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Navegando por Autor "SOUZA, Gisele Nerino Brito de"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fluxo de óxido nitroso (N2O) do solo em um sistema agroflorestal em Tomé Açu, nordeste do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2013-08-14) SOUZA, Gisele Nerino Brito de; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    O estudo sobre a emissão de óxido nitroso (N2O) do solo em sistemas agrícolas contribui para o entendimento da mudança climática global, podendo auxiliar na minimização de impactos negativos sobre o ambiente. A importância desse gás deve-se à sua relação direta com o efeito estufa global e com a destruição do ozônio estratosférico. Algumas práticas agrícolas realizadas em sistemas agroflorestais, quando manejados corretamente podem ajudar a conter esses impactos negativos. O uso de leguminosas nesses sistemas tem se tornado cada vez mais usual, porém sua relação com as emissões de N2O ainda não é bem esclarecida. Diante da importância de processos e fatores que contribuem para o aumento nas emissões de N2O, este trabalho teve como objetivo verificar a contribuição de espécies leguminosa (Inga edulis Mart.) e não leguminosa (Theobroma cacao) nas emissões de óxido nitroso do solo para a atmosfera através do uso de câmaras estáticas e características climáticas diferentes em um sistema agroflorestal situado no município de Tomé Açu, nordeste do estado do Pará. O experimento foi realizado em uma área de sistema agroflorestal (SAF) localizado em Tomé Açu (PA) (02°33'38,5" S; 48°21'36,1" W) no período de agosto/2012 a fevereiro/2013, totalizando 11 campanhas de campo, numa frequência quinzenal. Câmaras estáticas de tipo circular (diâmetro = 300 mm) e retangular (37,5 cm x 57 cm) foram usadas para determinar a emissão de N2O do solo, com auxilio de seringas de polipropileno com volume de 20 mL e transferidas para frascos de borossilicato. A concentração de N2O foi determinada pela técnica de cromatografia gasosa, usando o cromatógrafo a gás de modelo CP 3800 VARIAN, com um detector de captura de elétrons. A variação das emissões de N2O foi de 2,74 a 42,54 μg N m-2 h-1 para leguminosas e 1,65 a 30,46 μg N m-2 h-1 para não leguminosas. Maiores emissões foram constatadas no período mais úmido em relação ao período seco. A umidade gravimétrica do solo, temperatura do solo e estoque de resíduos vegetais sobre o solo foram os fatores que mais interferiram nas emissões de N2O do solo.
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