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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Aspectos hematológicos e clínicos de crianças leucêmicas no período de indução da quimioterapia(Universidade Federal do Pará, 2012-09-22) MÉLO, Flávia Maria Lessa; QUARESMA, Juarez Antônio Simões; http://lattes.cnpq.br/3350166863853054A leucemia é responsável por aproximadamente 30% dos casos de doenças malignas pediátricas, envolvendo o sistema hematopoiético, acometendo preferencialmente os leucócitos, caracterizando-se pela substituição de células sanguíneas normais por células jovens anormais na medula óssea. Na infância é a causa mais comum de óbitos oncológicos, sendo os principais tipos: linfóide aguda (LLA) e mielóide aguda (LMA) ou crônica (LMC). A quimioterapia é o tratamento específico mais utilizado para alcançar a cura ou prolongar a vida desses pacientes, sendo necessária muitas vezes a internação hospitalar, uma vez que estes pacientes apresentam alterações significativas no hemograma, tornando-os imunocomprometidos. Isto aumenta o risco de infecções potencialmente graves além de outras complicações, que muitas vezes prolongam o tempo de internação hospitalar e elevam as taxas de morbi-mortalidade. Com o intuito de ampliar os conhecimentos sobre o hemograma e as características clínicas dos pacientes pediátricos leucêmicos no período de indução da quimioterapia internados em um hospital de referência em oncologia na região norte do Brasil de 2005 a 2010 com idade de 0 a 12 anos. Para tanto foi realizado um estudo retrospectivo com coleta de dados secundários de prontuários arquivados na divisão de arquivo médico e estatístico do hospital envolvido no estudo. Na analise estatística dos resultados obteve-se média, desvio padrão e mediana das variáveis contínuas e frequência das variáveis categóricas, sendo a significância estatística verificada por meio da obtenção de Intervalos de Confiança a 95% e pelos testes de ANOVA 1 critério e Wilcoxon considerado α=5%. Tais análises foram executadas no software Epi-Info 3.5.1. Dos 556 prontuários, 141 encontravam-se completos, sendo observada maior prevalência de acometimentos no sexo masculino, faixa etária de 1 a 4 anos, procedentes do interior do estado do Pará, com classificação clínica para LLA, com protocolo brasileiro GBTLI selecionado na maioria dos casos, fazendo uso de antibioticoterapia empírica, principalmente de ceftazidima, amicacina e ceftriaxona, além de registro de uso de bolsa de sangue no decorrer da internação, com desfecho de internação do tipo alta hospitalar. O estudo revelou ainda alteração dos dados encontrados em todas as variáveis analisadas no hemograma para série branca e vermelha, tanto no primeiro como no décimo quinto dia de internação, períodos estes escolhidos para a coleta dos dados hematológicos, sendo constatada utilização de bolsas de sangue em praticamente todos os pacientes internados (92,20%) com predomínio de concentrado de plaquetas (CP5), hemácias pobre em leucócitos (CHPL) e hemácias. Diante do exposto, recomenda-se a elaboração de ações estratégicas e políticas públicas regionalizadas que contemplem não somente o nível terciário especializado em oncologia pediátrica, mas todos os níveis de atenção à saúde da criança, visando reduzir o impacto causado por esta doença na população infantil da região norte do país.