Navegando por Autor "ROSA, Alexandre Antonio Marques"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação da retinopatia hipertensiva através do potencial oscilatório do eletrorretinograma(2008-02) NEGRETTO, Alan Diego; ROSA, Alexandre Antonio Marques; NAKASHIMA, Augusto Akio; ORTEGA, Kátia Coelho; MION JÚNIOR, Décio; OYAMADA, Maria Kiyoko; NAKASHIMA, YoshitakaOBJETIVO: Avaliar o comportamento do potencial oscilatório escotópico do eletrorretinograma de campo total (ERG) na retinopatia hipertensiva. MÉTODOS: Quarenta e quatro pacientes foram submetidos à avaliação clínica e subdivididos em dois grupos: 26 hipertensos (HT) com média de idade de 52,23 ± 5,79 anos divididos em 10 homens (38,46%) e 16 mulheres (61,54%) e 18 normotensos (NT) com média de idade de 51,79 ± 10,23 anos divididos em 5 homens (27,78%) e 13 mulheres (72,22%). Foram incluídos no estudo apenas hipertensos leves a moderados (estágio 1 e 2 respectivamente) sem lesões em outro órgão-alvo.Os pacientes hipertensos foram mantidos sob placebo durante o período do estudo. Em seguida, foram submetidos à avaliação oftalmológica e realização do ERG. O eletrorretinograma de campo total (ERG), com registro das respostas: escotópica, escotópica máxima, PO escotópico, fotópica e "flicker". Para análise da resposta do PO foi considerada a latência dos dois primeiros picos e o valor médio da amplitude dos três picos do complexo de três respostas consecutivas, denominado índice oscilatório (IO). RESULTADOS: A hipertensão arterial acometia 26 (59,1%) dos pacientes, ao passo que 18 (40,9%) eram normotensos. A média do IO obtido foi de 257,41µV no grupo de NT e de 217,81 µV no HT (p=0,006). As médias de latências obtidas para os picos 1 (NT-18,42 ms e HT-17,91 ms) e 2 (NT-24,54 ms e HT- 24,29 ms) não foram diferentes entre os grupos (p>0,05). CONCLUSÃO: Os hipertensos apresentam índice oscilatório significativamente menor que os normotensos, sugerindo que a hipertensão arterial pode ocasionar disfunção da retina interna.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Life quality assessment of patients after phacoemulsification or extracapsular cataract extraction(2014-02) MENDONÇA, Paula Teixeira de; MENDONÇA, Leonardo Teixeira de; ROSA, Alexandre Antonio Marques; SILVEIRA, Luiz Carlos de LimaMétodos: O trabalho foi realizado no Serviço de Oftalmologia do Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza, Belém, Pará, Brasil. O desenho experimental consistiu em séries de casos comparados. O estudo incluiu 60 indivíduos com catarata. Metade dos pacientes foi submetida à extração de catarata extracapsular convencional (ECEE) e a outra metade à extração de catarata por facoemulsificação (PHACO). Os pacientes foram entrevistados usando-se o questionário Visual Function 14 (VF-14) para determinar a qualidade de vida antes e 30 dias depois da cirurgia. Os resultados do exame oftalmológico foram registrados no arquivo de cada paciente e disponibilizados ao longo do trabalho. Foram usados análise de variância simples e comparação post-hoc com teste de Tukey e teste dos sinais para a análise estatística dos resultados. Resultados: O índice de satisfação médio VF-14 foi 38,0 e 89,4 antes e após a cirurgia, respectivamente, para o grupo ECEE, sendo 47,0 e 94,1 para o grupo PHACO. A melhora na qualidade de vida após a cirurgia foi significativa em ambos os grupos de pacientes (p<0,0001), tendo sido semelhante em ambos os grupos. Conclusão: A melhora observada na qualidade de vida avaliada foi significativa e diretamente relacionada à satisfação dos pacientes com os resultados da cirurgia, a qual também foi significativa (p<0,0001). A satisfação e a qualidade de vida são fatores individuais. Consequentemente, as respostas dos pacientes relativas à melhoria em cada atividade são subjetivas e dependem unicamente da percepção individual.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Neuroretinite unilateral subaguda difusa (DUSN): atualização continuada(Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 2013) ROSA, Alexandre Antonio Marques; RODRIGUES NETO, Taurino dos SantosA neurorretinite subaguda difusa unilateral (DUSN) é uma forma de uveíte que pode potencialmente levar à cegueira. No Brasil e em outras partes da América do Sul, a neurorretinite subaguda difusa unilateral cada vez mais é considerada uma causa importante de uveíte posterior em crianças e em adultos jovens e saudáveis. Se diagnosticada e tratada ainda em fase inicial, permite uma resolução dos sintomas com melhora da acuidade visual. Caso progrida para a fase tardia, poderá acarretar uma perda visual significativa. Nesse estudo, por meio de uma revisão da literatura, descreve-se as principais características desta doença, incluindo os seguintes aspectos: histórico, etiologia, fisiopatologia, quadro clínico, diagnóstico, diagnóstico diferencial e tratamento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Optical coherence tomography and multifocal electroretinography of patients with advanced neovascular age related macular degeneration before, during, and after treatment with ranibizumab(Universidade Federal do Pará, 2015-06-02) ALMEIDA, Izabela Negrão Frota de; ALMEIDA, Luciana Negrão Frota de; SOBRINHO, Edmundo Frota de Almeida; GOMES, Bruno Duarte; SOUZA, Givago da Silva; ROSA, Alexandre Antonio Marques; SILVEIRA, Luiz Carlos de LimaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Prevalência de hipertensão arterial em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina(2008-04) ROSA, Alexandre Antonio Marques; ORTEGA, Kátia Coelho; MION JÚNIOR, Décio; NAKASHIMA, YoshitakaOBJETIVOS: Identificar em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina utilizando a monitorização ambulatorial da pressão arterial e medidas clínicas da pressão arterial: prevalência de hipertensão e o perfil noturno da pressão arterial. MÉTODOS: Prospectivamente, 93 olhos de 83 pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina foram submetidos à avaliação oftalmológica. Após, os pacientes foram encaminhados para avaliação clínica e monitorização da pressão arterial. Pacientes sem descenso da pressão durante o sono ("non-dipper") foram definidos como um declínio na pressão arterial sistólica < 10%, e pacientes com descenso presente ("dipper") quando este valor fosse superior. RESULTADOS: A doença acometeu um olho em 73 (88%) pacientes. O ramo temporal superior foi o local da oclusão em 61 (65,6%) olhos, no restante o ramo temporal inferior foi afetado. Setenta e seis (92%) pacientes formam diagnosticados como hipertensos após a avaliação clínica. A monitorização ambulatorial da pressão arterial identificou 76 hipertensos, 5 normotensos, 1 hipertenso do avental branco e 1 hipertenso mascarado. Estes 2 últimos foram excluídos da análise. Dos 81 pacientes, analisados. Quarenta (49%) eram "dippers" e 41 (51%) "non-dippers". Entre os hipertensos (n=76), 36 (47,4%) eram "dippers" e 40 (52,6%) "non-dippers". CONCLUSÃO: Prevalência de hipertensão arterial em nosso estudo foi extremamente elevada (92,8%), que sugere que a fisiopatologia da doença tem íntima relação com as alterações promovidas pela hipertensão. Pouco mais da metade dos hipertensos eram "non-dipper" (n=40; 52,6%). Estas evidências sugerem que um nível sustentado de pressão arterial possa ser um fator de risco adicional para a oclusão do ramo da veia central da retina.
