Programa de Pós-Graduação em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia - PPGSSEA/ICB
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia - PPGSSEA/ICB por CNPq "CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Caracterização epidemiológica dos portadores de câncer de pulmão atendidos no hospital universitário(Universidade Federal do Pará, 2015-01-15) SOARES, Helena Cecília Branches; SANTANA, Mary Elizabeth de; http://lattes.cnpq.br/6616236152960399O câncer de pulmão continua sendo a principal causa de mortalidade no Brasil e no Mundo, devendo-se ao fato dos casos serem diagnosticados em estágios avançados, resultando muitas vezes em tratamento paliativo. A pesquisa analisou o perfil clínico-epidemiológico dos pacientes portadores de câncer de pulmão atendidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto, descrevendo seus fatores de riscos. Trata-se de um estudo exploratório descritivo, retrospectivo, com abordagem quantitativa realizada no período de 2010 à 2013. Foi realizada análise estatística descritiva com distribuição de frequências, tabelas e testes estatísticos não paramétricos. As variáveis analisadas foram dados sociodemográficos e clínicos dos pacientes. A coleta de dados foi realizada no Departamento de Arquivo Médico e Estatístico do hospital em 160 prontuários de pacientes maiores de 18 anos, de ambos sexos, portadores de Câncer de Pulmão. Os resultados apontaram predominância do sexo masculino com 60,6% (97) na faixa etária de 61 a 70 anos (73,7%); 39,4% (63) do sexo feminino na faixa etária de 51 a 60 anos (37,5%), com relação a escolaridade 59,4% (95) possuíam ensino fundamental incompleto em ambos os sexos. Eram tabagistas 84,4%. Evidencia-se a necessidade de investimentos e estratégias na detecção precoce do câncer de pulmão bem como na adoção de medidas educativas sensibilizando a população no estímulo à cessação ao tabagismo, tornando-se evidente a importância da enfermagem diante dessas ações a fim de contribuir com a diminuição das taxas de mortalidade por câncer de pulmão.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Perfil sócio comportamental e clínico de crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo 1 atendidas na Unidade de Referência em Diabetes e Endocrinologia do Estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2015-10-13) FONSECA, Kátia Regina Silva da; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863; ARAÚJO, Marília de Souza; http://lattes.cnpq.br/9371703949781020Introdução: O Diabetes Mellitus tipo1 na infância e adolescente está despertando atenção pelo aumento do número de casos, estando entre endocrinopatias mais comuns nesta faixa etária. Objetivo: Traçar o perfil sócio comportamental e clínico de pessoas diabéticas do tipo 1 menores de 15 anos que fazem acompanhamento no ambulatório do Hospital Universitário João de Barros Barreto, Referência em Diabetes do Estado do Pará. Centro de Referência em Endocrinologia e Diabetes do Estado do Pará. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, prospectivo, com abordagem quantitativa. As variáveis analisadas foram dados sociodemográficos, comportamental, antropométricos, conhecimento do diabetes e dificuldades encontradas no tratamento dos pacientes. Os dados obtidos por meio do preenchimento de questionário, respondido pelo responsável da criança ou adolescente, na faixa etária de até 15 anos de idade com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. Foi observado que as crianças apresentaram nível de glicemia dentro da normalidade (71,43%), enquanto que entre os adolescentes predominou glicemia alterada (75%). Não foi evidenciado influencia ao sexo, a escolaridade e a renda familiar, quando relacionada à glicemia. Na análise comportamental a frequência e a prática de atividade física, não demonstrou ser um fator que interferiu no controle da glicemia. Quanto a prescrição da dieta, a maioria reconhece ser o nutricionista como o responsável por esta conduta (70%), a dificuldade financeira foi apontada como principal fator que impede seguir essa dieta (26,67%), e o principal critério adotado por esta clientela é a não ingestão de açucares e doces (63,33%), quando nos reportamos ao lanche ingerido na escola predominou aquele produzido e levado de casa (53.33%). Quanto à insulinoterapia uso mais frequente foi análogo de insulina de curta e longa duração (46,67%). A causa do diabetes a reconhecem ser pelo déficit de insulina (45,24%). A nefropatia foi relatada apenas em um paciente (3,33%), e a maioria já consultou oftalmologista (60%). A média do nível de glicemia entre as crianças foi 167,43, e adolescentes 177,50. Conclusão: O crescimento de casos de DM1 é uma preocupação mundial para a Saúde Pública. As dificuldades se estendem desde o conhecimento sobre a fisiopatologia até a necessidade de mudanças de hábitos de vida, que acontece através de um processo de educação que inicia nas consultas de rotina e se estende ao trabalho de grupo, objetivando melhor controle glicêmico e de complicações diabéticas, proporcionando melhor qualidade de vida a essa clientela.
