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Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIA::PRODUCAO ANIMAL"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação de sistema silvipastoril através do desempenho produtivo de búfalos manejados nas condições climáticas de Belém, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2005-06-03) CASTRO, Anderson Corrêa; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    Foi conduzido um trabalho para estudar as relações entre variáveis produtivas, fisiológicas e de conforto animal de búfalos e fatores do ambiente físico, em sistema silvipastoril, envolvendo mogno africano (Kaya ivorensis) e nim indiano (Azadirachta indica) e pastejo rotacionado intensivo de Cynodon nlemfuensis, no período de maio de 2003 a novembro de 2004, na Unidade de Pesquisa Animal “Senador Álvaro Adolpho”, Embrapa Amazônia Oriental, Belém, Pará, no tipo climático Afi, com época mais chuvosa de dezembro a maio e menos chuvosa, de junho a novembro. A área de pastagem experimental, de 5,4 ha, está dividida em seis piquetes, com permanência animal de cinco dias e 25 dias de descanso. Foram utilizados 26 bubalinos Murrah, inteiros, com idade entre 231 e 303 dias. Efetuou-se análise descritiva dos dados experimentais, para obtenção de médias, desvio padrão, valores mínimos e máximos, correlações e variâncias, considerando-se ganho de peso, disponibilidade e composição química da forrageira, variáveis fisiológicas dos animais, variáveis climáticas, desenvolvimento das essências florestais, Índices de Conforto (IC) e de Temperatura – Umidade (ITU). Observou-se excelente desempenho ponderal dos animais experimentais, com ganhos médios de 0,911 kg/dia e peso vivo final de 510 kg. Nos períodos mais e menos chuvosos, a disponibilidade, os níveis de proteína bruta do caule, folha e planta inteira e a digestibilidade “in vitro” da matéria seca e da orgânica da forrageira foram satisfatórios, atendendo as necessidades mínimas para manutenção e destacado desempenho produtivo. Houve interferências das variáveis meteorológicas nos batimentos cardíacos, freqüência respiratória, temperatura retal e movimento ruminal dos animais. O IC ultrapassou o nível crítico, principalmente no período menos chuvoso, bem como os níveis de ITU foram elevados, suplantando o considerado de emergência, indicando a necessidade de práticas de manipulação do ambiente físico para elevar o desempenho animal. O desenvolvimento das essências florestais já fornece melhor ambiência aos animais, em função do sombreamento, o que contribui para a redução do estresse térmico e promove melhor performance produtiva dos búfalos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do ganho de peso e aspectos reprodutivos de primíparas zebuínas suplementadas com uréia no período seco
    (Universidade Federal do Pará, 2009) CARDOSO, Robson Pinto; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236
    Este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho produtivo e reprodutivo de vacas de corte primíparas, suplementadas com uréia no período seco. Foram utilizadas 58 fêmeas mestiças Tabapuã x Nelore, prenhas, com idade média de 39 meses e peso médio de 399 kg. Os animais experimentais foram vermifugados e divididos em dois grupos, um grupo (A) suplementado com sal mineral e o outro (B) com sal mineral enriquecido com uréia, na proporção de 80:20 (sal:uréia). Os animais foram mantidos em uma área de 50 hectares de capim Brachiaria brizantha, sendo 25 hectares para cada grupo. Durante os meses de agosto a novembro, período mais seco do ano na região, o pasto apresentou em média 5.800 kg de matéria seca por hectare com 6,2% de proteína bruta. As misturas minerais foram administradas em cochos cobertos de forma a atender um consumo ad libitum durante o período seco. