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Navegando por Autor "PINTO, Paulo Moreira"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Políticas de turismo e sustentabilidade em comunidades tradicionais: perspectivas conceituais
    (Universidade Federal do Pará, 2007-04) PINTO, Paulo Moreira
    O contexto das políticas governamentais de turismo no Brasil e na Amazônia, analisando suas implicações na realidade política e administrativa das comunidades tradicionais e sua imbricação com a sustentabilidade histórica dessas populações em sua relação com o ambiente natural. Trata-se de uma pesquisa exploratória e que, para alcançar seu objetivo, descreve a trajetória das políticas governamentais de turismo no Brasil e, particularmente, na Amazônia, confrontando-as com os referenciais teóricos que sustentam a formulação das políticas governamentais. Como é o caso da perspectiva teórica do turismo sustentável, que permeia os novos segmentos de turismo e prevê a inserção da participação comunitária como um elemento importante para a consecução das políticas de turismo.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Políticas públicas de turismo na Pan-Amazônia: processos de gestão local em áreas protegidas na tríplice fronteira do Brasil, Colômbia e Peru
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-31) PINTO, Paulo Moreira; SIMONIAN, Ligia Terezinha Lopes; http://lattes.cnpq.br/6620574987436911
    A tese realiza análise comparativa sobre os processos de inserção da participação comunitária na gestão local e a sua repercussão em políticas públicas de turismo em áreas protegidas da tríplice fronteira do Brasil, Colômbia e Peru. Tal fato está centrado na premissa de que o fenômeno do turismo enquanto elemento da vida administrada, ou seja, de política, envolve uma série de processos de caráter formal e informal. Isto por que o pressuposto é de que o setor turístico – setor terciário da economia – encontra-se eivado das adequações mercadológicas que se apresentam como parte de sua gênese e, portanto, envoltas nas manifestações de relações de poder mais diversificadas. Desse modo, os segmentos distintos de prática da atividade turística também estão impregnados de relações de conflito. Decorrente disso é que as políticas públicas para o setor turismo, como em qualquer outra atividade administrada, encontram-se envoltas na centralidade do poder constituído espelhando suas ações e decisões. As modalidades novas de se realizar o deslocamento turístico, sobretudo as que estão ligadas ao uso dos recursos naturais, como o realizado em áreas protegidas, baseiam-se na sustentabilidade biossociocultural como maneira de mitigação dos impactos negativos da atividade. Nesse caso, as comunidades indígenas que habitam as áreas do interior ou entorno dessas áreas buscam ser incluídas nos processos de participação para fazer frente a lutas por direitos historicamente usurpados. Desse fato é que surgem as instâncias de gestão com descentralização como uma perspectiva de resistência ao establishment configurando um processo novo para a pesquisa em turismo. Assim como, a busca incessante por mercados novos proporciona a abertura de fronteiras conformando geopolíticas constantemente tencionadas e propensas a todo o tipo de conflitos e violências.
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