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Navegando por Autor "SABINO, Elianne Barreto"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Assistência e a educação de meninas desvalidas no Colégio Nossa Senhora do Amparo na Província do Grão-Pará (1860 -1889)
    (Universidade Federal do Pará, 2012) SABINO, Elianne Barreto; ALVES, Laura Maria Silva Araújo; http://lattes.cnpq.br/6009592378453661
    A presente pesquisa visa resgatar a história social e educacional do Colégio Nossa Senhora do Amparo, instituição pública que atendia crianças pobres na Província do Grão Pará, no período de 1860 a 1889. Criada para instruir, abrigar e educar as meninas pobres, a referida instituição foi pensada a partir de uma política de higienizar e de estabelecer ordem na Província do Grão-Pará, pois muitas crianças dormiam e viviam nas ruas, nos becos e em cortiços. Deste modo, as questões que norteiam esse estudo são: Que significado a instituição Nossa Senhora do Amparo teve para a sociedade paraense nesse período de 1860-1889? Que propósito educacional, político e social se tinha com a manutenção do Colégio Nossa Senhora do Amparo? Que concepção de infância desvalida encontra-se presente nos documentos do Colégio de Nossa Senhora do Amparo? Que atividades educativas foram implementadas no Colégio Nossa Senhora do Amparo? Para tentarmos responder tais questionamentos o objetivo principal deste estudo é compreender a instrução dada no Colégio Nossa Senhora do Amparo para as crianças desvalidas na província do Grão-Pará entre os anos 1860 a 1889. Portanto, a partir desse objetivo maior pretendemos: 1- compreender o significado da instrução para as crianças desvalidas na província do Grão-Pará entre os anos 1860 a 1890, no Colégio Nossa Senhora do Amparo para sociedade paraense; 2- verificar a concepção de infância desvalida nos documentos do Colégio Nossa Senhora do Amparo; 3- analisar as atividades educativas implementadas no Colégio Nossa Senhora do Amparo nas instruções para as crianças desvalidas. O corpus da pesquisa abrange aproximadamente seiscentos e sessenta documentos que foram levantados no Arquivo Público do Pará e na Biblioteca Pública Arthur Vianna (CENTUR), dos quais selecionamos, por hora, os documentos que se referem ao Estatuto de 1868, ao Regimento Interno de 1869, relatórios da provedoria do Colégio, pedido de admissão e desligamento do colégio das meninas e outros. A análise dar-se-á à luz da história Cultural teorizada por Chartier, que entende como práticas culturais não apenas a produção de um texto, ou uma modalidade de ensino, mas também os modos como, em uma dada sociedade, os homens vivem, comem, vestem, falam e calam-se. Os dados revelam que o referido colégio foi criando como medida provincial para higienizar a cidade e evitar que as meninas desvalidas ficassem vadiando pela ruas e assim fosse possível dar a elas uma formação primária com atividades de leitura, escrita, caligrafia, aritmética e gramática, além de orientações morais e religiosas. Havia, ainda, uma educação doméstica para que as meninas desvalidas quando saíssem do Amparo pudessem arranjar um “bom” casamento. Constatamos também que o colégio aplicava um modelo pedagógico rígido com punições severas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Infância pobre e educação no juízo de órfão do Pará (1870-1910): acolher, proteger, cuidar e educar “os filhos do estado”
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06-27) SABINO, Elianne Barreto; ALVES, Laura Maria da Silva Araújo; http://lattes.cnpq.br/6009592378453661
    O presente estudo de tese de doutorado tem a finalidade analisar a intervenção do Juízo de Órfão na educação, proteção e assistência à infância a partir da norma e disciplina da família no período de 1870 a 1910. Para tal pretendemos: a) analisar o Juízo de Órfão e a proteção à criança da família pobre; b) discutir a tutela como caminho para a ordem social da família no Pará; c) compreender o Direito e a Educação na sociedade paraense; d) identificar os sujeitos históricos nos autos de tutela; e) identificar às relações tutelares e suas complexidades nos processos de tutelas. Como se sabe, as ações do poder judiciário, pela instituição de Juízo de Órfão do Pará foram se modificando no sentido de criar mecanismos para controlar e organizar, até certo ponto, atender com eficiência a família e a criança da camada mais pobre da sociedade paraense no final do século XIX e início do século XX. Essa instituição zelava pelos direitos das crianças que se encontrassem em situação de desmantelamento familiar decorrentes de abandono moral e físico, maus tratos e incapacidade dos pais ou responsável. Para realizar este estudo, utilizamos a história social como fundamentação teórico-metodológica, com o propósito de refletir sobre alguns aspectos relacionados à instituição em tela e os sujeitos que tiveram suas vidas cruzadas e registradas nos autos judiciais de tutela. Assim conseguimos compreender as dinâmicas familiares nas quais as estruturas políticos-econômico-sociais acabaram por intervir por meio do Juízo de órfão do Pará. Utilizamos como a fonte documental os processos de tutela de órfãos no Pará, nos anos de 1870-1910, obtidos no Arquivo Público do Pará e Centro de Memória da Amazônia. Reunimos inicialmente 886 casos de tutela que foram encontrados na seção Vara de Família. Foram processos transitados e julgados pelos juízes de órfão que tinham o papel de acolher, proteger, cuidar e educar às crianças que se encontravam principalmente em situação de abandono, maus tratos, abuso sexual, trabalho etc. Entrelaçamos as análises dos casos de tutela com outros documentos que faziam parte do processo como, por exemplo, matérias de jornais, bilhetes, cartas entre outros. Os dados analisados indicam inicialmente que havia uma rede de relações que determinavam a tutela da criança pelo juiz de órfão. Muitas crianças pobres tiveram suas vidas entrecruzadas por relações que não eram parentais. Além disso, eram subjugadas a tutores que não estavam imbuídos de boas intenções e afeições quando tentavam tutelar uma criança. Algumas vezes, as decisões tomadas pelo juízo de órfão, obtinham sucesso, por mais que o caso tenha sido solucionado de forma rápida, mas em outros nem tanto, visto que o caso voltava ou era denunciado o descaso do tutor para com a criança. Quando isto acontecia vinha à tona todas às fragilidades do sistema de tutela. É perceptível a preocupação dessa instituição em dar um lar para a criança órfã paraense, pois era uma forma de evitar que esses menores não se tornassem “viciados”, “delinquentes”, “vagabundos” etc. Por isso era necessário um adulto responsável para cuidar dos órfãos. Mesmo que de forma não legalizada, como os casos em que os menores já viviam em companhia dos seus tutores ou acolhedores.
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