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com dois tratamentos. Foi verificada diferença no peso vivo ao final do experimento (PVF) entre os tratamentos com sal mineral e sal mineral com uréia, com valores médios de 360,1 kg e 385,8 kg, respectivamente. Também foi observada diferença para o ganho médio diário, com média de 0,465 kg/an/dia para o grupo tratado com uréia, e 0,284 kg/an/dia para o grupo controle, com ganho pós-parto de 41,2 e 26,5 kg/animal, respectivamente. O melhor desempenho dos animais suplementados deve estar relacionado ao aumento no consumo de matéria seca promovido pela suplementação com uréia (12,610 kg contra 8,744 kg). O melhor desenvolvimento corporal (peso e escore corporal) ao início da estação de monta refletiu na manifestação de cio dos animais, sendo que 75% das vacas suplementadas com uréia já haviam manifestado cio durante os primeiros 60 dias da estação de monta contra apenas 53,33% das não suplementadas. Quando se avaliou o período integral da estação de monta não foi observado diferença entre a manifestação de cio das fêmeas suplementadas ou não, fato relacionado ao bom escore corporal apresentado pelos animais ao fim da estação de monta, 3,7 nas fêmeas suplementadas e 2,9 nas não suplementadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Características e índices produtivos de muçuãs (Kinosternon scorpioides) em cativeiro na ilha de Marajó, Amazônia, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) COSTA, Juliane da Silva; MARQUES, José Ribamar Felipe; http://lattes.cnpq.br/0104908318773676
    Os quelônios têm desempenhado, historicamente, um papel importante como recurso natural para alimentação humana na região Amazônica, onde se destaca a espécie Kinosternon scorpioides, o muçuã, que vem sofrendo gradativo desequilíbrio no seu efetivo populacional devido à apanha desordenada. Objetivou-se avaliar os índices de características produtivas, nas distintas fases de criação, e as características reprodutivas de acasalamento, postura e eclosão de muçuãs em cativeiro, visando a maior sustentabilidade da atividade por meio de manejo zootécnico adequado. O estudo foi conduzido no período de 2007 a 2015, em que foram analisados 84 acasalamentos, 742 posturas e 1.979 nascimentos para as avaliações reprodutivas e, 1.835 animais do berçário, 921 animais da recria e 3.614 animais da reprodução, entre machos e fêmeas, para as avaliações produtivas de animais criados em cativeiro pertencentes ao Criatório Científico da Embrapa Amazônia Oriental, ilha de Marajó-PA. Nas análises das características reprodutivas os resultados demonstraram que a estação reprodutiva é sazonal, concentrando os acasalamentos na época mais chuvosa do ano na região, em que a duração média do acasalamento foi de 00:23:00 h, com proporção macho:fêmea de 2,38 + 1,67. O período de formação do ovo foi de 122,98 + 45,38 dias. A distribuição das posturas apresentou uma tendência de clímax entre o final de junho e o inicio de agosto. A duração média da nidificação foi de 02:57:00 h. A viabilidade dos ovos encontrada foi de 20%. Os resultados da correlação entre as características biométricas, peso e o número de ovos foram positivos. Obtiveram-se resultados biométricos do ovo de 34,5 mm de comprimento e 18 mm de largura, com peso médio de 7,90 g. A duração média do período de incubação, em dias, foi de 129,31 + 19,57. Os nascimentos se concentraram entre os meses de setembro a dezembro. As correlações das características biométricas com o peso dos filhotes foram positivas entre todas as variáveis (P≤0,0001). Para as características produtivas obtiveram-se os pesos para todas as categorias zootécnicas onde filhotes do berçário, com aproximadamente 12 meses de idade, apresentaram peso médio de 36,54 + 22,67 g, animais da recria, com aproximadamente 24 meses de idade, apresentaram média de 199,20 + 45,36 g e os animais adultos, acima de 36 meses de idade, apresentaram peso médio de 503,63 + 73,21 g. As correlações entre o peso e as medidas corporais foram significativas (P≤0,0001) em todas as categorias. Os resultados da influência das medidas morfométricas sobre o peso para todas as categorias mostraram-se significativos (P≤0,0005). Para a análise de peso e medidas corporais sob a influência da estação do ano observou-se que todas as variáveis foram significativas (P≤0,0005), exceto