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Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIA::BIOLOGIA E FISIOLOGIA DOS MICROORGANISMOS::MICOLOGIA"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação in vitro da atividade antifúngica da Malpighia glabra linn. em agentes da cromoblastomicose
    (Universidade Federal do Pará, 2017-08-29) CRUZ, Naila Ferreira da; SILVA, Moises Batista da; http://lattes.cnpq.br/5525661855611118; SALGADO, Claudio Guedes; http://lattes.cnpq.br/2310734509396125
    A cromoblastomicose (CBM) é uma micose por implantação, crônica, de distribuição cosmopolita, causada por fungos melanizados. Após implantação transcutânea, os propágulos dos agentes da CBM apresentam uma plasticidade celular e morfológica única, ocorrendo a diferenciação celular, resultando nas células muriformes. O tratamento dessa micose é um desafio pela ausência de um antifúngico padrão. Vários métodos de terapia são utilizados (físicos e farmacológicos), isoladamente ou associados, no entanto, com pouco sucesso de cura clínica. A região amazônica tem uma vasta biodiversidade de vegetais que precisam ser melhor caracterizados quanto à sua composição química e aplicabilidade no tratamento de diferentes doenças. Nessa variedade de plantas, o fruto da Malpighia glabra Linn. (acerola) apresenta um alto teor de vitamina C, apresentando também vitaminas do complexo B, A, antocianinas e flavonoides, que destacam-se por apresentarem diferentes ações biológicas e terapêuticas já demonstradas tanto em in vitro quanto in vivo. Um grande interesse está atualmente centrado nas atividades biológicas de um destes flavonoides, a quercetina, pois exerce múltiplas atividades farmacológicas, apresentando propriedades biológicas únicas que podem melhorar o desempenho mental e/ou físico, e reduzir o risco de diferentes infecções. Este estudo teve como objetivo avaliar a atividade antifúngica in vitro do extrato da M. glabra em conídios e nas células muriformes de cepas de Fonsecaea spp. O extrato da M. glabra apresentou atividade antifúngica tanto em conídios quanto em células muriformes das cepas avaliadas. Além do extrato bruto, os conídios de diferentes cepas também foram sensíveis a diferentes diluições do extrato. Foram avaliadas a concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração fungicida mínima (CFM). A média geométrica da CIM da quercetina para os conídios foi de 4,75 μg/mL e a média geométrica da CFM foi de 11,31 μg/mL, isso sugere que a quercetina apresenta ação fungistática. São necessários mais estudos para que futuramente a M. glabra ou a quercetina, isolada ou associada com outro componente isolado do extrato, possa ser usada para o tratamento da CBM.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização fenotípica de isolados de Cryptococcus gattii
    (Universidade Federal do Pará, 2005-02-25) MAGALHÃES, Mioni Thieli Figueiredo; MAGALHÃES, Luiz Marconi Fortes; http://lattes.cnpq.br/6032076996211936; LAZÉRA, Márcia dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7911244508417625
    Cryptococcus neoformans foi descrito como patógeno humano em 1894. Desde então, estudos abrangendo aspectos da biologia, taxonomia, ecologia e epidemiologia do fungo , vêm se desenvolvendo com significante importância para a medicina e para o meio ambiente. O fungo foi recentemente classificado em duas espécies distintas, C. neoformans (sorotipo A, D e AD) e C. gattii (sorotipos B e C), cada uma com características morfológicas e genéticas bem definidas, assim como seus aspectos ecológicos e epidemiológicos. C. neoformans acomete principalmente indivíduos imunocomprometidos, especialmente aqueles infectados pelo HIV, enquanto C. gattii infecta principalmente indivíduos imunocompetentes, atingindo todas as faixas etárias. Os fatores principais que determinam a patogênese da criptococose são relacionados com a situação de defesa do hospedeiro, o tamanho do inóculo e a virulência da cepa, sendo este último determinado por quatro características principais: a cápsula polissacarídica, a produção de melanina, a diferença de tipos sexuados (MAT e MATa) e a termotolerância. O fungo possui ciclo de vida transitório entre formas leveduriformes haplóides e formas filamentosas dicarióticas. A reprodução sexuada envolve