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Navegando por Autor "SANTOS, Francisnaldo Sousa dos"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ações colonizadoras em descompasso: legislação, propaganda e atuação de colonos estrangeiros e nacionais nos últimos anos do império e início da república no Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-09) SANTOS, Francisnaldo Sousa dos; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140
    O presente estudo busca refletir acerca das legislações gestadas com o objetivo de orientar a criação de núcleos coloniais e, consequentemente, a introdução de colonos nacionais e estrangeiros na Região Bragantina, Nordeste do Pará, entre os anos de 1886 e 1902. Procuramos analisar não apenas as pretensões das autoridades provinciais e estaduais por trás desses ordenamentos, mas também as reações dos colonos no interior dos espaços agrícolas frente a essas legislações. Ao mesmo tempo em que esses agentes públicos objetivavam ter um controle sobre aquelas áreas rurais, seus ocupantes e a própria produção agrícola, os imigrantes buscavam a efetivação e ampliação de direitos previstos não somente nas leis, mas também nas propagandas realizadas pelas autoridades paraenses na Europa com a finalidade de atrair imigrantes. Dentro desse universo de ordenamentos, buscamos ainda perceber as diferenças entre os programas de colonização pensados entre o final do período imperial e os primeiros anos da República, nos governos de Lauro Sodré, José Paes de Carvalho e Augusto Montenegro.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    “Guiados pelo raciocínio e pela razão”: ciência e modernidade a serviço da agricultura paraense (1908-1929)
    (Universidade Federal do Pará, 2022) SANTOS, Francisnaldo Sousa dos; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140
    A presente tese busca analisar a implantação de um novo modelo de desenvolvimento pensado para a agricultura paraense no início do século XX. Especialmente a partir do segundo mandato do governador Augusto Montenegro se observa uma mudança de orientação não mais voltada exclusivamente para a criação de núcleos coloniais e a consequente ocupação dos mesmos por colonos estrangeiros, mas voltado também para a qualificação desse trabalhador agrícola. Em outras palavras, a qualidade na mão de obra para o campo ganhava cada vez mais importância. Com o auxílio da ciência os agentes públicos pretendiam então a qualificação técnica do lavrador por meio do ensino agrícola em instituições como estações experimentais e campos de demonstração ou por meio do ensino agrícola ambulante. Essa nova metodologia exigiu a criação, em 1908, de uma seção voltada exclusivamente para a agricultura e a pecuária dentro da Secretaria de Obras Públicas, Terras e Viação, mostrando uma estreita aproximação entre estado e elite agrícola paraense, uma vez que o representante desse patronato, o fazendeiro marajoara José Ferreira Teixeira, assumiu a direção da 4ª Secção de Agricultura. A publicação da revista A Lavoura Paraense, que circulou entre 1908 e 1912, retratou bem esse novo momento em suas páginas. Um dos objetivos dos agentes públicos era superar a monocultura e desenvolver outros produtos, principalmente quando a exportação da borracha mostrava sinais de crise, fazendo com que a agricultura ganhasse cada vez mais relevância para a economia paraense das primeiras décadas do século XX. Para além do receio em sustentar toda uma economia com base em um único produto, podemos apontar não apenas os resultados pouco satisfatórios com o antigo modelo de desenvolvimento agrícola que vinha sendo adotado desde meados do século XIX, mas também todo o incremento pelo qual passou o Museu Paraense a partir da chegada do suíço Emílio Goeldi e de seu sucessor na direção dessa instituição, o também suíço Jacques Huber. Contudo, a promissora expectativa em relação à onda modernizadora para o campo, pautada na racionalização das práticas agrícolas a partir dos atuais preceitos agronômicos da época, não se efetivou de fato, visto que o setor extrativo manteve-se em alta frente ao setor agrícola, com destaques, no final da década de 1920 para alguns produtos como o arroz e o algodão.
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