para a categoria de reprodução. Na categoria de reprodução avaliou-se o peso e as medidas corporais sob a influência do sexo, onde se observou que as fêmeas foram mais pesadas do que os machos, mas os machos foram mais compridos que às fêmeas. As características de acasalamento, período de incubação e eclosão permitem delinear um manejo reprodutivo para a criação da espécie em cativeiro, nas condições da ilha de Marajó. Pesquisas direcionadas a biologia, nutrição e manejo de muçuãs devem ser incentivadas para incrementar a produção ex situ, fornecendo maiores subsídios para o estabelecimento de sistemas de produção que atendam à demanda comercial, promovendo a conservação e o aumento da variabilidade na espécie.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização dos sistemas de produção na bovinocultura leiteira nas mesorregiões sudeste e nordeste paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2014-02-25) DANTAS, Vanderson Vasconcelos; GODOY, Bruno Spacek; http://lattes.cnpq.br/4036516695601666; OAIGEN, Ricardo Pedroso; http://lattes.cnpq.br/8056365542183068
    A pecuária leiteira assume grande importância na economia regional, do ponto de vista de ocupação e geração de renda, sobretudo para agricultura familiar. Conhecer a realidade desses sistemas torna-se fundamental para que se possam gerar subsídios específicos para maior desenvolvimento da atividade. Nesse contexto os estudos sobre os diferentes sistemas de produção despontam como uma ferramenta relevante. O objetivo deste trabalho foi caracterizar os sistemas de produção de leite nas mesorregiões do sudeste e nordeste paraense através da utilização de técnicas de análise multivariada. A pesquisa foi realizada através da aplicação de questionários a 112 propriedades localizadas nos municípios de Ulianópolis-PA e Irituia-PA. Os dados obtidos foram tabulados no Microsoft Excel e processados no software SPSS 18.0. Através da análise de frequência observou-se que a área total das propriedades variou de 7 a 1600 ha. Os proprietários foram classificados de acordo com a quantidade de vacas existentes nas propriedades e constatou-se que 5,35% dos produtores possuíam menos de 10 vacas e 23,21% mantinham em seus estabelecimentos mais de 50 vacas. Com relação à produtividade do rebanho observou-se uma média geral de 4,34 (L vaca-1 dia-1). A alimentação do rebanho é baseada em pastagens cultivadas, sendo o braquiarão a mais utilizada. Apenas 19,60% das propriedades realizam suplementação com concentrado e 13,39% com volumoso. O manejo reprodutivo é realizado em 86,6% através de monta natural sem nenhum controle, o que resulta em animais pouco especializados para produção leiteira. O manejo da ordenha apresenta-se deficiente quanto às condições higiênica-sanitária, resultando num produto de baixa qualidade. As práticas de gestão apresentam pouca expressão entre os produtores. Com relação à tipologia estabelecida através da análise fatorial, revelou-se quatro fatores que explicaram 66,99% das variáveis originais, sendo que a análise de cluster identificou 4 grupos de produtores com perfis similares. O grupo III correspondeu ao grupo de produtores que apresentou maior adoção de tecnologia, como suplementação alimentar, manejo sanitário, tecnologia da ordenha e gestão da atividade, possuindo consequentemente melhor desempenho com média de produtividade de 5,04 (L vaca-1 dia-1). Os grupos I e II caracterizam-se por sistemas de produção familiares, com baixo nível de especialização e baixa produtividade e o grupo IV consiste em produtores familiares que apresentaram uma produção incipiente com participação da agricultura, possuindo os menores rendimentos produtivos e econômicos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Comparação de peso e rendimento de carcaça entre vacas bovinas e bubalinas
    (Universidade Federal do Pará, 2008) CRUZ, Sanderley Simões da; ARAÚJO, Cláudio Vieira de; http://lattes.cnpq.br/5049897507837031
