Navegando por Autor "SANTOS, Patrícia Feitosa"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Sentidos subjetivos relacionados com a motivação dos estudantes do clube de ciências da ilha de cotijuba(Universidade Federal do Pará, 2012-12) ALVES, José Moysés; PESSOA, Wilton Rabelo; RODRIGUES, Ana Maria Sgrott; SANTOS, Janes Kened Rodrigues dos; SANTOS, Patrícia Feitosa; CONCEIÇÃO, Luiz Carlos SilvaObjetivamos, no presente estudo, conhecer os sentidos subjetivos que afetam a motivação dos estudantes do Clube de Ciências da Ilha de Cotijuba. Entrevistamos 6 estudantes sobre suas atividades, o projeto que estavam realizando, suas relações com os professores, colegas, familiares, e sobre suas aulas de Ciências na escola. Os estudantes mencionaram qualidades de suas relações interpessoais e características das atividades que os motivavam a participar do Clube e das aulas de Ciências na escola. Também apontaram problemas infraestruturais e circunstanciais que desencorajavam tal participação. Os aspectos destacados, alguns específicos desse contexto histórico-cultural, aparecem em configurações subjetivas ligeiramente diferentes para cada estudante. O enfoque adotado nos pareceu adequado para compreender a motivação dos estudantes de uma forma sistêmica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Violência escolar: o ponto de vista de professores de matemática(Universidade Federal do Pará, 2011-05-12) SANTOS, Patrícia Feitosa; ARAGÃO, Rosália Maria Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5651914385447486Esta é uma pesquisa qualitativa, na modalidade narrativa, para cujo desenvolvimento utilizo as seguintes indagações com o propósito de nortear a investigação: 1) que aspectos da formação docente e social dos professores de matemática, nos seus modos de ver, contribuem/contribuíram para suas percepções sobre violência escolar; 2) como têm sido/foram suas trajetórias profissionais e qual a relevância da disciplina Matemática, abraçada por eles como professores, na constituição da sua visão de violência em sala de aula. Para isso, contatei professores de matemática que atuam em escolas públicas estaduais, no momento em que frequentavam um curso de formação continuada. Utilizei, para a interação com os sujeitos, uma técnica de entrevista em grupo de foco tipo episódica devidamente filmada e transcrita. Dos relatos dos professores-sujeitos da pesquisa emergiram quatro categorias de análise, quais sejam: (A) Experiências de violência por eles vivenciadas na sua infância; (B) Tipo de violência escolar supostamente cometido por cada um dos professores em termos passíveis (ou não) de percepção por eles próprios; (C) Reações dos professores a situações de violência por eles experienciadas nas escolas em que trabalham; (D) Reflexões que cada um costuma fazer após vivenciarem ou terem conhecimento de situações de violência especialmente ocorridas nas suas aulas de matemática ou em aulas de outrem. As análises feitas por mim de acordo com o referencial teórico permitem corroborar que a formação acadêmica dos professores, voltadas somente para a ministração do conteúdo matemático não os prepara para lidar com questões complexas vivenciadas no cotidiano das escolas como é o caso da violência escolar; que o habitus do professor de matemática contribui para uma postura rígida diante da disciplina que ministra e, consequentemente, em relação a seus alunos; que existe necessidade de trabalhar com um currículo mais aberto, adaptado à realidade da escola e dos alunos, caso contrário o ensino de matemática permanecerá como um dos grandes contributos para a violência simbólica independente de insinuar ou não o reconhecimento de alguns professores como propagador de violência. Esse quadro confirma parte dos termos pelos quais é constituída a visão de violência dos professores de matemática, em suas aulas de matemática.
