Navegando por Autor "RODRIGUES, Phelipe da Silva"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Desigualdade de renda, desemprego e pobreza nas regiões metropolitanas do Brasil: uma perspectiva heterodoxa(Associação Keynesiana Brasileira, 2019) CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira; RODRIGUES, Phelipe da SilvaO presente trabalho tem como objetivo tratar sob a ótica teórica e, também, empírica a questão da evolução da desigualdade de renda, do desemprego e da pobreza nas regiões metropolitanas brasileiras no período de 2001 a 2011. Para isso, é preciso resgatar o arcabouço teórico proveniente das teorias de John Maynard Keynes e, inclusive, Hyman Philip Minsky. A principal conclusão é que o diagnóstico social, neste período, demonstrou uma impactante redução da desigualdade de renda e da pobreza. Percebe-se, deste modo, que a redução das desigualdades de renda são parâmetros de extrema importância para a própria ampliação do mercado doméstico nacional. Por outro lado, os programas de transferência de renda familiar, como o Bolsa Família, têm contribuído à redução da pobreza absoluta. Por fim, não menos importante, os resultados obtidos, por meio dos indicadores sociais, puderam atestar este fato.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Risco, incerteza e expectativa na dinâmica dos eventos de uma economia capitalista na perspectiva de Keynes e Knight(Grupo de Estudos em Economia Política e História Econômica, 2019-01) CARVALHO, André Cutrim; RODRIGUES, Phelipe da Silva; CARVALHO, David FerreiraO objetivo fundamental deste artigo é discutir sob a égide dos conceitos de risco, incerteza e expectativa, a dinâmica dos eventos econômicos e como estes influenciam em seus comportamentos, tendo como base para essa importante reflexão a concepção de John Maynard Keynes e Frank Hyneman Knight. A principal conclusão é que o fenômeno da(s) crise(s) econômicas é, historicamente, indissociável a economia capitalista, logo é inegável a observância do conceito de risco e incerteza pela economia e que, mesmo os agentes econômicos agindo de forma racional diante da formação de suas expectativas para a tomada de decisão ex ante em um ambiente de incerteza, ainda assim, a economia estará suscetível aos efeitos (negativos) de uma crise, pois um estado de euforia, somado a uma conduta irracional dos agentes econômicos, pode provocar como resultado ex post um quadro de instabilidade econômico-financeira, política e social.
