Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::PNEUMOLOGIA"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Comprometimento pulmonar na malária: associação com fatores epidemiológicos, imunológicos e variantes do Plasmodium vivax(Universidade Federal do Pará, 2014-11-20) OHNISHI, Maria Deise de Oliveira; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618A malária é uma doença parasitária causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida ao homem pela picada de mosquitos do gênero Anophelis. Em 2011 a Amazônia brasileira registrou 266.348 casos. No Brasil, a espécie mais prevalente é o P. vivax (80%), antes considerado responsável pelas formas benignas da malária. Relatos demonstram formas graves com manifestação pulmonar e óbitos. Os mecanismos fisiopatológicos não são bem compreendidos. Assim, analisou-se 247 pacientes portadores de malária vivax, recrutados do Programa de Ensaios Clínicos em Malária do Instituto Evandro Chagas (IEC) Belém/PA) e serviço de diagnóstico de malária da Secretaria de Saúde do município de Goianésia/Pará, no período de abril/2011 a outubro/2013, objetivando avaliar parâmetros clínicos, epidemiológicos, parasitológicos, radiológicos, imunes e genéticos (variantes de P. vivax), associando-os ao comprometimento pulmonar na malária vivax. O Projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Evandro Chagas. Foram analisados parâmetros hematológicos (hemograma, transaminases, bilirrubinas) e densidade parasitária, assim como foram dosados os níveis séricos das citocinas (TNF-, IL-10 e INFγ) em D0 e D14, relacionando com as manifestações pulmonares. Em D0 foi determinada a prevalência das variantes do P. vivax (VK210 e VK247 e P. vivax-like) e estabelecido associação com os pacientes que apresentaram alterações na radiografia (RX) de tórax e/ou na espirometria. O estudo foi do tipo longitudinal, prospectivo e analítico envolvendo aspectos clínicos, imunológicos, hematológicos, radiológicos e de função respiratória. Pacientes com alterações pulmonares confirmadas por achados clínicos e/ou radiológicos e/ou funcionais constituíram o grupo de estudo, e os pacientes que não apresentaram tais achados, o grupo controle. Participaram: portadores de malária vivax diagnosticados pela gota espessa e confirmados por PCR, de 15 a 60 anos, de ambos os gêneros, sem doenças crônicas, sem uso de corticosteróides no momento do diagnóstico e que assinaram o TCLE. Nos resultados observou-se: 69,2% eram do sexo masculino; média de idade 35anos; 64,4% residiam em Belém; 79,8% contraiu malária no interior do estado do Pará; 42,5% eram primoinfectados; tempo médio de doença foi de 7,5 dias; média de parasitemia foi de 6.979 parasitos/mm3; 46,8% tinham sobrepeso ou obesidade I. Tabagismo e pneumopatias prévias não foram fatores de risco para o agravamento da doença nessa amostra. Da tríade malárica 92,3% apresentaram cefaléia; e a tosse foi o sintoma respiratório mais frequente (53,4%). Hepato e esplenomegalia foram mais frequentes entre os primoinfectados; e plaquetopenia foi significativa em D0. Alterações radiológicas foram encontradas em 9,7% dos casos e estavam relacionadas à malária. Falta de ar e tosse, tiveram significância estatística nos pacientes com alteração no RX e/ou espirometria. A Interleucina-10 (IL-10) e Interferon gama (INFγ) foram significativamente mais elevados em D0 em relação a D14, ao contrário e de forma curiosa o Fator de Necrose Tumoral (TNF) apresentou níveis séricos baixos em D0. A variante do P. vivax mais frequente foi VK210 (69,1%); não houve correlação significativa no aparecimento de alterações no RX e/ou espirometria relacionada a alguma das subespécies do plasmódio no estudo. Das citocinas, INFγ esteve significativamente elevado em D0 relacionado às variantes nas seguintes situações: (VK210; VK247; VK210/247). A IL-10 aumentou significativamente em D0 somente quando a subespécie foi VK210. Malária pulmonar é uma realidade ainda subestimada, principalmente as manifestações pulmonares menos exuberantes, sendo necessário investigar potenciais mecanismos envolvidos ligados ao hospedeiro e ao parasito, enfatizando a importância do diagnóstico precoce e assim evitando desfechos desfavoráveis.