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação clínica de doadores de sangue portadores do vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV - I/II)(Universidade Federal do Pará, 2002-03-22) CARDOSO, Maria do Socorro de Oliveira; LEMOS, José Alexandre Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/0820294977759092Os vírus linfotrópicos de células T humanas do tipo I e II (HTLV-I/II) são retrovírus que podem ser transmitidos por transfusão de sangue. Estes vírus estão associados com paraparesia espástica tropical (PET), leucemia/linfoma de células T do adulto (L/LTA) e outras doenças sistêmicas imunomediadas. O presente estudo teve como objetivo investigar sinais clínicos de patologias associadas a esses vírus para utilizar na triagem clinica de candidatos à doação de sangue. Usou procedimentos padronizados para avaliação clinica de 30 doadores de sangue soropositivos para HTLV-I/II confirmados pela técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) matriculados no ambulatório do Núcleo de Medicina Tropical da UFPA. Paralelamente, através de interrogatório clínico complementar, estudou grupo controle com 40 candidatos à doação de sangue escolhidos aleatoriamente, que tiveram resultados sorológicos negativos. Dos 30 pacientes examinados, verificou-se que 23 eram portadores de HTLV-I e 07 HTLV-II. Na avaliação clínica, 15 pacientes (50%) não referiram queixas, sendo que 12 pacientes com queixas exclusivamente neurológicas. Observou 05 pacientes com formigamentos; 05 com diminuição da força muscular; 04 com constipação intestinal; 02 com parestesia; 02 com nódulos subcutâneos; 01 com incontinência urinária; 01 com visão borrada; 01 com diminuição do libido. No grupo controle, 05 candidatos (12,5%) referiram queixas. Os resultados indicam que diminuição da força muscular e formigamento devem ser questionados na triagem clínica prévia à doação de sangue para reduzir risco de infecção transfusional.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de dietas suplementadas com vitamina e sobre o crescimento, eficiência alimentar e parâmetros hematológicos e fisiológicos do tambaqui Colossoma macropomum (CUVIER, 1818)(Universidade Federal do Pará, 2016) ALVES, Adriana Xavier; SILVA, Evaldo Martins da; http://lattes.cnpq.br/6649371901290988; VERAS, Galileu Crovatto; http://lattes.cnpq.br/4497651649653210A inclusão de vitamina E na alimentação de peixes está relacionada a melhoras no desempenho produtivo e resposta imune não específica em diversas espécies. Com o presente trabalho objetivou-se avaliar o efeito de diferentes níveis de vitamina E (acetato de DL-α-tocoferol, 50% ativo) sobre o desempenho produtivo, variáveis hematológicas, índices hematimétricos e parâmetros fisiológicos em alevinos de tambaqui (Colossoma macropomum). Um total de 150 peixes com peso médio de 2,94 ± 0,14 g e comprimento padrão médio inicial de 4,29 ± 0,07 cm foram distribuídos em aquários (300 L) em sistema de recirculação de água, temperatura de 27,13 13 ± 0,45 °C, pH 7,16 ± 0,45, oxigênio dissolvido 7,15 ± 0,88 mg L-1, condutividade elétrica 0,142 ± 0,05 (μs cm-1); amônia, 0,00 ± 0,00 (ppm) e nitrito, 0,19 ± 0,25 mg L-1. A densidade de estocagem foi de 10 peixes por unidade experimental. Os níveis de inclusão do α-tocoferol na dieta foram: 0, 250, 500, 700 e 1000 mg kg-1. Desta forma, foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e três repetições, onde os peixes foram alimentados três vezes ao dia durante 90 dias. Os resultados indicam que os diferentes níveis de vitamina E não influenciaram o desempenho produtivo dos alevinos de tambaqui. Porém, a inclusão de 1000 mg kg-1 de α-tocoferol reduziu (P<0,05) a quantidade de glicose em comparação aos tratamentos suplementados com 0 e com 250 mg kg-1. O hematócrito, a proteína total, o número de eritrócitos e os índices hematimétricos dos alevinos de tambaqui não foram influenciados (P>0,05) pela suplementação com α-tocoferol. Na contagem diferencial de leucócitos, não houve diferença significativa no número de linfócitos, monócitos e basófilos. Contudo, a quantidade de neutrófilos foi maior no tratamento controle (P<0,05), enquanto o número de eosinófilos e células granulocíticas especiais foi maior nos tratamentos com 700 mg kg-1 e 250 mg kg-1 de α-tocoferol, respectivamente. Apesar da suplementação com vitamina E na dieta não ter influenciado o desempenho produtivo dos alevinos de tambaqui, os peixes alimentados com a dieta não suplementada apresentaram aumento do número de neutrófilos, demonstrando maior susceptibilidade destes peixes a possíveis processos inflamatórios.