Navegando por Autor "SANTOS, Leonardo Miranda dos"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hematological changes in human lymphotropic-T virus type 1 carriers(Frontiers Media S.A., 2022) RIBEIRO, Jairo Falcão; NOBRE, Akim Felipe Santos; COVRE, Louise Canto Ferreira; VIANA, Maria de Nazaré do Socorro de Almeida; SILVA, Ingrid Christiane; SANTOS, Leonardo Miranda dos; ISHIKAWA, Edna Aoba Yassui; COSTA, Carlos Araújo da; SOUSA, Maísa Silva deDissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência e variabilidade genotípica de Chlamydia trachomatis em amostras cervicais de estudantes universitárias em Belém, Pará, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2015) SANTOS, Leonardo Miranda dos; SOUSA, Maisa Silva de; http://lattes.cnpq.br/1775363180781218A infecção por Chlamydia trachomatis é a Infecção Sexualmente Transmissível (IST) bacteriana mais prevalente no mundo, podendo ser assintomática em até 80% dos casos, e associa-se às complicações tardias. As jovens universitárias fazem parte de uma demanda diferenciada da população por apresentarem alto grau de escolaridade. Objetivo foi verificar a prevalência e a variabilidade dos genótipos de C. trachomatis em infecção cervical das estudantes de universidade pública do estado do Pará, Brasil, e avaliar a associação deste às respectivas características socio-comportamentais e de queixas ginecológicas. Foram incluídas 438 estudantes universitárias entre setembro de 2012 a outubro de 2014 e as amostras endocervicais foram obtidas durante exame ginecológico. Realizou-se a técnica de fenol-clorofórmio para a extração de DNA total da amostra de secreção cervical, e para a detecção de C. trachomatis, utilizou-se a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) do tipo seminested-PCR para amplificação de 224pb do gene omp1. Para a identificação dos genótipos, realizou-se uma Nested-PCR, para a amplificação de 990pb do gene omp1, no qual, foi purificada e submetida ao sequenciador ABI3130, posteriormente as sequencias nucleotídicas foram comparadas com as depositadas no GenBank. A prevalência da infecção cervical por C. trachomatis foi de 12,5% (IC: 95% ±5,89) e os genótipos identificados foram o genótipo J(36,3%), seguido dos genótipos D (18,2%), E (18,2%), F (18,2%) e Ia (9,1%). Não houve associação significativa para a idade, início da vida sexual, número de parceiros, se usam preservativo camisinha, presença de queixas ginecológicas e de genótipos encontrados na população de estudo. Embora a prevalência encontrada apresentar-se alta entre as estudantes universitárias, a falta de significância estatística pode ser devido ao número amostral pequeno e/ou consequência de respostas socialmente aceitáveis. Esforços sejam feitos para que a ampliação do rastreio da infecção por C. trachomatis em populações restritas.