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos adversos do novo tratamento para tuberculose no Brasil(Universidade Federal do Pará, 2012) ALBERIO, Carlos Augusto Abreu; VIEIRA, José Luiz Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2739079559531098A tuberculose continua sendo um problema de saúde pública em todo o Brasil. Diversos esforços têm sido realizados objetivando aumentar suas taxas de cura, como o emprego da estratégia DOTS (Tratamento Diretamente Observado por Curto Período) que visa reduzir os casos de abandono e melhorar a adesão ao tratamento. Em decorrência do aumento da resistência primária a isoniazida, o Ministério da Saúde modificou o esquema terapêutico, ajustando as doses da isoniazida e da pirazinamida, e acrescentando o etambutol na fase intensiva do tratamento. Pela ausência de dados sobre efeitos adversos em sujeitos brasileiros sob este novo esquema terapêutico, este estudo objetivou descrever a ocorrência dos referidos eventos, comparando-os ao tratamento anterior. Para tanto, foi realizado estudo transversal, retrospectivo, analítico, no período de setembro a dezembro de 2011, com levantamento de dados de prontuários médicos de 35 sujeitos sob o novo tratamento e 42 sob o antigo tratamento, em um serviço de referência secundária para o tratamento da tuberculose na cidade de Belém (Pará). O efeito adverso maior mais frequente no novo tratamento foi a hepatopatia, enquanto que o efeito adverso menor mais comum foi a irritação gástrica. A hepatopatia foi mais frequente nos pacientes que realizaram o antigo tratamento. A irritação gástrica e o prurido cutâneo foram mais frequentes no gênero feminino, enquanto que os pacientes a partir da quarta década de vida apresentaram maior ocorrência de prurido cutâneo. Aqueles em retratamento apresentaram maior ocorrência de irritação gástrica e artralgia, independente do tratamento. Já a hepatopatia foi mais frequente nos pacientes considerados casos novos que realizaram o antigo tratamento. Na evolução temporal dos efeitos adversos, o prurido cutâneo e a artralgia foram mais frequentes no início dos tratamentos. No antigo tratamento, a neuropatia apresenta maior ocorrência a partir da metade da terapia, enquanto que a cefaléia apresenta distribuição irregular. Tais dados indicam que o novo tratamento para tuberculose reduziu a ocorrência de hepatopatia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Investigação de polimorfismos no gene TNF em pacientes com hepatotoxicidade induzida por medicações antituberculosas no norte do Brasil(Universidade Federal do Pará, 2015-08-27) VALENTE, Sonia Lopes; SANTOS, Ney Pereira Carneiro dos; http://lattes.cnpq.br/1290427033107137; SORTICA, Vinicius de Albuquerque; http://lattes.cnpq.br/2046482071071824A tuberculose persiste como um grave problema de saúde pública em todo o mundo. A hepatotoxicidade induzida por medicações antituberculosas provoca um grande número de hospitalizações, podendo ser fatal se o tratamento não for interrompido. Os mecanismos da hepatite induzida pelas medicações antituberculosas ainda não foram esclarecidos e estudos sugerem que mecanismos imunológicos estão envolvidos na sua patogênese. A citocina TNF-α é um dos principais mediadores inflamatórios do sistema imunológico e variações em seus níveis parecem estar relacionadas à patogênese da hepatite induzida por fármacos. Diferenças observadas nos níveis dessa citocina podem estar relacionadas com polimorfismos no gene TNF. O conhecimento de polimorfismos no gene TNF envolvidos no desenvolvimento de hepatotoxicidade por medicações antituberculosas permitirá a utilização desses marcadores moleculares para melhorar o manejo terapêutico nesses pacientes. O presente estudo investigou a influência dos polimorfismos -308C>T (rs1800629), -1031C>T (rs1799964), -238A>G (rs361525) e -857C>T (rs1799724) do TNF no desenvolvimento da hepatotoxicidade. Foram incluídos no estudo 68 pacientes com tuberculose que apresentaram hepatotoxicidade ao esquema básico composto de rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol (2RHZE/4RH) e 191 pacientes sem efeitos adversos à terapia. Os pacientes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido, e forneceram dados clínicos e epidemiológicos e amostras de sangue para perfil genético. Os polimorfismos foram determinados por PCR em tempo real com sondas TaqMan. Comparando a frequência dos genótipos entre os casos e controles, identificou-se uma diferença significativa na distribuição dos genótipos do SNP -1031C>T (p = 0,003). A frequência dos homozigotos -1031CC foi maior no grupo caso (8,8%) do que no grupo controle (1,6%). Os pacientes homozigotos -1031CC apresentaram um risco aumentado para o desenvolvimento de hepatotoxicidade quando comparados ao homozigotos -1031TT ou aos portadores do alelo T (OR = 8,632, p = 0,014 e OR = 11,355, p = 0,004). Concluímos que o SNP -1031C>T do gene TNF foi significativamente associado com a susceptibilidade à hepatite induzida por medicações antituberculosas na população do norte do Brasil.