    Registros de peso vivo, peso de carcaça, peso de cortes primários e rendimento de carcaça, provenientes do Matadouro Frigorífico da Cooperativa da Indústria Pecuária do Pará Ltda. (SOCIPE), localizada no distrito de Icoaraci, município de Belém, Estado do Pará, foram utilizados para discriminar possíveis diferenças entre fêmeas bubalinas e bovinas, abatidas durante o ano de 2007. Os registros de peso vivo foram utilizados para separar a amostra em fêmeas leves e pesadas, separadamente em cada espécie, utilizando como limiar o valor correspondente à mediana do peso vivo em cada espécie. Assim, foram compostos quatro grupos de fêmeas, bubalinas e bovinas, leves e pesadas. Para comparação entre fêmeas, vetores de médias dos pesos vivo, pesos carcaça quente, carcaça quente esquerda e direita, peso da carcaça fria, peso dianteiro, peso traseiro, peso ponta-de-agulha e peso couro, entre vacas bubalinas e bovinas, leves e pesadas, foram utilizados procedimentos de inferência multivariada. Os resultados revelaram a heterogeneidade para o peso de abate dos animais, dentro e entre espécies, não havendo um padrão bem definido de peso ideal ao abate. Vacas bubalinas obtiveram maiores pesos para componente de carcaça, quando comparadas às fêmeas do grupo bovino. Excetuando o peso da carcaça fria e a ponta de agulha, bubalinas do grupo pesado, obtiveram maiores médias quando comparadas ao grupo leve. Dentro do grupo de fêmeas bovinas não houve diferença estatística para o peso da caraça fria (P>0,05). Verifica-se que, em média, fêmeas bovinas apresentaram maior rendimento, exceto para o dianteiro. Os grupos intra-raciais apresentaram-se significativamente diferentes entre si (P<0,01). Por outro lado, não foram verificadas diferenças intra-raciais para os rendimentos de carcaças quentes, carcaça fria, dianteiro e traseiro.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Determinação de parâmetros para a avaliação de carcaça em bubalinos machos no Estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2006-04-04) SEIXAS, Vitória Nazaré Costa; ARAÚJO, Cláudio Vieira de; http://lattes.cnpq.br/5049897507837031; CARDOSO, Elyzabeth da Cruz; http://lattes.cnpq.br/8805703740727765
    O presente estudo objetivou criar um protocolo para identificação da qualidade da carcaça de bubalinos machos abatidos no Estado do Pará. Para isso, efetuou-se o estudo em duas etapas: na primeira, utilizou-se 174 animais para a criação e implantação do protocolo de identificação da idade através do desenvolvimento dos pares de dentes incisivos e das mensurações lineares, altura de garupa e cernelha, perímetro torácico e comprimento corporal. A segunda etapa constou da comprovação do protocolo pré-estabelecido inserido dentro da avaliação das características de carcaça, através dos rendimentos de carcaça quente e fria, do traseiro, dianteiro, ponta de agulha, área de olho de lombo e espessura de gordura subcutânea de 76 animais abatidos. Verificou-se a ausência dos cantos decíduos 4º par nos animais de zero a três meses de idade. Os cantos estabeleceram-se definitivamente entre três e seis meses de idade. A partir dos seis meses de idade, os dentes incisivos decíduos estão todos presentes e estabelecidos. Aos 24 meses observou-se o início da troca dentária das pinças (1º par). Entre os 30 a 55 meses de idade ocorreu a troca dentária dos primeiros e segundos médios (2º e 3º par, respectivamente) e acima dos 55 meses, a troca dos cantos. Dos 55 aos 100 meses de idade, todos os dentes incisivos permanentes estavam estabelecidos. O peso vivo dos animais apresentou uma correlação positiva e significativa com as mensurações lineares, altura de garupa e cernelha, perímetro torácico e comprimento corporal. Dos 25,7 meses até os 30 meses de idade houve uma redução da taxa de crescimento, conseqüência da puberdade e acabamento da gordura de cobertura. A partir dos 18 meses de idade não houve diferença significativa de rendimento de carcaça quente e fria, do traseiro, da área de olho de lombo e da espessura de gordura subcutânea dos animais. O rendimento dianteiro foi maior em búfalos acima de 24 meses de idade e o rendimento de ponta de agulha foi maior para búfalos mais jovens. Concluiu-se que o início da troca dentária das pinças é a idade ideal para o abate, onde coincide com a redução da taxa de crescimento e da deposição de gordura de cobertura da carcaça.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Peixes ornamentais do rio xingu: manutenção e reprodução do Acari zebra Hypancistrus zebra Isbrücker & Nijssen, 1991 (Siluriformes, Loricariidae) em cativeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2016-04-29) RAMOS, Fabrício Menezes; CORDEIRO, Carlos Alberto Martins; http://lattes.cnpq.br/5010139685215361; FUJIMOTO, Rodrigo Yudi; http://lattes.cnpq.br/9538142371454660
