Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGEO/IFCH
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O Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Pará (UFPA). Sendo referência na Pós-Graduação em Geografia na Amazônia, o Programa tem por meta configurar-se no Centro de Excelência em Geografia da Amazônia, com ênfase na análise dos agentes, processos, e conflitos nas diferentes escalas. Este é o objetivo científico e institucional estratégico do curso de mestrado, por meio do qual se amplia inserção social e regional na Panamazônia permitindo-nos estreitar intercâmbios na pesquisa e formação de pesquisadores em temas amazônicos com outros centros afins para este estudo na região.
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGEO/IFCH por CNPq "CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA::GEOGRAFIA POLITICA"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) A dinâmica territorial da fronteira Amapá - Guiana Francesa sob a influência da integração: 1995 a 2007(Universidade Federal do Pará, 2008-09-19) FONSECA, Jean Claúdio Santos; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749O interesse em estudar a fronteira internacional entre Brasil e Guiana Francesa deriva das implicações do processo de transformações sócio espaciais decorrentes da dinâmica fronteiriça na região. O interesse do Governo Federal e Estado do Amapá, tanto os anteriores como os atuais, em estimular maior articulação com os vizinhos guianenses torna estratégico o estudo dos elementos que compõem a dinâmica territorial transfronteiriça, particularmente no município de Oiapoque, onde tensões fronteiriças com a Guiana Francesa, o asfaltamento da BR 156 que liga Macapá à Oiapoque e o projeto de construção da ponte sobre o Rio Oiapoque, exigem um conhecimento mais detalhado que possa subsidiar políticas públicas específicas, bem como uma leitura crítica acerca da realidade geográfica daquele município. Nessa perspectiva é realizada uma abordagem dos principais atos políticos, sócio-econômicos e ambientais desenvolvidos no âmbito da cooperação transfronteiriça entre Brasil/Amapá e França/Guiana Francesa, no período de 1995 a 2007.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Gestão ambiental no Baixo Tocantins: dos movimentos ambientalistas à elaboração do PPDJUS(Universidade Federal do Pará, 2010-03-09) ARNAUD, Mário Júnior de Carvalho; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749O presente trabalho tem por objetivo refletir sobre a atuação dos movimentos sociais e ambientais na Amazônia, e como esta contribuiu para a emergência do Socioambientalismo na Região. Analisa como o movimento socioambientalista tem contribuído para as políticas de gestão ambiental no município de Cametá, influenciando em sua origem, desenvolvimento e fortalecimento enquanto instância institucional. Essas políticas têm levado a uma nova concepção de gestão ambiental no município com implicações para o uso dos recursos naturais e do meio ambiente. Junto à política de descentralização, a atuação dos diversos atores sociais tem fomentado uma gestão participativa no município. A dissertação busca entender a dinâmica desses movimentos e suas implicações no uso do território a partir dos acordos de pesca e mobilização para a preservação dos recursos aquáticos e florestais, verificando as transformações no uso do território a partir deste tipo de intervenção e também, os resultados dessa mobilização socioambiental no que se refere à formulação de planos regionais de desenvolvimento para o Baixo Tocantins, como o PPDEJUS – Plano Popular de Desenvolvimento Sustentável a Jusante da UHE Tucuruí.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Gestão do território e responsabilidade social das empresas de mineração no estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2016-08-17) MEDEIROS, Gláucia Rodrigues Nascimento; SILVA, João Márcio Palheta da; http://lattes.cnpq.br/5356047514671129Na presente dissertação buscamos apresentar uma pesquisa referente às ações de Responsabilidade Social, realizadas pela empresa de mineração Vale nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás, tendo em vista que ambos os municípios possuem os maiores projetos de mineração do Brasil e, em breve, Canaã dos Carajás será sede do maior empreendimento mineral do planeta