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Navegando por Autor "SANTOS, Mayara Fernanda Cabral da Rocha"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Anestesia com eugenol em Hypancistrus seideli (Siluriformes: Loricariidae): teste com exposição e reexposição
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-10) SANTOS, Mayara Fernanda Cabral da Rocha; PEREIRA, Tatiana da Silva; http://lattes.cnpq.br/4005250095700054; SILVA JÚNIOR, Flavio Manoel Rodrigues da; ROCHA, Juliana Delatim Simonato; AMADO, Lílian Lund; BARBAS, Luis André Luz; ANDRADE, Marcelo Moraes; http://lattes.cnpq.br/6001686006338661; http://lattes.cnpq.br/0889677472146308; http://lattes.cnpq.br/3382900147208081; http://lattes.cnpq.br/0067206681021272; http://lattes.cnpq.br/0231296279253720; https://orcid.org/0000-0002-7344-4679; https://orcid.org/0000-0002-1623-1490; https://orcid.org/0000-0001-7693-8191; https://orcid.org/0000-0002-2708-8909; https://orcid.org/0000-0002-0861-7668
    O presente trabalho busca determinar a concentração segura do anestésico eugenol para a anestesia de Hypancistrus seideli, peixe amazônico, endêmico do rio Xingu e de importância para o comércio ornamental, através de um protocolo alternativo que utiliza menos animais do que os testes tradicionais de LC50 e LD50. Foram analisados os efeitos anestésicos do eugenol em 64 espécimes de H. seideli. Para essa avaliação utilizamos os estágios já padronizados por Ross e Ross de 2008 adaptados para loricarideos. Os peixes foram escolhidos randomicamente e colocados individualmente em aquários, com parâmetros controlados. Foram testados 64 espécimes de H. Seideli divididos em quatro grupos, onde o grupo um e dois receberam 2 mg.L-¹ da solução anestésica em tempos diferentes. O grupo um a cada um minuto e o grupo dois a cada dois minutos. Estes mesmos peixes foram reexpostos ao eugenol três meses depois para saber se houve tolerancia reversa nos animais. O grupo três e quatros eram constituidos de peixes que numca tiveram contato com eugenol. Eles receberam as concentrações referentes as médias das concentrações encontradas no grupo um e dois, respectivamente 32,6 mg.L-¹ e 24,87 mg.L-¹, mas sem a necessidade de reexposição após três meses. Na preparação da solução, o eugenol foi diluído em etanol 70%, na proporção 1:9. Os peixes foram escolhidos randomicamente e observados simultaneamente por dois pesquisadores. Cada peixe foi testado individualmente em aquários contendo 5 L de água. O teste PERMANOVA foi realizado mostrando que não houve diferença nas doses de exposição e reexposição e que a concentração de exposição segura de anestesia para H. seideli foi de 32,6 mg.L-¹ onde 100% dos peixes chegaram a anestesia e em tempo hábil. Não houve mortalidade durante o experimento, nem após meses da realização dos testes. O protocolo utilizado neste trabalho foi efetivo e seguro para o uso de eugenol em espécimes de H. seideli.
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