    O Hypancistrus zebra, é espécie ameaçada de extinção, mas que permanece ilegalmente capturada e comercializada, na região do Médio Xingu, devido principalmente à falta de tecnologia de criação que viabilizem sua criação em cativeiros e diminua a exploração de seus estoques naturais. Assim, o principal objetivo deste trabalho é gerar protocolos de manutenção e reprodução do acari zebra, Hypancistrus zebra em cativeiro. Para tanto, foram obtidos 300 exemplares de acari zebra de acordo com a autorização SISBIO nº 38.215-2 e comitê de ética animal nº 03.14.00.017.00.00. O presente trabalho foi dividido em quatro capítulos, sendo o primeiro relacionado a realizar um inventário das espécies do rio Xingu para selecionar a espécie prioritária para o desenvolvimento de tecnologias de cultivo; Avaliar a aceitação de diferentes abrigos e alimentos na manutenção de acari zebra mantido em laboratório; Avaliar diversas condições para a indução da reprodução do acari Zebra, em aquários e; Avaliar o manejo alimentar para os alevinos da geração F1 de Hypancistrus zebra. Com base na matriz foram escolhidos cinco espécies da Família Loricariidae (Hypancistrus zebra, Hypancistrus sp2, Baryancistrus xanthelus, Scobinancistrus sp3 e Ancistrus sp4), uma espécie para Potamotrygonidae (Potamotrygon leopoldii) e duas espécies de Cichlidae (Creniciclha regani e Teleociclha spp.). Com relação à preferência por abrigos em acari zebra o tempo passado nos abrigos foi maior em abrigos de cerâmica (276±51 min dia-1) seguido pelo abrigo de pedra (198±96 min dia-1), fora dos abrigos (134±15 min dia-1), e no abrigo de PVC (70±52 min dia-1). Quanto a preferência por alimentos a ordem de classificação de preferência dos alimentos foi maior para a Artemia sp. seguido pelo alimento peixe, camarão e mexilhão. Porém, quando os peixes alimentados com Artemia sp. ou o mix de alimentos, estes apresentaram maior peso final, comprimento final e ganho de peso em relação aos alimentos isolados com o camarão e peixe. Com relação à frequência e taxa de alimentação, não houve interação entre a taxa e a frequência de alimentação sendo que as frequências de 2 e 3 alimentações diárias e a taxa de alimentação de 10% peso vivo dia-1 promovem melhores resultados de desempenho zootécnico. Também foi observado que a melhor densidade de estocagem é de 2,00g L-1 por proporcionar as melhores taxas de crescimento específico. Em relação a reprodução foram observadas cinco desovas de diferentes casais, sendo 3 para 1 macho e 2 fêmeas. O macho maior é o dominante, territorialista e apresenta cuidado parental. Postura média de 13,8±6,72 ovos, diâmetro de 4,4±0,12, volume de 41,4 mm3 e volume de vitelo 34.3 mm3. A eclosão ocorre com 7 dias pós fertilização (PF) e no 17 dias PF o saco vitelinico foi absorvido. Os diferentes valores testados de condutividade elétrica na água e tratamentos hormônais não foram suficiente para promover desovas no acari zebras. Os valores de desempenho em alevinos de acari zebra permaneceram semelhantes entre os tratamentos testados. Conclui-se assim, que o acari zebra é a espécie do rio Xingu prioritária no desenvolvimento de tecnologia. O uso de refúgios de cerâmica é o mais indicado, em Hypancistrus zebra. Os acaris zebras devem ser cultivados na densidade de 2g L-1, sendo que sua alimentação não é aleatória, tendo preferência por artêmia, que devem ser distribuídas em 10% peso vivo dia-1 em 2 alimentações diárias. Adicionalmente alimentos complementares