mistura de material genético de parentais que formam progênies contendo características genéticas de ambos. A forma sexuada pode ocorrer através de um processo conhecido como frutificação haplóide. As espécies são heterotálicas, com dois tipos sexuados MAT e MATa. Estudos de caracterização fenotípica, incluindo a identificação da espécie, sorotipo e tipo sexuado tem grande relevância para a condução de estudos mais aprofundados devido ao estreito relacionamento entre seus aspectos ecológicos variáveis e seu ciclo de desenvolvimento e multiplicação, especialmente para o Norte e Nordeste do Brasil, onde o sorotipo B destaca-se como principal agente de meningite fúngica em hospedeiros normais. Este trabalho utilizou a técnica do CGB para a análise metabólica (identificação da espécie), onde 28 cepas apresentaram resultado positivo, caracterizando C. gattii e duas apresentaram resultado negativo, caracterizando C. neoformans . Os resultados de sorotipagem, realizados através de teste de aglutinação revelaram 28 cepas do sorotipo B e duas do sorotipo A. A determinação do tipo sexuado foi realizada através de técnica de PCR e todas as amostras eram MAT.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estudo do Paracoccidioides brasiliensis no município de Buriticupu, Amazônia maranhense
    (Universidade Federal do Pará, 2010-10-01) CALVET, Clélea de Oliveira; ISHAK, Ricardo; http://lattes.cnpq.br/5621101706909450
    O objetivo deste trabalho foi o de verificar a presença do Paracoccidioides brasiliensis no município de Buriticupu, localizado na Amazônia Maranhense. Foram realizados testes intradérmicos com paracoccidioidina em 491 indivíduos, havendo 60 intradermorreações positivas ao antígeno. Observou-se não haver diferença estatística significante na amostra em relação à positividade ao teste e as variáveis sexo, hábitos sócio-culturais e nível de escolaridade, embora, descritivamente, o sexo feminino tenha sido o mais freqüente, totalizando 33 pacientes, e que positivo-reagentes possuíam hábitos que propiciavam o contato com o patógeno e, ainda, constatou-se serem os níveis de escolaridade predominantes o analfabetismo (18 testados) e o 1º grau incompleto (26 testados). Cinqüenta e um pacientes positivos aos testes intradérmicos à paracoccidoidina (85%) eram naturais do Estado do Maranhão. Ao analisarem-se os dados clínicos e laboratoriais gerais nos prontuários dos seis pacientes diagnosticados com a doença paracoccidioidomicose, constatou-se que todos eram lavradores com mais de 10 anos de residência em Buriticupu, possuindo a presença do fungo em raspado de mucosa bucal à coloração do PAS e Gomori-Groccot, com exceção de dois pacientes: um com 36 meses de tratamento e outro com 12 meses de terapêutica, e sem lesão bucal inicial ou posterior, ambos sem relatos de abandono de tratamento. Verificou-se, portanto, que a citologia esfoliativa é um método fácil e de baixo custo no auxílio do controle terapêutico dos pacientes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Imunoexpressão para CD1a em lesões cutâneas na doença de Jorge Lobo
    (Universidade Federal do Pará, 2009) UNGER, Deborah Aben-Athar; BRITO, Arival Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/0563291980190339
    A Doença de Jorge Lobo (DJL) é uma micose crônica causada pelo fungo Lacazia loboi, descrita em vários países da América do Sul, sendo que na Amazônia brasileira é se que se concentra o maior número de casos. A apresentação clínica mais comum é a de lesão queloidiana, localizada principalmente nos membros inferiores em homens que exercem atividade agrícola. O fungo pode ser identificado pelo exame micológico direto e anatomopatológico. O principal objetivo deste trabalho foi investigar o possível papel das células de Langerhans (CL) na patogênese da doença, em amostras de tecido de lesões cutâneas, usando técnica imuno-histoquímica. Foram selecionados trinta e três prontuários com os respectivos blocos parafinados das biópsias de pele de pacientes com DJL, (grupo 1 ) registrados no serviço de dermatologia da Universidade Federal do Pará no período de 1955 a 2005. O grupo controle foi composto de 10 blocos parafinados de pele sem doença dermatológica (grupo 2 ) e 42 blocos de portadores de paracoccidioidomicose(PCM) (grupo 3). Na análise