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Hematologia como ferramenta no monitoramento do "status" da cadeia produtiva de oito espécies de Acaris ornamentais (Loricariidae) do médio Rio Guamá, estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2011-02-28) NEVES, Mikaelle de Souza; FUJIMOTO, Rodrigo Yudi; http://lattes.cnpq.br/9538142371454660O presente trabalho monitorou a saúde de oito espécies de acaris ornamentais capturados e comercializados no Médio Rio Guamá - Pará, através do estabelecimento do quadro hematológico basal, avaliação de estresse de transporte e de infecção por Trypanosoma spp. São elas: ancistrus (Ancistrus sp. - L338), loricaia (Rineloricaia lanceolata - L10), picoto (Hypostomus sp. - L28), bola (Peckoltia oligospila - L06), pleco (Cochilodon sp. - L145), canoa (Lasiancistrus saetiger - L323), assacu (Pseudacanthicus spinosus - L160) e pinima (Leporacanthicus galaxias - L07). As coletas sanguíneas para a determinação do quadro hematológico basal (Capítulos I e II) foram realizadas ainda no local da captura dos peixes, sob o mínimo de estresse possível. Separarou-se as amostras sanguíneas não infectadas para possibilitar comparações com as do após-estresse de transporte (Capítulos III e IV) e também com as infectados por Trypanosoma spp. (Capítulo V). O estresse de transporte estabelecido durou 3h, com densidade de 1,5 peixe/L, simulando o processo de comercialização dos peixes na região e foi avaliado após 0, 6, 24, 48, 72 e 96h. Nos Capítulos I e II, observou-se que o hemograma basal apresentou diferença significativa (p>0,05) entre os as sete espécies de acaris, apesar de estas pertencerem a mesma família e compartilharem nichos ecológicos semelhantes. O estresse de transporte por 3h (Capítulos III e IV) não comprometeu a saúde dos acaris, pois a maioria dos parâmetros hematológicos retornou aos níveis basais em 24h em bola, em 48h em pleco e em 72h em picoto, sendo estes, respectivamente, os períodos mínimos indicados para a aclimatação destes peixes antes de uma nova comercialização. Todas as oito espécies de acaris estudadas estavam infectadas por Tryopanosoma spp. (Capítulo V). Encontrou-se anemia normocítica-hipocrômica em ancistrus e canoa, e anemia macrocítica-hipocrômica em loricaia. Pinimas infectados apresentaram quadro de estresse com linfocitopenia, neutrofilia e monocitose. Assim, os resultados deste ensaio proporcionaram a avaliação da higidez destas espécies de acaris ornamentais através de exames hematológicos, podendo assim subsidiar o desenvolvimento ou a adequação do manejo menos estressante para estes peixes, de forma a auxiliar a sustentabilidade da cadeia extrativista das espécies ornamentais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Identificação de portadoras de mutações do gene da hemofilia a na população Paraense(Universidade Federal do Pará, 2017-02-01) PINTO, Iêda Solange de Souza; SANTOS, Sidney Emanuel Batista dos; http://lattes.cnpq.br/9809924843125163A hemofilia A é um distúrbio hereditário da coagulação, ligado ao cromossomo X, causado pela deficiência do Fator VIII (FVIII) da coagulação que se caracteriza por episódios de sangramentos espontâneos ou pós-traumáticos, que pode levar à incapacitação física por artropatia, até risco de morte. A deficiência do FVIII é causada por mutações no gene F8. O diagnóstico do estado de portadora do gene da hemofilia A é importante para a realização do aconselhamento genético, assim como para oferecer tratamento para portadoras sintomáticas. Na maioria dos casos, a mulher portadora desconhece este fato. Neste trabalho, pretendemos criar a metodologia necessária para identificação molecular de portadoras de hemofilia A, a partir da análise de 26 pacientes diagnosticados, cadastrados no Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará, e