à artêmia podem ser conjugadas para proporcionar desempenho similar. A reprodução em cativeiro é possível porém novas técnicas que propiciem o escalonamento da reprodução devem ser avaliadas. Além disso, devido a longa fase larval e com grande reserva de saco vitelínico, promove alevinos mais saudáveis e resistentes sendo que a frequência alimentar não influência diretamente no desempenho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Produtividade de vacas mestiças leiteiras em sistema semi-intensivo nos municípios de Irituia e Mãe do rio do nordeste paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2010-03-30) BARBAS, Cristiane de Carvalho; RIBEIRO, Haroldo Francisco Lobato; http://lattes.cnpq.br/1614582293203770
    Verificar a influência de fatores do meio ambiente sobre características de produção e reprodução em grupos genéticos de bovinos leiteiros explorados em algumas fazendas nos municípios de Irituia e Mãe do rio no Nordeste Paraense. Foi utilizada uma média de 454 animais em lactação mestiças de Holandês, Pardo-Suíça e Girolando pertencentes a duas fazendas com sistema de criação semi-intensivo na época menos chuvosa. As médias e desvio-padrão para produção de leite total foram iguais a 1097,36 ± 330,47 Kg, com coeficiente de variação igual a 25,64% sendo que o grupo genético Holandesa, a época de parto menos chuvosa e o ano de 2007 apresentaram maior produção. O período de lactação apresentou efeito linear e crescente sobre a produção de leite total. O período de lactação apresentou média e desvio-padrão iguais a 218,17 ± 43,17 dias, a maior média para o período de lactação foi observada na época mais chuvosa e a média do período de lactação diminuiu no decorrer dos anos 2007 e 2008. A média e desvio padrão de intervalo entre partos encontrado no rebanho foi igual a 398,975 ± 60,85 dias. A época menos chuvosa apresentou uma média de intervalo entre partos menor que época mais chuvosa e a média de intervalo entre partos foi reduzindo a partir de 2006. A média de idade ao primeiro parto encontrado foi de 38,57 ± 5,81 meses. Os coeficientes de determinação foram maiores que 0,85 (R2a > 0,85), sendo que para o grupo genético Holandesa, os ajustes foram melhores em relação aos ajustes dos outros dois grupos genéticos. Para o grupo genético Girolando, o formato da curva de lactação diferiu dos outros dois grupos genéticos dificultando o ajuste pelas funções Gama Incompleta, Linear Hiperbólica e Polinomial Inversa. Os ajustes promovidos pela função polinomial inversa apresentaram ligeiro desvio em relação às outras duas funções. O grupo genético Holandesa apresentou produção ao pico e persistência um pouco mais elevados em relação aos outros grupos genéticos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Sistema reprodutor feminino de três espécies do gênero Saimiri Voigt, 1831 (Primates: Cebidae): observações macroscópicas e histológicas
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-18) LOPES, Gerson Paulino; QUEIROZ, Helder Lima de; http://lattes.cnpq.br/3131281054700225; DOMINGUES, Sheyla Farhayldes Souza; http://lattes.cnpq.br/2794753357251149
    Os primatas platirrinos apresentam variação em seus aspectos reprodutivos, suas estratégias, comportamentos, fisiologia e morfoanatomia. Algumas dessas variações podem ser consequências da coevolução dos elementos constituintes da genitália de ambos os sexos, por meio da seleção sexual. Diferenças morfológicas podem representar alto grau de especialização dos órgãos genitais intraespecíficos, o que acarreta em um mecanismo do tipo “chave-fechadura”, que pode constituir um dos mecanismos de isolamento copulatório e reprodutivo, com implicações nos processos de especiação. Nas fêmeas, barreiras anatômicas e fisiológicas dentro da vagina, cérvice, útero, junção útero-tubárica e tubas uterinas podem ser obstáculos aos gametas masculinos em direção à fecundação e, podem influenciar o resultado de uma potencial competição espermática. Em primatas neotropicais, algumas descrições morfológicas apontaram diversas semelhanças e diferenças entre os componentes