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Micobacteriose não tuberculosa pulmonar em hospital de referência no Estado do Pará: espécies mais frequentes, apresentação radiológica e evolução clínica(Universidade Federal do Pará, 2013-12-27) BARRETTO, Adriana Rodrigues; YAMADA, Elizabeth Sumi; http://lattes.cnpq.br/7240314827308306; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863As micobactérias não tuberculosas (MNT) estão amplamente presentes no ambiente, tendo sido isoladas em águas naturais, sistemas de distribuição de água, solo e animais. Caracterizam-se pela presença de ácido micólico na parede celular. Em geral, são adquiridas através de inalação de gotículas de água contendo micobactérias. Podem causar formas variadas de doença como linfadenite, pulmonar, cutânea e disseminada. São patógenos oportunistas, com patogenicidade variável, que requerem defeitos na imunidade local ou sistêmica, congênitos ou adquiridos para causar doenças em humanos. Foram avaliados aspectos epidemiológicos, clínicos e radiológicos de 44 casos de micobacteriose não tuberculosa na forma pulmonar no Hospital João de Barros Barreto (HUJBB) através de estudo retrospectivo e foram tratados e acompanhados 21/44 (47,7%) pacientes durante um período de seis a dezessete meses através de estudo do tipo coorte prospectivo. Os dados mostraram um incremento de mais de 100% no número de casos a partir do ano de 2010 em relação aos anos anteriores no HUJBB. As micobactérias mais isoladas foram M. intracellulare (22,7%) e M. massiliense (20,5%). As condições mais frequentemente associadas à doença incluíram tratamento prévio para tuberculose (93,2%), bronquiectasias (59%), HIV (11,4%), asma (9,1%) e doença pulmonar obstrutiva crônica (9,1%). Não foram observadas diferenças nos aspectos radiológicos entre as espécies, exceto na análise das radiografias de tórax, onde atelectasias foram mais frequentes nos grupo M. massiliense do que no grupo de M. abscessus. A resposta ao tratamento de acordo com a análise das culturas para micobactérias mostrou que em 58,8% dos casos ocorreu negativação, persistência da positividade em 11,7% e positividade após negativação inicial em 11,7%. Durante o período de acompanhamento, a taxa de óbito foi de 17,7%. Os dados sugerem que a forma pulmonar da micobacteriose não tuberculosa tem se tornado uma doença com importância cada vez maior em nossa região. Adicionalmente, a resposta ao tratamento tem sido bastante satisfatória quando comparada à literatura. Entretanto, é necessário um seguimento desses pacientes por período mais prolongado para estabelecer o real desfecho da nossa abordagem terapêutica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Pneumonia associada à ventilação mecânica em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Municipal de Imperatriz, no período de 2008 a 2010(Universidade Federal do Pará, 2012) OLIVEIRA NETTO, Raimundo Francisco de; QUARESMA, Juarez Antônio Simões; http://lattes.cnpq.br/3350166863853054As pneumonias nosocomiais, apesar de acometerem pacientes internados em diversas áreas do hospital ocorrem com mais frequência nos centros de terapia intensiva em pacientes entubados e em ventilação mecânica, e representam a primeira causa de infecção hospitalar nesses centros. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência e os fatores de riscos associados à pneumonias causadas por entubação orotraquial em uma UTI adulto no municipio de Imperatriz - MA. Participaram do estudo, pacientes internados na unidade de terapia intensiva no Hospital Municipal de Imperatriz- MA, que foram submetidos à ventilação mecânica no período de 2008 a 2010. Dentre os 1.618 pacientes distribuídos por ano, a prevalência de pneumonia adquirida na UTI foi 12,9% em 2008, 18,97% em 2009 e 14,7% em 2010. Considerando o gênero, a prevalência foi maior no sexo masculino e a faixa etária mais comprometida foi a de 61-80 anos com 54,55% dos casos em 2008. A antibioticoterapia antes da PAVM, a imunossupressão do paciente e o tempo de início da PAVM foram os fatores associados ao risco de desenvolver a pneumonia na UTI. A pneumonia nosocomial representa um sério problema no Município de Imperatriz e novos estudos para avaliar prevalência e fatores de risco serão úteis para guiar a implantação de medidas de prevenção destinadas a redução dessa prevalência.