de seus parentes consanguíneos, prováveis portadores do alelo. O grupo controle foi constituído de 110 indivíduos do sexo masculino da população de Belém. A investigação foi baseada nas análises de seis STR (Short Tandem Repeats) localizados na região 3’ do final do gene F8: CTT3, TAAA3, TTTA3, DXS10011, DXS7423, GATA31E08. A utilização dos seis marcadores se mostrou útil tanto na identificação como na exclusão das portadoras, sendo que todas as portadoras obrigatórias foram identificadas. Este protocolo de identificação poderá ser utilizado rotineiramente para identificação das portadoras da hemofilia A, possibilitando o aconselhamento genético nessas mulheres.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Investigação da presença do vírus linfotrópico de células T humanas em leucemia linfóide aguda na infância(Universidade Federal do Pará, 2003) BERG, Ana Virgínia Soares Van Den; LEMOS, José Alexandre Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/0820294977759092Os vírus linfotrópicos de células T humanas do tipo I e II (HLTV-I/II) apresentam genoma de ácido ribonucléico (RNA) e infectam geralmente células CD4+, com relação endêmica em determinadas áreas como Japão e Caribe com predomínio maior ou menor em outras regiões; na Amazônia brasileira as pesquisas estão correlacionadas principalmente à população indígena. Estes vírus estão associados a doenças malígnas, desordens neurológicas e imunodeficiências, ocasionando viremia por longo período, sem manifestações clínicas. O HTLV é considerado agente etiógico da Leucemia/ linfoma de célula T do adulto (L/LTA) e Parapasemia espática tropical/Mielopatia associada ao HTLV-I (PET/HAM) dentre outras. Este estudo tem como objetivo investigar a presença de HTLV e determinar o tipo mais freqüente (HTLV-I ou HTLV-II) em crianças com Leucemia Linfóide Aguda, matriculadas no serviço de referência para Câncer em Belém, observando a via de transmissão pelo aleitamento materno, os sintomas neurológcas relacionados com a infecção a revisão bibliográfica pertinente. A pesquisa dos vírus foi realizada pela técnica de PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), que permite a distinção entre HTLV-I e HTLV-II. Foram observados os parâmetros de idade, sexo, lesões cutâneas, marcha e transfusão sanguínea através de porcentagens. O HTLV-I foi positivo em uma criança do sexo feminino, sem relação com transmissão por aleitamento materno, e não houve o envolvimento do HTLV como agente etiológico de neoplasia de células linfóide na faixa etária pediátrica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Marcadores ultra-sonográficos hepáticos em portadores assintomáticos do vírus da hepatite C, pré-doadores de sangue da Fundação HEMOPA, Belém-Pará(Universidade Federal do Pará, 2003-12-29) MAGNO, José Emilio Campos; MONTEIRO, Maria Rita de Cassia Costa; http://lattes.cnpq.br/5536136455627983Para avaliar a importância da ultra-sonografia como método de diagnóstico por imagem na detecção de alterações ecográficas hepático-portais na hepatite por vírus C realizou-se esta investigação cujos objetivos foram: descrever os achados de marcadores ecográficos de alteração morfológica do fígado e do sistema porta; determinar a freqüência dessas alterações e investigar a presença de associação entre as alterações ultra-sonográficas hepáticas e portais e a infecção pelo vírus da hepatite C (VHC), em indivíduos portadores assintomáticos deste vírus, os quais foram selecionados entre pré-doadores de sangue da Fundação Hemopa, hemocentro de referência oficial no Estado do Pará, Brasil, no período de outubro a dezembro de 2003. O estudo foi realizado comparando-se os achados de um grupo com 30 participantes soropositivos para o VHC (grupo central) e de um grupo controle, composto de 38 participantes soronegativos. Ambos os grupos da pesquisa incluíram indivíduos assintomáticos, de ambos os sexos e com idade adequada para