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Navegando por Autor "SILVA, Milton Nascimento da"

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    Biflavones and triterpenoids isolated from Ouratea castaneifolia (DC.) Engl., Ochnaceae
    (2009-12) NASCIMENTO, Luís Adriano Santos do; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; SANTOS, Lourivaldo da Silva; ARRUDA, Alberto Cardoso; MÜLLER, Adolfo Henrique; SILVA, Milton Nascimento da; RODRIGUES, Silvane Tavares; CARVALHO, Mário Geraldo de
    Trata da investigação química das folhas e caule da espécie Ouratea castaneifolia (DC.) Engl., sobre a qual não há registros de estudos químicos ou farmacológicos anteriores. O estudo fitoquímico clássico dos extratos orgânicos do caule e das folhas de O. castaneifolia foi aliado à técnica da cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) e resultou na identificação de dezessete metabólitos: sete triperpenos (friedelina, 3β-friedelinol, α-amirina, β-amirina, lupeol, taraxerol e germanicol), quatro esteróides (sitosterol, estigmasterol e os glucosídeos sitosteril 3-O-β-D-glicopiranosídeo e estigmasteril 3-O-β-D-glicopiranosídeo), uma isoflavona (5,7,4´-trimetoxiisoflavona), uma flavona (5,4´-diidroxi-7,3´,5´-trimetoxiflavona), quatro biflavonas (amentoflavona, 7,7”-O-dimetil-amentoflavona, heveaflavona e tetrametilamentoflavona). A identificação das substâncias foi feita com base na análise de espectros de RMN de 1H, 13C e técnicas bidimensionais. As classes dos metabólitos identificados estão de acordo com aquelas citadas em estudos químicos do gênero Ouratea.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dihydroflavonols from the leaves of Derris urucu (Leguminosae): structural elucidation and DPPH radical-scavenging activity
    (2009) LÔBO, Lívia Trindade; SILVA, Geilson Alcantara da; FERREIRA, Malisson; SILVA, Milton Nascimento da; SANTOS, Alberdan Silva; ARRUDA, Alberto Cardoso; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Lourivaldo da Silva; BORGES, Rosivaldo dos Santos; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro
    Derris urucu é uma planta da Amazônia com propriedades inseticida e ictiotóxica. Estudos com esta espécie reportam a presença de flavonóides, principalmente rotenóides, bem como de estilbenos. A partir do extrato etanólico das folhas de Derris urucu (Leguminosae), três novos diidroflavonóides, denominados urucuol A (1), B (2) e C (3) e o diidroflavonol isotirumalina (4), foram isolados e identificados. As estruturas destes compostos foram elucidadas por uma extensiva análise espectroscópica de RMN uni e bidimensional, UV, IV e dados de EM, além de comparação com dados da literatura. Os compostos isolados (1-4) foram avaliados quanto ao seu potencial sequestrador do radical DPPH• e apresentaram baixo poder antioxidante quando comparados ao antioxidante comercial trans-resveratrol.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Flavonoids from leaves of Derris urucu: assessment of potential effects on seed germination and development of weeds
    (2013-09) SILVA, Ewerton Afonso Silva da; LÔBO, Lívia Trindade; SILVA, Geilson Alcantara da; SOUZA FILHO, Antonio Pedro da Silva; SILVA, Milton Nascimento da; ARRUDA, Alberto Cardoso; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Lourivaldo da Silva; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro
