belém. Em 2017, já houve a tentativa de aprovar uma de legislação específica da temática, mas fora rejeitada o que de certa forma se torna algo difícil a ser implementado por parte de uma governança pública
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Territórios globais de extração: as infraestruturas logísticas da soja e a transformação socioterritorial de Santarém e do distrito de Miritituba, Itaituba (PA) (2000-2022)
    (Universidade Federal do Pará, 2025-05-07) PINTO, Aline Rafaella Sena; FERRANDO, Tomaso; VECCHIONE GONÇALVES, Marcela; http://lattes.cnpq.br/9274854854102856; FERRANDO, Tomaso; CASTRO, Edna Maria Ramos de; FOLHES, Ricardo Theophilo; KATO, Karina Yoshie Martins; GARVEY, Brian Gerard; http://lattes.cnpq.br/; http://lattes.cnpq.br/4702941668727146; http://lattes.cnpq.br/5612208724254738; http://lattes.cnpq.br/1487027132879542; http://lattes.cnpq.br/8782296224740102; https://orcid.org/0000; https://orcid.org/0000; https://orcid.org/0000; https://orcid.org/0000-0002-2963-8361; https://orcid.org/0000
    O Brasil se consolidou como o maior produtor e exportador de soja do mundo, sendo o estado de Mato Grosso o principal responsável pela produção nacional. Contudo, a expansão dessa commodity avança sobre o território paraense, especialmente por meio da territorialização do corredor logístico Arco Norte – Eixo Tapajós, na área de influência da BR-163, no Oeste do Pará. A produção de soja e sua logística de escoamento são articuladas por Redes de Produção Global (RPG), gerando efeitos socioterritoriais significativos, como o desmatamento e o cercamento de Terras Indígenas e territórios de povos e comunidades tradicionais. Essa expansão não ocorre de forma espontânea, mas é resultado de um planejamento estratégico parte do nexo Capital-Estado que, através do estabelecimento de marcos regulatórios como o Novo Código Florestal e a Nova Lei dos Portos, cria condições para reconfigurações espaciais à serviço da RPG. Dessa forma, essa pesquisa analisou, por meio de métodos mistos, como se estruturam os núcleos regionais da Rede Global de Produção da Soja na área estudada, sob o argumento de que quando essa estruturação ocorre, conformam-se territórios de extração. A formação e constituição dos territórios dessa forma (de extração) será explicada ao longo de cada um dos capítulos, levando em consideração mecanismos distintos em lugares diferentes, e demonstrando seus desdobramentos socioespaciais e políticos em Santarém e no distrito de Miritituba, em Itaituba (PA). Além de contribuir com o projeto “Environmental Policies Across Commodities Chains (EPICC): Comparing multi-level governance for Biodiversity Protection and Climate Action in Brazil, Colombia, and Indonesia” na identificação de territórios globais de extração e seus efeitos associados.
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