doação de sangue. A triagem para doação foi realizada no hemocentro, utilizando seus procedimentos de rotina. Procedeu-se pareamento dos participantes da pesquisa por sexo e idade. A amostra analisada evidenciou predomínio da faixa etária de 18 a 28 anos, correspondendo a 53% dos participantes do grupo central e 50% dos participantes do grupo controle. Hepatomegalia e hiperecogenicidade do parênquima, achados inespecíficos e encontrados comumente na esteatose hepática, foram mais freqüentes no grupo central, porém sem diferença estatística significante. Heterogenicidade textural, focos hipoecogênicos, alterações de visibilidade dos ramos venosos intra-hepáticos e esplenomegalia foram outros parâmetros mais freqüentes no grupo de infectados, também sem diferença estatística significante. Os participantes do grupo central apresentaram alterações com diferença estatística significante no parâmetro superfície hepática e na classificação por pontuação pelos escores de Lin, considerando-se os parâmetros superfície, parênquima, veias internas e índice esplênico. A totalização de pontos classificou os participantes nos padrões fino -80% no grupo central e 100% no grupo controle - heterogêneo -13,3% no grupo central e 0% no grupo controle - e nodular-6,7% no grupo central e 0% no grupo controle, demonstrando diferença estatística significante. Não foram observados em participantes de ambos os grupos achados de nódulos, massas, ascite, aumento de calibre das veias porta e esplênica e circulação colateral, podendo-se aventar que o predomínio da faixa etária mais jovem na população de pré-doadores pode ter minimizado os achados dos marcadores ecográficos, haja vista a tendência evolutiva lenta e silenciosa da infecção pelo VHC, com expressão tardia das alterações morfológicas de hepatite crônica, cirrose e carcinoma hepatocelular.Nota Técnica Acesso aberto (Open Access) Nota técnica n. 02/2022/UFPA/PPGAC. Critérios para o melhor aproveitamento de bolsas de concentrado de hemácias de baixo volume(Universidade Federal do Pará, 2022) ESTÁCIO, Adriana Guimarães; BRITO JUNIOR, Lacy Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/9705670940390281Nota Técnica Acesso aberto (Open Access) Nota técnica n. 03/2022/UFPA/PPGAC. O impacto da automação na fenotipagem eritrocitária estendida para a rotina de bancos de sangue(Universidade Federal do Pará, 2022) CARNEIRO, Luciana Corrêa; BRITO JUNIOR, Lacy Cardoso de; AMARAL, Carlos Eduardo de MeloOrienta os serviços de imunohematologia de bancos de sangue de todo o Brasil médica quanto ao impacto da automação no método de fenotipagem eritrocitária expandida em amostras de doadores de sangue.Nota Técnica Acesso aberto (Open Access) Nota técnica n. 04/2022/UFPA/PPGAC. Apresentação de uma tabela de consulta rápida para dispensação de concentrados de hemácias(Universidade Federal do Pará, 2022) RAMOS, Neidiane Farias; BRITO JUNIOR, Lacy Cardoso deOrienta os profissionais prescritores e de enfermagem de bancos de sangue de todo o Brasil quanto a dispensação de concentrados de hemácias para adultos através da criação de uma tabela de consulta rápida que informe o tipo de concentrado de hemácia a ser transfundido, a finalidade do procedimento, a indicação clínica, as contra-indicações e os casos excepcionais, e as condições que exigem a comunicação direta com o médico solicitante.Nota Técnica Acesso aberto (Open Access) Nota técnica n. 05/2022/UFPA/PPGAC. Vantagens do teste de fragilidade osmótica com amostras analisadas após incubação por 24h a 37º c em banho-maria(Universidade Federal do Pará, 2022-07) QUADROS, Alene de Oliveira; BRITO JUNIOR, Lacy Cardoso deA presente nota técnica tem por objetivo orientar outros operadores e laboratórios quanto ao tipo de processamento de amostras para o teste de fragilidade osmótica, a fresco ou após incubação a 37o C por 24h, é mais eficiente para uso na rotina de laboratórios de análises clínicas.Tese Acesso