Dissertações em Teoria e Pesquisa do Comportamento (Mestrado) - PPGTPC/NTPC
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/2333
O Mestrado Acadêmico iniciou-se em 1987 e pertence ao Programa de Pós-Graduação em Teoria e Pesquisa do Comportamento (PPGTPC), que integra o Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento(NTPC) da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Navegando Dissertações em Teoria e Pesquisa do Comportamento (Mestrado) - PPGTPC/NTPC por CNPq "CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA EXPERIMENTAL::ESTADOS SUBJETIVOS E EMOCAO"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de Diferentes Intensidades de Choque Elétrico sobre a Produção de Imunização ao Desamparo Aprendido em Ratos(Universidade Federal do Pará, 2024-05-27) RODRIGUES, Gabriel Pereira; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463; HUNZIKER, Maria Helena Leite; SOARES FILHO, Paulo Sergio Dillon; http://lattes.cnpq.br/4360836633189310; http://lattes.cnpq.br/8647259688931170; https://orcid.org/0000-0003-0030-375XA experiência prévia com estímulos aversivos pode afetar como um organismo vai se comportar em situações posteriores. A experiência inicial com aversivos incontroláveis pode gerar o Desamparo Aprendido. A experiência inicial com aversivos controláveis, por sua vez, pode produzir a Imunização ao Desamparo. A imunização pode ser parcial ou total. Uma variável importante para explicar os diferentes níveis de imunização seria a intensidade do estímulo aversivo. O presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes intensidades de choque elétrico (1.0 ou 0,6 mA) sobre a produção de imunização ao Desamparo. Foram utilizados trinta e dois ratos divididos em quatro grupos (n=8): NN, NI, CI 1,0 e CI 0,6. Os grupos CI 1,0 e CI 0,6 participaram de todas as três fases (Fase 1: Pré-tratamento com choques controláveis; Fase 2: Tratamento com choques incontroláveis; e Fase 3: Teste de fuga), o grupo NI participou das fases 2 e 3 (Tratamento com choques incontroláveis + Teste de fuga), e o grupo NN apenas da fase 3 (Teste de fuga). Durante a Fase 1, os sujeitos do grupo C1 1,0 aprenderam a fugir dos choques mais rapidamente que o grupo CI 0,6. Durante a Fase 3 os sujeitos dos grupos CI 1,0 e CI 0,6 demonstraram um mesmo padrão de imunização do desamparo, independente da intensidade do choque, repetindo o padrão do grupo controle NN. Os sujeitos do grupo NI não aprenderam a resposta de fuga, demonstrando o padrão típico de desamparo. São discutidas possíveis variáveis que poderiam explicar os resultados.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O conceito de ansiedade na análise do comportamento(Universidade Federal do Pará, 2006-04-08) COÊLHO, Nilzabeth Leite; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592A temática da ansiedade tem sido discutida na Psicologia enfocando os mais diferentes aspectos, mas uma definição consensual está longe de ser alcançada. A dificuldade se explica por diversas razões, dentre elas a ausência de uma referência precisa a relações comportamentais. Na literatura da Análise do Comportamento, também são encontradas divergências. Algumas explicações enfatizam o papel das contingências diretas como controladoras dos padrões de respostas ansiosas. Outras definições abordam aspectos verbais como possíveis fontes adicionais de controle. Nessas últimas, as múltiplas funções dos relatos autodescritivos dos indivíduos e o condicionamento semântico têm sido apontados como prováveis explicações. No presente trabalho, foram examinados 47 textos na literatura Analítico-Comportamental a fim de identificar os tipos de relações comportamentais que estão sendo sugeridas nos diferentes usos do conceito de ansiedade na Análise do Comportamento e a (in) compatibilidade dessas abordagens. O estudo tomou como referência categorias de registro que se referem ao que cada autor veicula em termos de componentes respondentes, operantes não verbais, operantes verbais e de perspectivas de intervenção. Uma análise mais qualitativa foi realizada com o uso de categorias analíticas que se reportam ao papel desempenhado pelas alterações fisiológicas na definição de ansiedade, das relações operantes verbais e não verbais envolvidas no fenômeno, e das implicações de cada uma dessas análises para a terapia verbal face a face. Este exame possibilitou a identificação de variações nas definições quanto ao tipo de relações comportamentais envolvidas; ao arranjo de contingências que produzem aquelas relações; às condições corporais produzidas concomitantemente pelas mesmas contingências; às funções dessas condições corporais nas relações comportamentais e aos processos por meio dos quais estímulos verbais participam dessas relações. No entanto, essas variações na definição podem ser entendidas enquanto análises complementares e não incompatíveis entre si. A explicação dos fenômenos comportamentais com base em um continuum de complexidade pode apresentar-se como um modelo capaz de agregar essas variações, possibilitado um entendimento das redes de relações que podem participar de uma instância de ansiedade, bem como da função desempenhada por cada um de seus componentes.