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Pneumopatias infecciosas em pacientes com HIV/AIDS: abordagem histórica em um hospital de referência na Região Norte, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2016-06-07) SANTOS, Milene Cardoso Salgado dos; CARNEIRO, Irna Carla do Rosário Souza; http://lattes.cnpq.br/4389330944043163As doenças pulmonares infecciosas são identificadas com frequência em pacientes infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV). O objetivo deste estudo foi descrever os aspectos clínicos, epidemiológicos e as técnicas utilizadas no diagnóstico de pneumopatias infecciosas em pacientes com HIV/AIDS. Foram avaliados 830 prontuários de pacientes admitidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) – Belém – Pará, no período de 2005 a 2014, com diagnóstico de pneumopatias infecciosas, positivos ao HIV e com idade superior a 18 anos. A idade média dos indivíduos foi de 37,7 anos, com maior faixa etária entre aqueles com maior atividade sexual e produtividade, a maioria do sexo masculino (64,4%), no entanto foi verificado um aumento significante de mulheres com o passar dos anos elevando-se o número de leitos femininos no hospital. A maior procedência foi da capital do estado (46,6%). As pneumopatias infecciosas manifestaram-se através da tosse produtiva, emagrecimento e dispneia. A grande maioria dos pacientes teve seu diagnóstico presuntivamente através de dados epidemiológicos, clínicos e radiológicos e conduzidos com o tratamento empírico. Nos pacientes que tiveram o diagnóstico estabelecido este foi realizado pela análise de escarro, lavado broncoalveolar e biópsia pulmonar transbrônquica e os diagnósticos mais encontrados foram as pneumonias bacterianas, tuberculose e pneumocistose, com um aumento significativo dos casos de tuberculose no período compreendido entre 2011 e 2014. O desfecho, mortalidade intra-hospitalar ocorreu na maioria dos casos em decorrência de pneumonia bacteriana e houve um aumento considerável do número de altas com o passar dos anos, mesmo com o aumento do tempo de permanência e as limitações em relação aos meios diagnósticos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência de pneumonia em Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Infantil de Imperatriz - MA(Universidade Federal do Pará, 2012-09-12) ALMEIDA, Maria Olyntha Araújo de; QUARESMA, Juarez Antônio Simões; http://lattes.cnpq.br/3350166863853054A pneumonia constitui um importante problema de saúde pública contribuindo com altas taxas de morbidade e mortalidade no mundo principalmente nos países em desenvolvimento. Este estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de pneumonia em crianças hospitalizadas em Unidade de Terapia Intensiva pediátrica, bem como estimar a incidência destas crianças, com diagnostico de pneumonia e quais variáveis estão associadas com o desenvolvimento da pneumonia, determinar qual a incidência da mortalidade infantil nesta Unidade de Terapia Intensiva por pneumonia. Trata-se de um estudo de caráter descritivo com delineamento transversal e abordagem retrospectiva a partir de revisão de prontuários de crianças que estiveram hospitalizadas em uma Unidade de Terapia Intensiva pediátrica de um hospital público municipal de Imperatriz no Maranhão, durante o período de janeiro a dezembro de 2011. Os dados foram obtidos inicialmente através dos registros contidos em livro de admissão das crianças na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica, onde se constatou 230 admissões. Em um segundo momento, foram selecionados e incluídos na pesquisa prontuários de crianças de ambos os sexos na faixa etária de um mês a 12 anos de idade, internados Unidade de Terapia Intensiva pediátrica com diagnóstico de pneumonia hospitalar, perfazendo uma amostra de 60 prontuários, dos quais realizou-se coleta dos dados contidos nos mesmos utilizando-se formulário previamente estruturado. Dos 230 pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva do referido hospital, no período de janeiro a dezembro de 2011 26%(n=60) desenvolveram pneumonia nosocomial, faixa etária que compreende entre 1 a 12 meses 63% (n=38), seguidos das idades entre 13 e 36 meses com 36%(n= 13 ), o diagnóstico de pneumonia foi de 26%. Observou-se que a pneumonia relacionada a assistência à saúde no Hospital Infantil de Imperatriz representou uma complicação frequente em pacientes pediátricos sob cuidados intensivos, sendo um fator agravante para ocorrência de óbitos, com importante relação a procedimentos invasivos em especial ventilação mecânica invasiva, bem como a terapêutica utilizada.
