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Navegando por Autor "RUFFEIL, Tiago Octavio Begot"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação dos efeitos de monocultura de palma de dendê na estrutura do habitat e na diversidade de peixes de riachos amazônicos
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-30) RUFFEIL, Tiago Octavio Begot; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis; http://lattes.cnpq.br/4936237097107099
    O cultivo de palma de dendê na Amazônia vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, alterando as características naturais da paisagem e constituindo uma possível ameaça à biodiversidade. As alterações provocadas se estendem aos ecossistemas aquáticos, que por serem altamente relacionados com a vegetação adjacente, também sofrem os impactos decorrentes dessa prática agrícola, como alterações na estrutura do habitat físico, afetando a distribuição das espécies e os processos ecossistêmicos. Com isso, estudos que avaliam o impacto dessa monocultura na Amazônia são fundamentais para subsidiar estratégias mais eficientes para a redução dos impactos e a manutenção da biodiversidade. Sendo assim, esta tese busca responder as seguintes perguntas: 1) Quais as diferenças entre riachos que drenam plantações de palma de dendê e fragmentos florestais quanto às estruturas do hábitat e das assembleias de peixes? 2) Quais os efeitos da substituição da floresta na paisagem por palma de dendê na estrutura física do habitat, bem como na diversidade taxonômica de peixes de riachos neotropicais? 3) Como os padrões de diversidade, taxonômica e funcional, das assembleias de peixes de riachos amazônicos respondem às alterações ambientais, do habitat físico e da paisagem, provocadas pela monocultura de palma de dendê? Para responder a essas questões foram amostrados e analisados 39 riachos na Amazônia Oriental. Para a caracterização do habitat físico de riachos foi aplicado um extenso protocolo da avaliação, gerando 238 variáveis ambientais do habitat, além da utilização de características da paisagem baseadas na porcentagem de usos de solo adjacente aos riachos. Para a coleta dos peixes utilizou-se rede de mão pelo período de seis horas em cada riacho. Foram tomadas medidas morfológicas e informações ecológicas das espécies coletadas para posterior cálculo dos atributos funcionais referentes ao terceiro capítulo. Com os resultados obtidos, verificou-se que as monoculturas de palma de dendê afetam a estrutura do habitat físico de riachos, modificando principalmente a morfologia do canal, a estrutura do substrato e a oferta de micro-habitat, como presença de madeiras e raízes. Consequentemente, a distribuição das espécies de peixes foi afetada, resultando em mudanças na estrutura das assembleias de peixes. Por outro lado, não foram registradas alterações na estrutura funcional dessas assembleias. Em resumo, estes resultados auxiliam a idenficar alguns problemas ocasionados pela expansão da palma de dendê na Amazônia, gerando conhecimento necessário para uma produção mais sustentável, minimizando os impactos ambientais e, consequentemente, protegendo a biodiversidade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Ecomorphological patterns of the fishes inhabiting the tide pools of the Amazonian Coastal Zone, Brazil
    (2013) SOARES, Bruno Eleres; RUFFEIL, Tiago Octavio Begot; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis
    Identificamos padrões ecomorfológicos que refletem a ecologia de espécies encontradas em poças de maré na Zona Costeira Amazônica (ZCA). Indivíduos de 19 espécies foram coletados no estado do Pará durante duas expedições em 2011. Foram estabelecidas dominância, grau de residência, guildas tróficas e tomadas medidas morfométricas de até 10 indivíduos de cada espécie. Calculou-se 23 atributos ecomorfológicos relacionados à locomoção, posição e forrageio, utilizados para o cálculo da distância ecomorfológica. Foram utilizadas Análises de Componentes Principais (PCA) para avaliar que atributos ecomorfológicos explicaram a variação entre as espécies. O teste de Mantel foi utilizado para testar a correlação da distância taxonômica com a morfologia das espécies e um teste de Mantel parcial para avaliar a correlação das guildas tróficas com os padrões ecomorfológicos, controlando-se o efeito da distância taxonômica entre as espécies. Nas análises formaram-se dois eixos principais para variação em relação aos padrões de locomoção, correlacionados à largura do pedúnculo caudal e formato da nadadeira anal, ocorrendo influência da distância taxonômica entre as espécies nos padrões ecomorfológicos. Espécies dominantes e residentes apresentaram menor capacidade de natação contínua. Quanto à posição na coluna d'água, formaram-se dois eixos principais da variação, correlacionados à posição do olho, área da nadadeira pélvica e formato do corpo, ocorrendo influência da distância taxônomica entre as espécies nas dissimilaridades morfológicas. A PCA agrupou espécies de hábito pelágico com espécies de hábito bentônico. Em relação ao forrageio, formaram-se dois eixos principais da variação, correlacionados ao tamanho da boca, tamanho do olho e comprimento do trato digestório. Espécies de diferentes guildas permaneceram agrupadas, sugerindo fraca relação da morfologia com o forrageio e não houve influência da distância taxonômica nas dissimilaridades nas guildas tróficas. Espécies residentes e dominantes em poças de maré na ZCA apresentam hábito sedentário, ocorrendo pouca influência da distância taxonômica nos padrões ecomorfológicos que se referem à posição na coluna d'água e locomoção, demonstrando que espécies distantes filogeneticamente podem apresentar padrões ecomorfológicos similares, e a morfologia demonstrou-se como fraca preditora das táticas de forrageio.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Effect of waterfalls and the flood pulse on the structure of fish assemblages of the middle Xingu River in the eastern Amazon basin