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Uma discussão dos usos do termo eventos privados na análise do comportamento à luz de proposições do pragmatismo(Universidade Federal do Pará, 2007-04-19) VASCONCELOS NETO, Aécio de Borba; TOURINHO, Emmanuel Zagury; http://lattes.cnpq.br/5960137946576592A Análise do Comportamento distingue-se de outras modalidades de behaviorismo por seu tratamento original para a subjetividade. O conceito de eventos privados tem sido trabalhado na literatura analítico-comportamental como central para a abordagem desse tema, permitindo ao cientista e profissional lidar com eventos inacessíveis à observação pública graças a um critério instrumental de verdade. Este trabalho discute o conceito de eventos privados a partir de questões levantadas pelo pragmatismo, filosofia com a qual a Análise do Comportamento tem sido consistentemente associada. A partir dos escritos de James e Rorty, são examinados os aspectos relevantes do(s) uso(s) do conceito de eventos privados, discutindo-se a validade do conceito para abordar os problemas relacionados à subjetividade a partir de três categorias de análise: 1) Implicações de um enfoque relacional verbal na análise dos conceitos relativos à subjetividade, 2) Ausência de visão consensual sobre coerência do conceito de eventos privados com sistema explicativo analítico-comportamental; e 3) Funções do conceito de eventos privados. Apontamos como é elaborada na literatura analítico-comportamental a importância da linguagem na definição do mundo privado, e a influência disso para um enfoque relacional da subjetividade. Argumentamos ainda que analistas do comportamento têm usado o termo eventos privados sob controle de fenômenos de natureza e complexidade variável, gerando uma falta de consenso sobre a coerência do conceito de eventos privados com o sistema explicativo analítico-comportamental e, quando há algum, a falta consenso sobre sua instrumentalidade. Com isso, a coerência e a instrumentalidade do uso do termo eventos privados é condicionada a que eventos o pesquisador ou profissional está se referindo, ao recorte de análise utilizado (molar ou molecular), e ao método empregado na pesquisa. Encontramos que, quando há concordância sobre a coerência e instrumentalidade do conceito, esta é encontrada entre os autores que trabalham principalmente com o contexto de aplicação clínica. Concluímos salientando que a idéia de que o conceito de eventos privados é útil à análise do comportamento não é completamente aceita por toda a área, refletindo que ainda são necessárias discussões sobre o conceito de eventos privados e sobre o tratamento analítico-comportamental da subjetividade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Uma Proposta Operacional de Empatia de Acordo Com a Análise do Comportamento(Universidade Federal do Pará, 2021-12-10) COSTA, Adalberto Jorge Ribeiro da; COSTA, Thiago Dias; http://lattes.cnpq.br/1248194912228326; https://orcid.org/0000-0002-5443-5232; RAMOS, Camila Carvalho; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; http://lattes.cnpq.br/4681656913940932; http://lattes.cnpq.br/8107199720875369; https://orcid.org/0000-0002-9801-9361O fenômeno da empatia, suas conceituações e abordagem teórica, tem ganhado cada vez mais foco no ambiente acadêmico e nas pesquisas cientificas, contudo esbarra na difusão dos conceitos utilizados, tal discordância dificulta que pesquisas no âmbito da análise experimental ou na análise aplicada do comportamento empático sejam desenvolvidas. O presente trabalho analisou 372 artigos científicos publicados nos últimos 21 anos, através de uma revisãobibliográfica, buscou-se alguma definição original de empatia daquele artigo. Na ocorrência de uma definição, registrava-se a descrição de algum elemento que fosse condição para a definição ocorrer, caracterizando um “evento antecedente”, como também alguma descrição apresentando expectativas de cenários resultantes da definição, que pudesse ser entendida como "consequência" resultante daquela definição apresentada. Dos 6 resultados dessa pesquisa, nenhum deles estava em acordo com os preceitos da análise do comportamento, estando ausente qualquer representação de antecedente dos conceito ou consequência que pudesse controlar a emissão da resposta empática. Desta forma, discute-se um caminho metodológico de interpretar a empatia como um comportamento, como tal, sujeito aos moldes da tríplice contingência, o que permitiria novas interpretações desse fenômeno, como também um ampliação das pesquisas dessa temática.
