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Navegando por Autor "PIRES, Marcus Alexandre Borges"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Early larval development in the laboratory of Alpheus estuariensis (Crustacea: Caridea) from the Amazon Region
    (2008-06) PIRES, Marcus Alexandre Borges; ABRUNHOSA, Fernando Araujo; MACIEL, Cristiana Ramalho
    O presente estudo descreve e ilustra em detalhes os quatro primeiros estágios de Alpheus estuariensis Christoffersen, 1984 a partir de larvas cultivadas em laboratório. Duas fêmeas ovígeras foram coletadas no canal de maré do estuário de Bragança, estado do Pará, nordeste do Brasil. Após a eclosão, as larvas foram colocadas em pequenos recipientes (com 10 larvas em cada). As fêmeas foram depositadas no Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG 0803) e as larvas de cada estágio larval no Museu zoológico da Universidade de São Paulo (MUSP18452). Foram dissecadas 10 larvas e exúvias com finas agulhas sob um microscópio ocular. Comparações morfológicas com outros estudos reportados sobre o desenvolvimento larval de espécies de Alpheus são brevemente discutidas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Larval development of Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 (Decapoda: Thalassinidea) from the Amazon region, reared in the laboratory
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2005) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; PIRES, Marcus Alexandre Borges; LIMA, Jô de Farias; COELHO FILHO, Petrônio Alves
    O desenvolvimento completo de Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 foi descrito e ilustrado em detalhes a partir de espécimens cultivados em laboratório. Fêmeas ovígeras foram coletadas na ilha de Canela nordeste do Estado do Pará. As larvas eclodem como prezoea e o desenvolvimento larval consiste de 3 estágios de zoea e 1 de megalopa. O desenvolvimento dos 3 estágios de zoea durou em média de 69 a 111 horas. A duração de megalopa foi cerca de 185 horas (cerca de 8 dias). O primeiro juvenil foi alcançado em 254 horas (cerca de 10 dias) após a eclosão. Comparações morfológicas com espécies do mesmo gênero são discutidas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A note on the occurrence of praniza larvae of Gnathiidae (Crustacea, Isopoda) on fishes from Northeast of Pará, Brazil
    (2008-12) DINIZ, Daniel Guerreiro; VARELLA, Jamille Elzira de Almeida; HOSHINO, Maria Danielle Figueiredo Guimarães; SANTOS, Arthur Felipe Lima dos; FUJIMOTO, Rodrigo Yudi; MONFORT, Karla Cibele Fragoso; PIRES, Marcus Alexandre Borges; MARTINS, Maurício Laterça; EIRAS, Jorge Costa
    Foi estudada a parasitose dos peixes estuarinos Mugil gaimardianus Desmarest, 1831 (Mugilidae), Arius phrygiatus Valenciennes, 1839 (Ariidae), Conodon nobilis Linnaeus, 1759 (Haemulidae), Cetengraulis edentulus Cuvier, 1829 (Engraulidae), e Anableps anableps Linnaeus, 1758 (Anablepidae) por larvas praniza de Gnathiidae (Crustacea, Isopoda) em exemplares pescados no Oceano Atlântico, no Nordeste do Pará, próximo a Bragança, Brasil. O valor mais elevado da prevalência da infecção foi observado em A. anableps (42,3%) e o menor em C. nobilis (9,1%). A intensidade média da parasitose variou entre 1 parasita em C. nobilis até 19,5 em A. phrygiatus. Efetua-se a descrição da larva, verificando-se que a morfologia da armadura bucal está relacionada com a atividade sugadora de sangue, e faz-se a comparação com as características de outras espécies.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Occurrence of Cymbasoma longispinosum Bourne, 1890 (Copepoda: Monstrilloida) in the Curuçá River estuary (Amazon Littoral)
    (2010-09) LEITE, Natália da Rocha; PEREIRA, Luci Cajueiro Carneiro; ABRUNHOSA, Fernando Araujo; PIRES, Marcus Alexandre Borges; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da
    O presente trabalho foi desenvolvido para verificar a ocorrência e distribuição de Cymbasoma longispinosum Bourne, 1890 em um estuário tropical amazônico da região norte do Brasil. As coletas foram realizadas bimestralmente de julho/2003 a julho/2004 em dois diferentes transectos (rios Muriá e Curuçá) situados ao longo do estuário do Curuçá (Pará, Norte do Brasil). Amostras foram coletadas durante marés de quadratura por intermédio de arrastos com redes de plâncton de 200μm de abertura de malha, através de um pequeno barco a motor (1 a 1,5 knots). Amostras adicionais de água subsuperficial foram coletadas para determinação dos parâmetros ambientais. Machos e fêmeas de C. longispinosum foram observados apenas durante os meses de setembro e novembro/2003. O maior número de organismos foi encontrado em setembro/2003, no transecto do rio Muriá. A presença de C. longispinosum nas amostras obtidas durante setembro e novembro/2003 poderia estar provavelmente relacionada ao período reprodutivo desta espécie no estuário estudado, o qual está diretamente relacionado ao período seco na região. Os mais elevados valores de salinidade, bem como os elevados números de indivíduos observados no mês de setembro/2003 confirmam a suposição anterior, visto que nenhum indivíduo de C. longispinosum foi registrado durante os meses que incluem o período chuvoso (janeiro a junho).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    The early larval development of the tropical reef lobster Enoplometopus antillensis Lütken (Astacidea, Enoplometopidae) reared in the laboratory
    (2007-06) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; SANTANA, Max William de Pinho; PIRES, Marcus Alexandre Borges
    Os estágios iniciais da lagosta tropical Enoplometopus antillensis Lütken, 1865 foram descritos e ilustrados a partir de espécimes cultivados em laboratório. Fêmeas ovígeras foram capturadas em seu habitat, na profundidade cerca de 15 metros e transportadas para o laboratório. As larvas foram cultivadas em tanques de água recirculante por aproximadamente 15 dias e, então transferidas para quatro aquários (capacidade 10 litros). As larvas foram alimentadas com náuplios de Artemia sp. recém eclodidos. A microalga Dunaliella viridis AUTOR foi diariamente adicionada no cultivo. As larvas mudaram sete vezes alcançando o zoea VIII. O estágio megalopa não foi obtido. O período de intermuda de cada estágio variou de cerca de oito a 12 dias. Comparações morfológicas com trabalhos anteriores são brevemente discutidas.
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