denominado Ferro Carajás S11D. As mudanças vividas nos territórios ocorrem instantaneamente, pois o governo municipal e a Vale se articulam para preparar o município para o startup do projeto Ferro Carajás S11D, buscando neste momento investir em infraestrutura voltada às construções e reformas dos equipamentos públicos, trazendo, por um lado, muitos impactos positivos, devido à aceleração dos investimentos e atividades na região, e, por outro, impactam negativamente, criando um caos devido ao incremento no volume migratório, pois os Projetos em atividade na região continuam funcionando, há mais de 30 anos, de forma ininterrupta, fator que fortalece a migração de pessoas de todos os estados da federação. A pesquisa no território paraense analisa até que ponto a gestão territorial se beneficia das atividades exploratórias de produção mineral, advindas dos Grandes Projetos energéticos e busca analisar as ações diretas da empresa Vale na melhoria da qualidade de vida da população local, analisando também o comprometimento e responsabilidade da empresa relacionadas à sua atividade e tomada de decisões buscando minimizar os impactos negativos causados à sociedade e ao meio ambiente. A pesquisa busca também analisar as relações estabelecidas entre o Poder Público e a empresa, bem como analisar as territorialidades exercidas para o controle de área, através dos dados divulgados pela empresa Vale e pelo governo Municipal relacionados aos investimentos em projetos de Responsabilidade Social, visando mensurar a qualidade na aplicação dos recursos voltados ao desenvolvimento sustentável local.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Território e gestão da pesca em coletividades locais no Nordeste paraense: estudo de caso no município de Marapanim-PA(Universidade Federal do Pará, 2011-10-29) ABREU, Walber Lopes de; BORDALO, Carlos Alexandre Leão; http://lattes.cnpq.br/1253955182585852A pesquisa intitulada Território e Gestão da Pesca em Coletividades Locais no Nordeste Paraense: Estudo de Caso no Município de Marapanim-PA, resulta de uma leitura geográfica a cerca da problemática que envolve a dimensão territorial da pesca artesanal no nordeste paraense, em particular, das coletividades locais de pescadores/pescadoras artesanais de Vila de Guarajubal e de Vista Alegre, em Marapanim, sob a ótica da política de ordenamento territorial da pesca e aquicultura no Brasil proposta enquanto uma política de estado. Esta, por sua vez, conduzida pelo Ministério da pesca e Aquicultura (MPA), propõe a criação de novos “Territórios de Pesca”, os quais resultaram de decisões tomadas de forma alheia aos anseios do conjunto de pescadores/pescadoras artesanais que existem espalhados no Brasil afora, em particular, no Nordeste Paraense. O conceito de território ganha relevância nesse sentido, pois sua dimensão espacial não se resume ao entendimento da pesca como uma atividade econômica, mas sim ao conjunto das relações produzidas pelos sujeitos em diferentes lugares onde se pratica a artesania de pesca. A dinâmica produzida por essas relações permitiu-nos compreender a importância do território e a gestão da pesca como resultado das práticas espaciais coletivas demarcadas sobre o meio terrestre e aquático e que constituem, portanto, a territorialidade de pescadores/pescadoras artesanais em Marapanim. A interação junto às coletividades locais por meio de conversas, entrevistas abertas e semi-estruturadas, reuniões junto aos pescadores, aplicação de questionários, além da observação participante sobre os diferentes lugares e paisagens foi de suma importância na compreensão do objeto investigado. Os resultados desta pesquisa revelam que as coletividades locais sobrevivem da pesca artesanal com dificuldades estruturais que lhes impedem de exercer sua profissão com maior segurança, estando muitas delas sujeitas a uma territorialização precária. Por vivenciarem realidades distintas, que em muitos aspectos apresentam semelhanças, são marcadas por dinâmicas sociais e econômicas que as impede de exercer o direito a territorializar-se. Apesar disso, são sujeitos políticos capazes de projetar ações coletivas e construir arranjos coletivos próprios destinados a organizar seus projetos de vida comunitária com base nos valores de tradição familiar, de parentesco, vizinhança e sociabilidade.