aberto (Open Access) Soroconversões para o vírus da Hepatite C entre doadores de sangue de repetição da Fundação Hemopa: análise do uso do NAT como elemento da segurança transfusional(Universidade Federal do Pará, 2014) VALOIS, Rubenilson Caldas; QUARESMA, Juarez Antônio Simões; http://lattes.cnpq.br/3350166863853054O Vírus da hepatite C na atualidade é um dos principais causadores de cirrose hepática e de hepatocarcinoma, também constitui-se como um dos principais motivos de inaptidão para doação de sangue entre a população. A hepatite C apresenta-se como uma das principais doenças infectocontagiosa no cenário mundial. O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo comparativo e uma análise entre as metodologias de triagem para o HCV em doadores de sangue da Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Pará (HEMOPA) antes e após a implantação do teste NAT. A metodologia utilizada teve uma abordagem quantitativa, prospectivo e com objetivos gerais de natureza descritiva, e utilizou procedimento técnico documental, com registros escritos pré-existentes na Fundação HEMOPA. Ocorreram 125 soroconversões para HCV diagnosticadas pelo teste ELISA e 176 diagnosticadas pelo NAT associado à Quimiluminescência, totalizando 301 soroconversões no período de abril de 2013 a setembro de 2014. Observou-se no estudo uma maior ocorrência da taxa de soroconversões quando utilizava-se a técnica de biologia molecular associado a um teste imunológico em detrimento a metodologia ELISA. No estudo, a maioria dos sujeitos era do sexo masculino, com idade inferior a 35 anos, solteiros e possuíam ensino médio completo; observou-se também que dentre os fatores de risco estudados o item “Cirurgia” mostrou-se estatisticamente significante. Conclui-se que há um relevante indício de que a utilização dos testes moleculares e imunológicos combinados incrementa a segurança no processo de seleção de doadores de sangue.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O uso da técnica de reação em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real em doadores de sangue soropositivos para o anti-HCV(Universidade Federal do Pará, 2003) PIMENTA, Adriana do Socorro Coelho; LEMOS, José Alexandre Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/0820294977759092O HCV é um vírus esférico, que apresenta um genoma de RNA com polaridade positiva. Atualmente está classificado na família Flaviviridae num gênero separado que é o Hepacivirus, apresenta cerca de 9,4 Kb constituído por uma única e longa fase de leitura aberta (ORF) que compreende quase todo o genoma. Apresenta duas regiões não traduzidas nas extremidades 5' e 3' denominadas 5' UTR e 3' UTR. A poli proteína precursora é clivada em dez proteínas, resultando em proteínas virais estruturais e proteínas nãoestruturais. É um vírus de transmissão preferencialmente parenteral, com distribuição universal, cujo diagnóstico é feito na grande maioria de maneira acidental, sendo atualmente utilizado os testes sorológico e molecular. Este trabalho tem como objetivo comparar o teste sorológico de imunoensaio enzimático (ELISA) e a reação em cadeia da polimerase (PCR) na ocasião da seleção de pré-doadores de sangue. Foram feitos testes de detecção do vírus C por PCR em 290 amostras com resultado positivo ou indeterminado para o teste ELISA. A análise dos resultados revelou que as amostras com testes ELISA positivo/PCR positivo e ELISA positivo/PCR negativo são duas amostras diferentes e independentes (p=0,0006). Esta diferença pode ser supostamente devido a resposta imune diferenciada nas amostras que apresentaram resultado no teste PCR positivas. Esperava-se que houvesse correlação entre os resultados do DO/Cutoff (ELISA) e carga viral (PCR) como o que ocorre em outros vírus como o HIV, no entanto os resultados apresentaram-se totalmente dispersos (R2=0,025), confirmando a não correlação entre os dois testes: ELISA e PCR para o vírus C.
