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Navegando por Autor "TORRES, Admilson Moreira"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Litofácies e evolução diagenética dos arenitos da formação Monte Alegre na região do rio Tapajós, Bacia do Amazonas
    (Universidade Federal do Pará, 1989-11-23) TORRES, Admilson Moreira; TRUCKENBRODT, Werner Hermann Walter
    A Formação Monte Alegre (Westphaliano "D") na região do rio Tapajóss, constitui a base da sequência trangressiva-regressiva de Idade neocarbonífera-neopermiana. Com base nas litologias e estruturas sedimentares dos testemunhos de seis poços foi possível identificar nove (9) litofácies denominadas: 1) Arenito conglomerático (Ac); 2) Arenito com intraciastos argilosos (Ai); 3) Arenito com laminação bimodal (Abm); 4) Arenito com laminação plano-paralela (Ai); 5) Arenito com acamamento ondular irregular (Ao); 6) Arenito bioturbado (Abt); 7) Folhelho com laminação plano-paralela (Fi); 8) Arenito maciço (Am); e 9) Dololutito maciço (Dm). Essas litofácies indicam um sistema desértico, caracterizado por depósitos fluviais ("wadis"), eólicos (dunas e interdunas), de lobos de suspensão e lacustre, que no final da deposição gradam para condições de "nearshore" como consequência da transgressão marinha que se segue no período posterior. Os arenitos da Formação Monte Alegre, de granulometria fina a média, são dominantemente subarcósios bem selecionados. O estudo diagenético desses arenitos demonstra uma evolução fortemente influenciada pelo ambiente deposicional de clima árido a semi-árido. Desde a eodiagênese até o início da mesodiagênese a porosidade primária dos arenitos foi reduzida por crescimentos secundários de quartzo precoces, infiltração mecânica de argilas, precipitação de calcita, dolomita e gipsita precoces, compactação mecânica, sobrecrescimento de quartzo e feldspato e precipitação de calcita ferrosa. Durante a mesodiagênese a compactaçao química foi limitada pela presença de espessas cutículas de argila e carbonatos eodiagenéticos. Apesar disso, é apreciável seu desenvolvimento em porções onde estes produtos diagenáticos aparecem em quantidades muito baixas ou estão ausentes. Na mesodiagênese tardia ocorreu acidificação das águas de formação, constatado pela remoção dos cimentos carbonáticos e dissolução de grãos instáveis do arcabouço, gerando porosidade secundária. Com o prosseguimento da subsidência essa porosidade foi reduzida pela precipitação, principalmente, de dolomita/anquerita e subordinadamente de caulinita, quartzo e feldaspato tardios, Ilita, clorita, porita e anatásio. Provavelmente durante ou após essa fase ocorreu a entrada de hidrocarbonetos, especialmente, nas litofácies relacionadas aos depósitos de dunas eólicas e interdunas secas (litofácies Abm e Ai), que representam os melhores potenciais de reservatórios. Na telodiagênese ocorreu a desdolomitização de carbonatos tardios e provavelmente uma segunda geração de porosidade secundária por fluidos meteóricos infiltrados nas margens da Bacia.
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