    (Instituto Internacional de Ecologia, 2015-08) BARBOSA, Thiago Augusto Pedroso; BENONE, Naraiana Loureiro; RUFFEIL, Tiago Octavio Begot; GONÇALVES, Alany Pedrosa; SOUSA, Leandro Melo de; GIARRIZZO, Tommaso; JUEN, Leandro; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis
    A estrutura da ictiofauna em rios neotropicais é constantemente influenciada por fatores ambientais, espaciais e/ou temporais, uma vez que as espécies tendem a ocupar ambientes com condições favoráveis à sua sobrevivência. Dessa forma, esta pesquisa tem como objetivo responder qual o principal fator responsável pela estruturação das assembleias de peixes no Médio Rio Xingu, testando a influência dos fatores ambientais, espaciais e temporais, além da presença de barreiras naturais (cachoeiras). Os dados foram coletados, trimestralmente, entre os meses de julho de 2012 e abril de 2013, utilizando redes de emalhe de tamanhos de malha variados. Foram mensuradas 17 variáveis ambientais. Foram coletados 8.485 indivíduos distribuídos em 188 espécies. Observou-se que sólidos dissolvidos totais, condutividade, material em suspensão total e oxigênio dissolvido foram as variáveis que mais influenciaram a ictiofauna do médio Rio Xingu. Observou-se que apenas as barreiras naturais e os períodos hidrológicos foram determinantes, ocorrendo tanto variação longitudinal quanto lateral, ficando claro que a conectividade entre os diferentes trechos do médio rio Xingu é de suma importância na estruturação das assembleias de peixes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A ictiofauna de poças rochosas de maré: padrões de distribuição associados ao espaço e ambiente
    (Universidade Federal do Pará, 2012) RUFFEIL, Tiago Octavio Begot; MONTAG, Luciano Fogaça de Assis; http://lattes.cnpq.br/4936237097107099
    Em estudos com comunidades biológicas, a busca por padrões de ocorrência e distribuição das espécies vêm ganhando espaço em pesquisas realizadas nas últimas décadas. O conhecimento da estrutura das comunidades e suas relações, associados às interações desses organismos com o meio ambiente, fornecem subsídios necessários para a manutenção dessas comunidades, bem como informações relevantes em planos de conservação e manejo. Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi avaliar o efeito do ambiente e do espaço na estruturação da assembleia de peixes de poças rochosas de maré, descrevendo o padrão de ocupação das espécies nesse ambiente, testando a hipótese de que o espaço possui maior efeito na estruturação da ictiofauna. Foram amostradas 80 poças rochosas ao longo da Zona Costeira Amazônica, sendo 40 no período de maior precipitação e 40 no período de estiagem de 2011. Estas poças estão localizadas em cinco praias do litoral paraense e foram mensuradas quanto ao volume, a distância da margem e as variáveis físico-químicas da água, como pH, temperatura e salinidade. Foram coligidos 1.311 peixes, sendo 633 indivíduos na chuva e 648 na estiagem. Os indivíduos estão distribuídos em nove ordens, 14 famílias e 21 espécies, sendo a Ordem Perciformes a ordem mais abundante, com B. soporator e L. jocu sendo as espécies mais representativas. Os resultados obtidos na rotina BioEnv evidenciaram que as variáveis abióticas pH, temperatura e volume são responsáveis pela estruturação da comunidade. O cálculo da diversidade β evidenciou uma ampla variação de dados, abrangendo desde a substituição total das espécies até comunidades idênticas entre si, quanto à ocorrência e abundância. A DCA evidenciou que o período pluviométrico não é determinante na distribuição das espécies, uma vez que não há diferença na composição entre os dois períodos. O efeito do espaço e do ambiente sobre a comunidade foi pequeno, uma vez que a maior parte da variação não foi explicada utilizando-se todas as variáveis ambientais, como em uma segunda análise, em que só foram utilizadas as variáveis definidas pela rotina BioEnv. Seguindo o mesmo padrão, a pRDA apenas para as variáveis mais correlacionadas evidenciou que: 6% respondem ao ambiente, 4% ao espaço, 2% ao ambiente e espaço e 88% são outros fatores. Os resultados obtidos nessas análises comprovam que os fatores abióticos mensurados, bem como a distância entre as amostras, não são determinantes na composição e distribuição da ictiofauna em poças rochosas, refutando assim a hipótese de que o espaço possui efeito na estruturação da ictiofauna, uma vez que as condições ambientais sofrem constantes perturbações ocasionadas pelo movimento de marés. Sendo assim, as espécies que ocupam esse ambiente se mostram adaptadas, e por isso, não teriam sua distribuição afetada pela variação dos parâmetros ambientais nessa escala de estudo, respondendo somente ao efeito do espaço.
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