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Navegando por Autor "RIBEIRO, Domingos Antonio Feitosa"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    De que Amazônia vocês estão falando?: a categoria Amazônia para o Banco Mundial e o BNDES
    (Universidade Federal do Pará, 2019-11-22) RIBEIRO, Domingos Antonio Feitosa; CASTRO, Edna Maria Ramos de
    A categoria Amazônia é tratada de diversas maneiras por diversas pessoas, logo, se faz necessário, compreender como o Banco Mundial e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entendem a Amazônia. O que é a Amazônia para o Banco Mundial e o BNDES? Como eles pensam a Amazônia? Os conceitos de Amazônia para os dois bancos se alteram no tempo? Quantos conceitos os dois bancos usam para Amazônia? Como eles veem a Amazônia? O objetivo é compreender como o Banco Mundial e o BNDES entendem a Amazônia. Este objetivo geral, desdobra-se em outros que seriam entender a história da Amazônia; analisar os documentos do Banco Mundial que tratam sobre Amazônia; estudar os documentos do BNDES que abordam a categoria Amazônia. Para atingir tais objetivos utiliza-se os documentos que tratem a Amazônia e estão disponibilizados para o debate público nos portais dos dois bancos. São quatro hipóteses levantadas: tanto o Banco Mundial quanto o BNDES entendem a Amazônia como uma fonte de recursos naturais disponíveis ao mercado mundial; a definição da categoria Amazônia tanto para o Banco Mundial quanto para o BNDES perpassa pela dependência da Amazônia ao mercado mundial; há um projeto comum entre o Banco Mundial e o BNDES sobre e para Amazônia e, que, por fim, o Banco Mundial continua a ditar, financiar e projetar o futuro da Amazônia. A categoria Amazônia varia com o tempo de produção e reprodução do capital mundial, pois num dado momento era uma região "vazia" pronta para ser explorada e ocupada, enquanto em outro momento é uma região de recursos naturais que precisam ser preservados, mas sem descolar da "vocação" exportadora de bens primários ou semielaborados abastecendo os grandes centros do mercado mundial e nacional, enquanto as promessas realizadas pelos dois bancos de desenvolvimento não chegam. Durante esta espera, surge, tanto no Banco Mundial quanto no BNDES, a ideia, também destinada à Amazônia, de "desenvolvimento sustentável". Para aquele o "desenvolvimento sustentável" é a redenção dos pecados cometidos durante os anos 1970 e 1980, pois o Banco Mundial não fez a mea culpa dos financiamentos que deu e dos projetos que fez na Amazônia neste período. Já para o BNDES que nasce com um pé na preocupação da "questão ambiental" o caminho não é tão difícil, em que pese fazer o inverso do que o Banco Mundial fez, e só fizeram porque era o que tinha que se fazer. O conceito de Amazônia é variável para o Banco Mundial e o BNDES, depende do que o capital, em sua totalidade, deseja para o momento.
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