    Em estudos anteriores descrevemos o isolamento de nove substâncias, a partir das folhas de Derris urucu, uma espécie encontrada amplamente na floresta Amazônica, as quais foram identificadas como cinco estilbenos e quatro diidroflavonóis. Neste trabalho, três desses diidroflavonóis [urucuol A (1), urucuol B (2) e isotirumalina (3)] foram avaliados para identificar seus potenciais como aleloquímicos. Estamos relatando também, o isolamento e a determinação estrutural de um novo flavonóide [5,3′-diidroxi-4′-metoxi-(7,6:5″,6″)-2″,2″-dimetilpiranoflavanona (4)]. Investigamos os efeitos dos diidroflavonóis 1-3 sobre a germinação de sementes e desenvolvimento da radícula e do hipocótilo da planta daninha Mimosa pudica, usando soluções a 150 mg.L–1. Urucuol B, isoladamente, foi quem apresentou o maior potencial para inibir a germinação de sementes (26%), por sua vez, isotirulamina exibiu maior capacidade para reduzir o desenvolvimento do hipocótilo (25%), porém nenhuma das três substâncias mostrou potencial para inibir o desenvolvimento da radícula. Quando combinadas aos pares, as substâncias mostraram sinergismo ao desenvolvimento da radícula e do hipocótilo e efeitos, na germinação de sementes, que poderiam ser atribuídos a antagonismo. Quando testadas separadamente, as substâncias apresentaram maior tendência para inibir a germinação de sementes, enquanto que, quando testadas aos pares, observou-se aumento no efeito de inibição do desenvolvimento da planta daninha.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Flavonoids from the leaves of Deguelia utilis (Leguminosae): structural elucidation and neuroprotective properties
    (2012-10) OLIVEIRA, Dalglish Gomes de; ALMEIDA, Cecília M. C. de; SILVA, Consuelo Yumiko Yoshioka e; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; ARRUDA, Alberto Cardoso; LOPES, Dielly Catrina Favacho; YAMADA, Elizabeth Sumi; COSTA, Edmar Tavares da; MARTINS FILHO, Arnaldo Jorge; SILVA, Milton Nascimento da
    Das folhas de Deguelia utilis foram isolados cinco flavonoides: 5,3'-di-hidróxi-4'-metóxi2'',2''-dimetilcromeno-(5'',6'':6,7)-di-hidroflavonol (1), 5,3'-di-hidróxi-7,4'-dimetóxi-6,8dimetilalil-di-hidroflavonol (2), 5,3'-di-hidróxi-4'-metóxi-8-prenil-2'',2''-dimetilcromeno(5'',6'':6,7)-flavanona (3), 5,3'-di-hidróxi-7,4'-dimetóxi-6,8-dimetilalil-flavanona (4), 3,5,3'-tri-hidróxi-7,4'-dimetóxi-6,8-dimetilalil-flavanol (5), juntamente com os estilbenos: 4-metoxilonchocarpeno (6) e lonchocarpeno (7). Suas estruturas químicas foram elucidadas com base nos seus dados de NMR (ressonância magnética nuclear) e HRESITOF-MS (espectrometria de massas de alta resolução por tempo de vôo, com ionização por eletrospray). Além disso, a fim de investigar o potencial efeito citoprotetor desses flavonoides, foi utilizada uma fração eluída com hexano:AcOEt contendo os sete flavonoides, em um modelo in vitro de neurodegeneração, utilizando culturas primárias do hipocampo de ratos neonatal (PND2-P3) expostos à rotenona, um inibidor mitocondrial do complexo I. Houve uma redução significativa da viabilidade celular (19,4 ± 1,6%), quando as culturas foram expostas à rotenona 30 nmol L-1 por 72 h. A exposição concomitante das culturas a FR3 (5 µg mL-1) e rotenona 30 nmol L-1 resultou em valores de viabilidade celular semelhante ao grupo controle (99,6 ± 4,8%), sugerindo um efeito citoprotetor para essa fração.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Identification and antioxidant activity of several flavonoids of Inga edulis leaves
    (2007) SOUZA, Jesus Nazareno Silva de; SILVA, Evaldo Martins da; SILVA, Milton Nascimento da; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; LARONDELLE, Yvan; ROGEZ, Hervé Louis Ghislain
    Um extrato metanol-água das folhas de Inga edulis foi fracionado para identificar os compostos polifenólicos. Os compostos identificados foram o acido gálico, a catequina, a epicatequina, a miricetina-3-ramnopiranosídeo, a quercetina-3-glucopiranosídeo e a quercetina-3-ramnopiranosídeo. A capacidade antioxidante do extrato e dos polifenóis puros foi medida pelo teste ORAC e comparada com o teor em fenólicos totais (TP). O extrato bruto seco apresentou valores de ORAC (11.16 mmol TE per g) e TP (496.5 mg GAE per g) muito altos. Os compostos identificados foram responsáveis, respectivamente, por 9.53 % e 12.10 % dos valores ORAC e de TP do extrato de folhas de Inga edulis.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    New isoflavones from the leaves of Vatairea guianensis Aublé