do sistema reprodutor feminino. Em primatas do gênero Saimiri foram realizadas descrições anatômicas para Saimiri sciureus, Saimiri oerstedii e Saimiri collinsi. Recentemente, formas anteriormente identificadas como S. sciureus e consideradas como subespécies desta, foram elevados ao nível de espécie. Entre eles estão Saimiri macrodon e Saimiri cassiquiarensis. Estas espécies apresentam ampla distribuição na Amazônia e ocorrem em peripatria com Saimiri vanzolinii na Reserva Mamirauá, Amazônia Central. Os limites da distribuição geográfica das três espécies são bem delineados, mas os mecanismos que promovem o isolamento reprodutivo ainda não estão esclarecidos. A possibilidade de existência de híbridos e a invasão progressiva de S. cassiquiarensis na área de ocorrência de S. vanzolinii são motivos de preocupação. Alguns grupos mistos foram observados na zona de contato entre S. vanzolinii e S. cassiquiarensis. A ausência de barreiras geográficas demanda que segregação entre estas espécies seja elucidada por outros parâmetros, como o isolamento reprodutivo pela incompatibilidade morfológica. Nesse contexto, descrevemos o sistema reprodutor feminino das referidas espécies a fim de avaliar a possibilidade de que a morfologia genital constitua um mecanismo de isolamento reprodutivo entre elas, através da descrição anatômica, topográfica e histológica da genitália externa e dos órgãos internos do sistema reprodutor feminino. Verificamos que essas espécies compartilham muitas semelhanças na maioria dos órgãos analisados. Embora tenham sido identificadas algumas diferenças importantes que podem desempenhar um papel relevante na evolução dos componentes do sistema reprodutivo dessas espécies, essas diferenças não são suficientes para compor um mecanismo de isolamento reprodutivo para estas três espécies de Saimiri. Nossas descrições fornecem informações importantes que podem auxiliar na construção de estratégias de conservação para estas e outras espécies do gênero Saimiri. Bem como subsidiar o desenvolvimento de biotecnologias da reprodução, especialmente espécies ameaçadas, como é o caso de S. vanzolinii e, elucidar questões sobre aspectos evolutivos dos componentes do sistema reprodutor destas espécies e de outros primatas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso de modelo de regressão aleatória na análise de produção de leite em bubalinos
    (Universidade Federal do Pará, 2006-11-29) PEREIRA, Daniela Cristina Portal; ARAÚJO, Cláudio Vieira de; http://lattes.cnpq.br/5049897507837031
    Dados referentes a 1.719 controles de produção de leite de 357 fêmeas predominantemente da raça Murrah, filhas de 110 reprodutores, com partos distribuídos entre os anos de 1974 e 2004, obtidos do Programa de Melhoramento Genético de Bubalinos (PROMEBUL) com adição de registros do rebanho pertencente à EMBRAPA Amazônia Oriental - EAO, localizada em Belém, Pará. Os registros foram usados para comparar modelos de regressão aleatória na estimação de componentes de variância e predição de valores genéticos dos reprodutores utilizando a. função polinomial de Legendre, variando de segunda à quarta ordem. O modelo de regressão aleatória incluiu os efeitos de rebanho-ano, mês de parto, coeficientes de regressão para idade da fêmea (para descrever a parte fixa da curva de lactação) e coeficientes de regressão relacionados ao efeito genético direto e de ambiente permanente. A comparação entre modelos foram realizadas por meio do Critério de Informação de Akaike. O modelo de regressão aleatória que utilizou a terceira ordem de polinômio de Legendre, com quatro classes de resíduo para o ambiente temporário, foi o que melhor descreveu a variação genética aditiva da produção de leite. A herdabilidade estimada variou entre 0,08 a 0,40. A correlação genética entre produções mais próximas foram próximas da unidade, mas em idades mais distantes a correlação foi baixa. A correlação de Spearman e de Pearson entre os valores genéticos preditos em todas as situações foram próximas da unidade.
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