Navegando por Autor "VIEIRA, Norma Cristina"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) “Batida” pra elas, cachaça pra eles: o ritual de beberagem na festa de todos os santos na comunidade quilombola de Jurussaca em Tracuateua/PA(Universidade Federal do Pará, 2016) REIS, Maria Helena de Aviz dos; VIEIRA, Norma CristinaEsse artigo procura analisar o ritual de beberagem na festa de todos os santos na comunidade quilombola de Jurussaca em Tracuateua/PA. Refletindo sobre essa prática, onde o ritual de beberagem, considerado não sagrado, ganha características religiosas embrenhado na festa como elemento constitutivo de um corpo modelado pelo catolicismo popular. E discorrendo acerca dessas tradicionais dicotomias entre sagrado e profano, se propõe observar e refletir sobre as beberagens observadas dentro da festa que acontece anualmente na comunidade em questão. Para a pesquisa entrevistas semi estruturadas e observação participante foram utilizados. Compreender os elementos ressaltados na fala dos moradores da comunidade de Jurussaca sobre suas tradições religiosas ligadas a vida em comunidade nos conduz para as reelaborações constantes que o catolicismo popular vem sofrendo em sua vivência, seja no cotidiano ou no momento ritual das festas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O brincar e as relações de genêro entre meninas e meninos na educação infantil desvelados pelo linguagem fotográfica(Universidade Federal do Pará, 2018) SOUSA, Naire Gomes de; SOUZA, Ana Paula Vieira e; VIEIRA, Norma CristinaEste espaço de discussão objetiva, com o uso da linguagem fotográfica, desvelar as relações de gênero construídas por crianças no tempo das brincadeiras livres no espaço escolar. Com esse enfoque, observamos as crianças no momento “Brincadeira Livre” na Creche Ana Sousa e percebemos como elas estabelecem possíveis relações de gênero durante o brincar e o manuseio de artefatos culturalmente impregnados de sentidos do que é de menina e do que é de menino. A pesquisa foi desenvolvida com uma Turma de Pré-Escola II, crianças na faixa etária de 04 e 05 anos. O estudo evidencia que a brincadeira é um espaço rico para refletir sobre a equidade de gênero na pré-escola. Por outro lado, revela que para falarmos de igualdade de gênero há de se construir novas perspectivas educacionais no que concerne à educação infantil, uma vez que meninos e meninas, no ensaio etnofotográfico, mostraram-se presas/os a convenções instituídas historicamente na sociedade sobre o que seja o brincar. Por fim, mostrou-nos um possível caminho à equidade de gênero, assentado na emergência de propostas pedagógicas que busquem mediações possíveis entre as novas perspectivas acerca do tema gênero na educação infantil. Sinalizando, assim, uma educação que possa realmente contribuir para a construção de uma sociedade mais ética e tolerante às diferenças.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A linguagem e a vulneralidade do corpo na Amazônia: da violência de genêro à denúncia em Bragança, Pará, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2018) NEVES, Luciana Carvalho das Neves; SANTANA, José Dias; OLIVEIRA, Francisco Pereira de; VIEIRA, Norma Cristina; SANTOS, Adriano Vasconcelos dosEste trabalho se propõe a visibilizar de que maneira a violência contra a mulher é tratada pelas instituições de denúncia, identificando as principais formas de violência denunciadas contra a mulher na Região Bragantina, nordeste do estado do Pará. Os dados foram coletados no período de dezembro de 2016 a junho de 2017, na Delegacia da mulher (Deam Bragança / PROPAZ integrado - 6ª Região de Segurança Pública (RISP) Caeté). Os estudos de gênero esclarecem os danos causados à mulher, através da vulnerabilidade do corpo, como a violência simbólica, física, sexual, religiosa entre outras, do homem sobre a mulher. Grande parte dos agressores são pessoas da família. A violência se percebe como um fenômeno crucial para delimitar, espaços e territórios e suas ações criam capilaridades e se propagam na ideologia, na linguagem, na palavra, no som, os são assimilados pelos sentidos, corpos, grupos, nações, com o objetivo de sempre reduzir o outro a um estado mínimo.