    (2013-11) SOUZA, Ronilson Freitas de; MARINHO, Victor Hugo de Souza; SILVA, Geilson Alcantara da; COSTA JUNIOR, Livio Martins; SILVA, Joyce Kelly do Rosário da; BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares; ARRUDA, Alberto Cardoso; SILVA, Milton Nascimento da; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro
    Das folhas de Vatairea guianensis Aublé foram isoladas quatro isoflavonas identificadas como, 5,3',-diidroxi-4'-metoxi-2",2"-dimetilpirano-(5",6":8,7)-isoflavona ( 1: ), 5,7-diidroxi-3',4'-metilenodioxi-8-prenil-isoflavona ( 2: ) e 5,3'-diidroxi-4'-metoxi-7-O-β-glicopiranosídeo-8-prenil-isoflavona ( 3: ) e derrona ( 4: ), juntamente com cinco triterpenos identificados em mistura de lupeol, α-amirina, β-amirina, germanicol e ácido betulínico. As substâncias 1: 3: são novos produtos naturais, porém 1: e 2: já foram citados como produtos de síntese. No entanto, todas essas substâncias são relatadas pela primeira vez para essa espécie. Suas estruturas químicas foram elucidadas com base nos seus dados de ressonância magnética nuclear (RMN) 1D e 2D e por espectrometria de massas de alta resolução. O extrato etanólico das folhas e os compostos 1-3: foram avaliados quanto ao seu potencial sequestrador do radical DPPH• (2,2-difenil-1-picril-hidrazila) e os resultados mostram que o extrato apresentou alta atividade (CI50 = 6,2 ± 0,4 µg mL-1), enquanto as substâncias testadas apresentaram baixo poder antioxidante (CI50 ≥ 29,5 ± 2,5 µg mL-1) quando comparadas com TROLOX (CI50 = 4,5 ± 0,4 µg mL-1).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A New Prenylisoflavone from the Antifungal Extract of Leaves of Vatairea guianensis Aubl.
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) SOUZA, Ronilson Freitas de; SILVA, Geilson Alcantara da; ARRUDA, Alberto Cardoso; SILVA, Milton Nascimento da; SANTOS, Alberdan Silva; GRISÓLIA, Daniella Paternostro de Araújo; SILVA, Moisés Batista da; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Novel anthraquinone derivatives produced by Pestalotiopsis guepinii, an endophytic of the medicinal plant Virola michelii (Myristicaceae)
    (2011-05) OLIVEIRA, Marilene Nunes; SANTOS, Lourivaldo da Silva; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Alberdan Silva; FERREIRA, Isabel Cristina Serrão; LOPES JÚNIOR, Manoel Leão; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; MARINHO, Andrey Moacir do Rosário; SILVA, Milton Nascimento da; RODRIGUES FILHO, Edson; OLIVEIRA, Maria da Conceição Ferreira de
    Um novo derivado de antraquinona, denominado guepinone (1), juntamente com as conhecidas substâncias isossulocrina (2) e cloroissosulocrina (3) foram isolados de uma cultura em arroz de Pestalotiopsis guepinii, um fungo endofitico de Virola michelii. Os compostos foram identificados pela análise de seus dados espectrométricos de RMN 1D e 2D e EM. A atividade antimicrobiana dos compostos isolados foi avaliada e a cloroisossulcrina (3) foi a mais ativa.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Potencial alelopático de catequinas de Tachigali myrmecophyla (leguminosae)
    (2008) LÔBO, Lívia Trindade; CASTRO, Kelly Christina Ferreira; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; SILVA, Milton Nascimento da; ARRUDA, Alberto Cardoso; MÜLLER, Adolfo Henrique; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Alberdan Silva; SOUZA FILHO, Antonio Pedro da Silva
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Potencial herbicida da biomassa e de substâncias químicas produzidas pelo fungo endofítico Pestalotiopsis guepinii
    (2008) SANTOS, Lourivaldo da Silva; OLIVEIRA, Marilene Nunes; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Alberdan Silva; FERREIRA, Isabel Cristina Serrão; LOPES JÚNIOR, Manoel Leão; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; SILVA, Milton Nascimento da; SOUZA FILHO, Antonio Pedro da Silva; RODRIGUES FILHO, Edson; OLIVEIRA, Maria da Conceição Ferreira de
