Navegando por Autor "SANTOS, Valdenira Ferreira dos"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Aplicação de dados multisensor (SAR e ETM+) no reconhecimento de padrões de uso e ocupação do solo em costas tropicais: Costa Amazônica, Amapá, Brasil(2009) SANTOS, Valdenira Ferreira dos; POLIDORI, Laurent; SILVEIRA, Odete Fátima Machado da; FIGUEIREDO JÚNIOR, Alberto Garcia deOs estudos ambientais necessitam de informações sobre a cobertura e o uso da terra. Este trabalho apresenta a aplicação de dados de sensores remotos orbitais (óticos e de radares) na validação de padrões de uso e cobertura do solo na planície costeira amapaense para fins de mapeamento e reconhecimento da dinâmica natural e antrópica. Esta costa é submetida a uma dinâmica intensa devido à magnitude dos processos costeiros (marés-pororoca), sua localização geográfica, influenciada pelo rio Amazonas e pela Zona de Convergência Intertropical, e processos antrópicos associados à bubalinocultura. A análise foi realizada aplicando-se dados de satélite (JERS-1, RADARSAT-1, Landsat 7 e DEM do SRTM) digitalmente processados em abordagem multisensor, multiescala e multitemporal, correlacionada com dados pretéritos e informações de campo. A análise dos produtos gerados e dados colaterais permitiu distinguir oito padrões de uso e cobertura do solo: florestas de mangue, florestas de várzeas, campos arbustivos, áreas de vegetação campestre, campo antrópico, zona de intermaré, canal estuarino e lagos, além de feições morfológicas lineares associadas a estes padrões. Estas informações são importantes para o mapeamento dos ambientes costeiros e fundamentais para o reconhecimento da dinâmica na região.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estratigrafia holocênica morfodinâmica atual da planície costeira da Ilha de Algodoal e Marudá(Universidade Federal do Pará, 1996-11-08) SANTOS, Valdenira Ferreira dos; EL-ROBRINI, Maâmar; http://lattes.cnpq.br/5707365981163429; https://orcid.org/0000-0001-7850-1217A Planície Costeira da Ilha de Algodoal e Marudá está localizada na Plataforma Bragantina, no litoral de "rias" do NE do Estado do Pará. Esta planície está limitada pelo Planalto Costeiro, elaborado sobre sedimentos tercio-quaternários da Formação Barreiras e do Pós-Barreiras. Geomorfologicamente a Planície Costeira da Ilha de Algodão e Marudá foi compartimentada em 7 unidades morfogenéticas: canal estuarino, cordões praia-duna, planície de maré, praia, dunas, pântanos salinos e "cheniers". Esta compartimentação revela a existência de um sistema de cordões praia-duna concomitante a um sistema de planície de maré. Os estudos estratigráficos permitiram a identificação de 9 unidades morfoestratigráficas: cordões praia-duna, paleodunas, dunas costeiras, praia, planície de supramaré, planície de intermaré, barra arenosa de maré, barra em pontal e pântano salino; as quais em parte estão relacionadas com as unidades morfogenéticas da planície. Foram ainda definidos 10 fácies estratigráficos: lama de intermaré, areia de canais de escavamento de maré, areia e lama de barras, lama de planície de supramaré, areia e lama marinha, lama estuarina, areia marinha, argila siltosa bioturbada, sedimentos indiferenciados e areia mosqueada. A integração dos dados morfológicos e estratigráficos permitiu a identificação de duas sequências estratigráficas: sequência transgressiva (S1) com ambientes estuarino e de face praial e ; sequência regressiva (S2) caracterizada por um sistema de cordões praia-duna, interdigitado a um sistema de planície de maré. Estas sequências apontam para uma evolução desta planície dentro de um ciclo transgressivo-regressivo iniciado provavelmente no final do Pleistoceno Superior. A análise morfodinâmica indica que o sistema tem sido constantemente modificado nos últimos 19 anos. As ondas e marés são os maiores agentes erosionais que agem em setores restritos da planície costeira, enquanto que as maiores mudanças resultam da acreção costeira a NE da Ilha de Algodoal e de Marudá. Os resultados deste trabalho mostram a influência dos parâmetros hidro e aerodinâmicos (marés, ondas, correntes, vento e clima), variações do nível do mar e aporte de sedimentos como fatores preponderantes na evolução do sistema.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Foraminifera, thecamoebians and palynomorphs as hydrodynamic indicators in Araguari Estuary, Amazonian Coast, Amapá State - Brazil(2010-12) LAUT, Lazaro Luiz Mattos; FERREIRA, Daniele Esteves da Silva; SANTOS, Valdenira Ferreira dos; FIGUEIREDO JÚNIOR, Alberto Garcia de; CARVALHO, Marcelo de Araújo; MACHADO, Odete FátimaO regime de macromaré e a pororoca controlam a dinâmica estuarina do Araguari, na qual é muito diferente dos modelos tradicionais dos estuários sob este regime de maré. Objetivando estabelecer zonas estuarinas no Araguari com base em assembléias de foraminíferos, tecamebas, palinomorfos e parâmetros físico-químicos, foram estabelecidas dezesseis estações amostrais ao longo do estuário. A turbidez e a temperatura foram os parâmetros ambientais que permitiram determinar gradiente estuarino. Dezoito espécies de foraminíferos, dez espécies de tecamebas e quatorze espécies de palinomorfos foram identificadas. A análise de agrupamento em modo-R mostrou a existência de assembléias de foraminíferos e quatro de palinomorfos. A análise em CCA demonstrou que a turbidez e a matéria orgânica como os parâmetros de maior influência na distribuição dos foraminíferos tecamebas no Araguari. A análise de agrupamento em Modo-Q usando todos os dados formou quarto grupos de estações que sugerem a existência de três zonas estuarinas: Zona I - composta por tecamebas e palinomorfos continentais; Zona II - compostas por foraminíferos de manguezal, acritacos e todas as assembléias de palinomorfos; e Zona III - composta por foraminíferos de manguezal e estuarinos e por todas as assembléias de palinomorfos.
