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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da terapêutica da malária por Plasmodium vivax: perfil cinético da cloroquina e primaquina
    (Universidade Federal do Pará, 2011) TEIXEIRA, José Ribamar Mesquita; VIEIRA, José Luiz Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2739079559531098; SOUZA, José Maria de; http://lattes.cnpq.br/6459204248879587
    Os relatos crescentes da resistência aos antimaláricos no tratamento da malária vivax direcionam a busca de novas estratégias de aperfeiçoamento do tratamento e controle da doença e ao se considerar a ausência de dados referentes a eficácia da associação cloroquina e primaquina e seus respectivos perfis cinéticos em pacientes com malária vivax no estado do Pará, este estudo objetivou avaliar as características epidemiológicas, a resposta terapêutica e as funções renal e hepática de 40 pacientes com malária vivax atendidos no Programa de Ensaios Clínicos em Malária do Instituto Evandro Chagas (Belém/Pará) no período 2008 a 2010. Houve predomínio do gênero masculino (67,5%), a faixa etária de maior incidência foi 34-42 anos (30%), as ocupações principais foram maritimos e vendedores; a maioria (85%) residente em Belém-PA; os primoinfectados representaram 42,5%. A parasitemia inicial média foi 4.485,7 ± 6.732,7 parasitos/mm3, sendo considerada baixa em 95% e média em 5% dos casos. A anemia esteve presente em 60% dos casos com faixa estária predominante entre 23 a 60 anos; 57,5% apresentaram os demais índices hematimétricos foram normais em ambos os gêneros. Os parâmetros bioquímicos foram similares nos pacientes primoinfectados e recorrentes; O perfil cinético da cloroquina demonstrou pico de concentração plasmática de1.102,15 ± 313,52 ng/mL; em D30 foram D30 foram de 98,6 ± 35,88. Os teores médios de primaquina em D2, D7 e D14 foram de 210,2 ng/mL, 345,0 ng/mL e 91,7 ng/mL, respectivamente. O seguimento clínico e laboratorial dos pacientes não detectou recidiva da infecção após o seguimento de 28 dias, e não foram evidenciadas sintomatologia clínica adicional, o que aliado ao tempo médio de clareamento da parasitemia de 80±32 horas indicam que o esquema terapêutico utilizado foi eficaz com taxa de cura de 100%, bem como a qualidade das medidas de orientação, esclarecimento e seguimento do serviço de saúde nos quais os pacientes foram diagnosticados e tratados.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização comportamental e eletroencefalográfica das convulsões induzidas pelo cunaniol e acetato de cunaniol extraídos das folhas de Clibadium sylvestre, um modelo de convulsão generalizada experimental em ratos (Wistar)
    (Universidade Federal do Pará, 2011-12-15) HAMOY, Moisés; NASCIMENTO, José Luiz Martins do; http://lattes.cnpq.br/7216249286784978
    A Clibadium sylvestre é largamente distribuída na região amazônica, onde é conhecida como cunambi ou cunhambi, e sua ingestão causa embriaguez, ou mesmo morte dos peixes, demonstrando propriedade ictiotóxica. Os compostos existentes nas folhas da Clibadium sylvestre são poderosos estimulantes do sistema nervoso central, suas folhas contêm substâncias com potencial convulsivante. As alterações eletroencefalográficas, crise convulsiva e os efeitos de drogas no controle do comportamento convulsivo foram estudados bem como a via metabólica dos componentes acetato de cunaniol e cunaniol. O trabalho foi realizado em ratos wistar machos adultos, tratados com DE50 de 2,92 mg/kg ou DL50 de 3,64 mg/kg de cunaniol a via de administração utilizada foi a intraperitoneal. Após a administração do cunaniol, a evolução das crises convulsivas foram observadas, permitindo classificá-las de acordo com a intensidade de apresentação e relacionar com a concentração plasmática do cunaniol. Os parâmetros eletroencefalográficos, da atuação das drogas no controle das convulsões e a característica cíclica foram determinadas e avaliadas. A análise de plasma obtido por cromatografia líquida após a aplicação das substâncias convulsivantes indicam que o acetato de cunaniol sofre desacetilação dando origem ao cunaniol, droga responsável pelo quadro convulsivo. Dados eletrocorticográficos demonstraram cinco padrões de traçados diferentes durante registro de 4 horas permanecendo com alterações de traçado por 12 horas após aplicação. As drogas utilizadas para prevenir o desencadeamento das convulsões, as mais efetivas foram o Diazepam, o Fenobarbital e a Quetamina. O comportamento convulsivo foi classificado em cinco estágios. Para a ocorrência dos estágios 4 e 5 não houve diferenças estatísticas quanto à concentração plasmática de cunaniol.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estimativa da não adesão ao tratamento da malária em área endêmica no Marajó estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2014) ALMEIDA, Eduardo Dias; VIEIRA, José Luiz Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2739079559531098