    Muitas substâncias químicas disponíveis na natureza, produzidas por plantas ou por microrganismos, podem oferecer novas e excelentes oportunidades para diversificar o controle de pragas na agricultura e na prática agrícola, e, nesse sentido, os fungos podem contribuir de forma positiva. O objetivo deste trabalho foi caracterizar o potencial inibitório na germinação de sementes e no desenvolvimento de plântulas de duas espécies de plantas daninhas em relação aos extratos e substâncias químicas obtidas da biomassa produzida por Pestalotiopsis guepinii – um fungo endofítico da espécie Virola michelii. Foram desenvolvidos bioensaios em condições controladas de 25 ºC e fotoperíodo de 12 horas, para germinação, e de 25 ºC e fotoperíodo de 24 horas, para desenvolvimento da radícula e do hipocótilo. Os extratos brutos foram analisados em concentração de 1,0% (m/v). Os resultados indicaram os extratos mais polares (MeOH-1 e MeOH-2) como de maior potencial inibitório, porém os efeitos promovidos pelos extratos hexânicos e acetato de etila foram expressivos, especialmente em relação à germinação das sementes. Comparativamente, a germinação das sementes das espécies de plantas daninhas se mostrou mais sensível aos efeitos do que o desenvolvimento das plântulas. Das espécies receptoras, Mimosa pudica (malícia) apresentou maior sensibilidade aos efeitos inibitórios dos extratos. Entretanto, na germinação de sementes da espécie Senna obtusifolia (mata-pasto), o extrato MeOH-1 apresentou 100% de inibição. As substâncias ergosterol e peróxido de ergosterol, isoladas do extrato hexânico, quando testadas isoladamente, apresentaram potencial inibitório sempre abaixo dos 35%, não repetindo o potencial inibitório do extrato hexânico, de onde foram isoladas. Quando testadas juntas, não se verificaram aumentos expressivos na atividade herbicida, embora acréscimos na atividade inibitória tenham sido observados.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Stilbenes from Deguelia rufescens var. urucu (Ducke) A. M. G. Azevedo leaves: effects on seed germination and plant growth
    (2010) LÔBO, Lívia Trindade; SILVA, Geilson Alcantara da; FREITAS, Manolo Cleiton Costa de; SOUZA FILHO, Antonio Pedro da Silva; SILVA, Milton Nascimento da; ARRUDA, Alberto Cardoso; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Lourivaldo da Silva; SANTOS, Alberdan Silva; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro
    A biodiversidade Amazônica pode ser uma fonte de substâncias capazes de serem utilizadas no controle de plantas daninhas. Neste estudo relatamos o isolamento e a identificação de cinco estilbenos a partir das folhas do "timbó vermelho" (Deguelia rufescens var. urucu): 4-metoxilonchocarpeno (1); 3,5-dimetoxi-4´-hidroxi-3´-prenil-trans-estilbeno (2), lonchocarpeno (3), 3,5-dimetoxi-4´-O-prenil-trans-estilbeno (4) e pteroestilbeno (5). As substâncias 2 e 4 são novos produtos naturais, porém 2 já havia sido citada como produto de síntese. Foi avaliada a potencial atividade alelopática de 1, 2 e 4 sobre a germinação de sementes e o crescimento da planta daninha Mimosa pudica. Os efeitos observados sobre a germinação das sementes de M. pudica não variaram significantemente (p > 0,05) quando a análise da fitotoxidade foi realizada com as substâncias isoladamente, cuja inibição máxima não ultrapassou 20%. A inibição mais intensa, quanto ao desenvolvimento da radícula e do hipocótilo, foi encontrada para o composto 4 (p < 0,05). Isoladamente, 4 causou efeito inibitório significativamente maior (p < 0,05) no desenvolvimento da radícula e do hipocótilo, do que 1 e 2. Quando testados aos pares, apresentaram antagonismo para a germinação de sementes e sinergismo para o desenvolvimento da radícula e hipocótilo.
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