Navegando por Autor "SILVA, Marcos Guilherme Moura"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Contribuições da prática (in)formada por evidências para a formação do professor de matemática: uma análise das ações dos professores a partir das suas próprias práticas(Universidade Federal do Pará, 2014-02-08) SILVA, Marcos Guilherme Moura; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668O movimento rumo à Prática Baseada em Evidências é tão importante quanto polêmico. Sua ampla difusão na área médica e em campos afins figura no cenário educacional como uma discussão contemporânea. Considerando suas limitações e potencialidades, o presente estudo teve como objetivo investigar em que aspectos a Prática Baseada em Evidências (PBE) pode contribuir na formação profissional do professor de Matemática. Para tanto, trilhou-se os caminhos de uma pesquisa qualitativa, com informações constituídas a partir de entrevistas estruturadas, transcrições de áudio e vídeo e relatórios de estudo elaborados pelos nove sujeitos. Nossas análises referentes às contribuições da Prática Baseada em Evidências para a formação profissional do professor de Matemática se pautaram na Teoria da Aprendizagem Transformadora proposta por Jack Mezirow (2013) e nas considerações teóricas de Bosh e Gascon (2001). Os resultados apontam que a experiência formativa desenvolvida se constitui como alicerce de Aprendizagem Informacional e Transformacional, nos termos propostos por Mezirow, assim como oportuniza ao professor uma experiência auto formativa (aprender a aprender), desenvolvimento crítico sobre as questões relacionadas às práticas, aquisição de processos e ferramentas didáticas, inserção do inquérito para aquisição de conhecimentos, estreitamento do professor com a pesquisa sistematizada da Educação Matemática e desenvolvimento do professor pesquisador, desencadeando a construção de novas práticas.Tese Acesso aberto (Open Access) Manifestações subjacentes da ansiedade matemática no sistema nervoso autônomo: uma análise da variabilidade da frequência cardíaca, desempenho matemático e função executiva em crianças escolares(Universidade Federal do Pará, 2019-03-11) SILVA, Marcos Guilherme Moura; TORRES NETO, João Bento; http://lattes.cnpq.br/7874863858825807; https://orcid.org/0000-0002-9155-9445; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668; https://orcid.org/0000-0002-2704-5853Ansiedade Matemática (AM) é uma das interferências emocionais mais estudadas no processo de raciocínio matemático, podendo associar-se à déficits no controle inibitório, comprometendo o desempenho durante a infância. Investigar as manifestações fisiológicas da AM no início da escolaridade formal, poderá contribuir com sua identificação e estratégias de intervenção por parte de professores/pesquisadores, possibilitando seu gerenciamento em contextos escolares e não escolares. Nós investigamos a Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) como um parâmetro fisiológico associado ao nível de Ansiedade Matemática em crianças, enquanto submetidas as condições de repouso, teste de desempenho matemático e teste de controle inibitório, analisando seus desempenhos matemáticos e função executiva. O estudo foi conduzido com 99 crianças de ambos os sexos, com idades entre 9 e 12 anos, classificadas quanto ao nível de Ansiedade Matemática com controle estatístico para ansiedade geral. Identificamos pela primeira vez uma associação dos resultados não lineares da VFC com o nível de Ansiedade Matemática em crianças. No momento que respondiam as tarefas matemáticas, crianças com maior AM apresentaram redução do tônus vagal cardíaco e reduções significativas na entropia aproximada (ApEn) e Entropia de Amostra (SampEn) - medidas não lineares que mensuram a regularidade e a complexidade da VFC. Essas relações não foram associadas para ansiedade geral, indicando se tratar de um evento moderado pela Ansiedade Matemática. Nossos achados sugerem que crianças com alta AM podem ter uma resposta na condição de stress associada a redução da complexidade na VFC, apresentando padrões que podem contribuir com sua caracterização a partir do sistema nervoso autônomo. Além disso, os modelos de mediação indicaram uma relação recíproca entre Ansiedade Matemática e Desempenho Matemático em crianças, quando mediado pelo controle inibitório. Nossa pesquisa se une aos esforços que vem sendo empreendidos na área da Educação Matemática, principalmente aqueles relacionados ao estudo dos aspectos emocionais e cognitivos e seus impactos na aprendizagem. Incentivamos a área a implementar uma perspectiva sistêmica de investigação e análise que integre aspectos comportamentais, cognitivos e fisiológicos.