    A associação de Cloroquina (CQ) e Primaquina (PQ) é utilizada como tratamento de primeira linha para malária causada por Plasmodium vivax no Brasil. A falha terapêutica desta associação é reconhecida e mundialmente relatada. De natureza multifatorial, envolve variáveis relacionadas ao hospedeiro, ao vetor e ao agente etiológico. Dentre estas, a adesão ao tratamento é fundamental para estabelecer a eficácia e efetividade dos antimaláricos, pois o comportamento de não adesão tende a aumenta as taxas de recorrência parasitária e favorecer a emergência de cepas resistentes aos antimaláricos. Apesar da elevada incidência de malária por P. vivax na Amazônia brasileira, poucos estudos avaliaram a adesão ao tratamento e fatores comportamentais e ambientais determinantes. Este estudo objetivou estimar a taxa de não adesão ao tratamento da malária por P.vivax no município de Anajás, PA. Efetuou-se o levantamento de dados sociodemográficos (idade, procedência, gênero) e estudos observacionais acerca da percepção da população local sobre a doença e seu tratamento. A seguir, validou-se um instrumento de medida de não adesão ao tratamento em diferentes métricas, com base no estudo de Morisky et al. (1986), com a adição de um item relativo a auto replicação das doses para aplicação nos pacientes com malária por P. vivax. Por fim, propôs-se um modelo de avaliação da não adesão, com base no monitoramento terapêutico dos parâmetros farmacocinéticos da CQ, considerando diferentes cenários de não adesão. Os resultados mostraram que a doença ocorre em ambos os sexos e a maioria dos casos são provenientes de zona rural. Os fatores de risco como gênero, procedência, parasitemia na admissão ao tratamento e faixa etária não exerceram impacto significativo sobre as taxas de não adesão. Entretanto, o abandono do tratamento ao se sentir melhor, pela necessidade de retorno as atividades laborais, ou pior, pelas reações adversas da CQ, foram os comportamentos determinantes para não adesão ao regime terapêutico pleno. O instrumento para medida da não adesão, composto por cinco itens apresentou parâmetros de validação satisfatórios, em especial na escala de Likert em sua forma dicotomizada, que estimou a não adesão ao regime terapêutico em 33,3%. Após construção e validação do modelo farmacocinético mono compartimental por regressão não linear e avaliação de diversos cenários para não adesão, verificou-se que a perda de duas doses consecutivas, sem reposição foi considerada o único cenário que pode alterar significativamente os parâmetros farmacocinéticos da CQ e interferir na resposta terapêutica.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Marcadores de estresse oxidativo e concentrações de primaquina e carboxiprimaquina em pacientes com malária por Plasmodium vivax
    (Universidade Federal do Pará, 2014-11-06) RODRIGUES, Luiz Carlos de Souza; VIEIRA, José Luiz Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2739079559531098
    As alterações no ciclo redox eritrocitário tem sido associadas a fisiopatogenia da malária grave em modelos experimentais e em humanos. Entretanto, poucos estudos avaliaram mudanças no equilibrio redox em pacientes com malária por Plasmodium vivax sem gravidade, que representam a maioria dos casos da doença. Não foram caracterizadas as variações do dano oxidativo e a respectiva resposta antioxidante do hospedeiro humano durante a evolução da doença, quer seja, antes, durante e após a quimioterapia, assim como, não foram identificadas em cada fase, os responsáveis pela geração de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, quer sejam, a degradação do heme, o uso de antimaláricos ou a explosão respiratória de macrófagos. Este estudo objetivou estimar marcadores de dano oxidativo e as defesas antioxidantes assim como, os níveis de primaquina e carboxiprimaquina na malária por P. vivax. Para tanto, foram incluidos 38 pacientes de ambos os sexos, com diagnóstico positivo para malária por P. vivax acompanhados durante 28 dias, nos quais foram realizadas coletas seriais de amostras de sangue antes do tratamento (D0) e após 2(D2), sete (D7) e quatorze dias (D14). O dano oxidativo e a defesa antioxidante foram avaliados pela medida espectrofotométrica da metemoglobina e dos compostos reativos ao ácido tiobarbitúrico e da capacidade antioxidante total e glutationa reduzida, respectivamente. O grupo controle foi composto de 19 voluntários saudáveis pareados em proporção por sexo e idade. A primaquina e seu metabólito foram determinados por cromatografia líquida de alta eficiência. Os resultados indicaram maior incidência da doença em indivíduos do sexo masculino em idade produtiva. Os parâmetros hematológicos mantiveram-se constantes no decorrer do estudo, apesar de monocitose e discreta plaquetopenia. A avaliação bioquímica mostrou redução significativa da fração HDL do colesterol. Os níveis de metemoglobina foram associados ao uso de antimaláricos, pois foram semelhantes ao grupo controle, e aumentaram no decorrer do tratamento. Os compostos reativos ao ácido tiobarbitúrico foram associados a presença de parasitas, pois foram maiores em comparação ao grupo controle, e não variaram de forma significativa após administração dos fármacos. A capacidade antioxidante total e o índice de estresse oxidativo foram semelhantes durante o estudo, assim como, com o grupo controle. Os teores de glutationa reduzida diminuiram signifcativamente no decorrer do experimento em relação ao grupo controle e não houve correlação com a parasitemia. A primaquina não se acumulou significativamente no organismo humano no decorrer do estudo e suas concentrações e da carboxiprimaquina não se associaram a metemoglobinemia e aos níveis de compostos reativos ao ácido tiobarbitúrico.
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