dos prontuários dos pacientes, foram coletados dados em relação à idade, sexo, procedência, profissão, localização e tipo clínico das lesões . As células de Langerhans foram identificadas por imuno-histoquímica utilizando anticorpo anti-CD1a (Serotec). Os pacientes eram em sua maioria homens (84, 8%), lavradores (72, 7%) com faixa etária entre 46-65 anos, com predominância de lesões queloidianas (81, 8%), nos membros inferiores (45, 5%). O número de células positivas foi analisada estatisticamente. As CL foram visualizadas ao longo da epiderme em todas as biópsias da DJL. A morfologia e o número de células, não diferiram em relação à pele normal (p>0, 05), e encontravam-se aumentadas quando comparadas com as de portadores de PCM (p<0, 05). As células de Langerhans estavam presentes nas lesões cutâneas da DJL e na pele sem doença dermatológica de maneira similar, não sofrendo alterações numéricas ou morfológicas, diferentemente do que ocorreu na PCM. Estes resultados sugerem que na DJL os fungos provavelmente apresentam algum mecanismo escapatório, que os livram da apresentação de antígenos pelas células de Langerhans.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Influência dos metabólitos secundários de Piper divaricatum da região amazônica no controle do Fusarium solani f. sp. piperis causador da fusariose em pimenta do reino
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09-18) MEIRELES, Erisléia das Neves; RAMOS, Alessandra de Rezende; http://lattes.cnpq.br/1279694874191138; SILVA, Joyce Kelly do Rosário da; http://lattes.cnpq.br/2278686174214080
    A cultura de pimenta do reino (Piper nigrum L.) é uma das principais atividades agrícolas no estado do Pará e sofre sérios danos ocasionados pela fusariose, doença restrita ao Brasil. O presente trabalho avaliou a atividade antifúngica in vitro de óleos essenciais de espécies de Piper ricos em fenilpropanóides frente a Fusarium solani f. sp. piperis, agente causal da fusariose. A inibição do crescimento micelial pelo método de difusão em Agar na concentração de 5 mg.Ml-1 foi considerada: baixa para P. aduncum (20,3%) e P. krukoffii (31,4%); moderada para P. callosum (55,7%) e P. marginatum (70,3%) e alta para P. divaricatum (93,3%). Os componentes majoritários identificados por CG-EM foram: dilapiol (92,0%), safrol (78,0%), metileugenol (75,2%) e eugenol (7,9%), apiol (80,0%), Z-isoosmorizol (44,0%) e E-anetol (22,0%), respectivamente. O óleo de P. divaricatum e seus compostos majoritários apresentaram valores CIM de 0,75 mg.mL-1. A avaliação dos efeitos combinados do eugenol e metileugenol apontou o eugenol como principal responsável pela atividade.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Inquérito com paracoccidiodina em cinco cidades do Estado do Acre
    (Universidade Federal do Pará, 2011-09-30) FIGUEIREDO, Mediã Barbosa; ISHAK, Ricardo; http://lattes.cnpq.br/5621101706909450
    A paracoccidioidomicose constitui um importante problema de saúde pública na América Latina. No Brasil, essa doença é menos freqüente nas regiões Norte e Nordeste, predominando as áreas endêmicas na região Sudeste. Apesar das condições fisiográficas da região Norte favorecerem o desenvolvimento do Paracoccidioides brasiliensis, mesmo assim, os relatos de casos são escassos. Talvez, isto deva-se ao fato da pouca consideração sobre as micoses profundas entre os diagnósticos diferenciais das condições clínicas crônicas, justificadas no fato de que a região não é considerada endêmica. Com o objetivo de descrever a prevalência da paracoccidioidomicose em cinco cidades do Estado do Acre, foi realizado estudo transversal em base populacional, por meio de inquérito com a intradermorreação à paracoccidioidina. A leitura do teste intradérmico foi realizada com 24 e 48 horas, sendo considerados reatores as pessoas com endurações de 5 ou mais milímetros de diâmetro. Foram estudadas 439 pessoas e os índices de paracoccidioidomicose-infecção na leitura de 48 horas foi de 41,2%. Os achados deste estudo indicam que o P. brasiliensis causa infecção em considerável número de pessoas na área estudada e, portanto, futuros estudos clínico-epidemiológicos e micológicos devem melhor esclarecer a história natural da micose nessa região.
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