Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::ORTODONTIA"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação cefalométrica do perfil tegumentar e esquelético inicial e final de tratamento ortodôntico(Universidade Estadual de Campinas, 1999-07-06) ALMEIDA, Haroldo Amorim de; ALMEIDA, Maria Helena Castro de; http://lattes.cnpq.br/0770202080280415Foi realizado um estudo em 114 telerradiografias tomadas da cabeça em norma lateral, de 57 indivíduos brasileiros, leucodermas, com maloclusão Classe 11, divisão 1, de Angle, submetidos a tratamento ortodôntico segundo a filosofia preconizada por Tweed, com o propósito de avaliar as alterações ao nível do perfil facial ósseo e tegumentar. Os resultados demonstraram que entre o ângulo Z e o FMA existe uma correlação inversa; ao se modificar os valores do FMIA, o Âng. Z sofre alterações de mesmo grau e direção; alterando o ângulo do plano oclusal, ocorrem variações de semelhante valor no FMA; qualquer modificação no ANB é acompanhada por uma alteração no AO-BO, de mesma magnitude e direção.Tese Acesso aberto (Open Access) Influência de agentes clareadores de uso caseiro e em consultório na resistência de união braquetes ao esmalte em diferentes tempos após clareamento(São Leopoldo Mandic, 2013-05-24) NUNES, Mauro de Amorim Acatauassú; HÖFLING, Roberta Tarkany Basting; http://lattes.cnpq.br/2395614442725255Este estudo teve como objetivo avaliar a influência de agentes clareadores na resistência de união de bráquetes metálicos ortodônticos ao esmalte utilizando-se um agente de cimentação resinoso em diferentes tempos após o tratamento clareador e o modo de fratura. Cento e oitenta dentes incisivos permanentes bovinos foram selecionados e aleatoriamente divididos em três grupos: Grupo 1 (controle): sem clareamento. Grupo 2: clareados com Peróxido de Carbamida a 20%, (Opalescence® PF) durante 21 dias, 10 horas/dia. Grupo 3: clareados com Peróxido de Hidrogênio a 38% (Opalescence® Boost™) em duas aplicações de 15 minutos a cada 7 dias (por 21 dias). A seguir, os grupos (2 e 3) foram novamente separados em sub-grupos (n=15) de acordo com o tempo após clareamento para a realização dos procedimentos de colagem de bráquetes ao esmalte: imediato, 24 horas, 7 dias, 14 dias, 21 dias e 28 dias. Os testes de resistência de união por cisalhamento foram realizados em máquina universal de ensaios (EMIC) com velocidade de 0,5mm/min e os valores registrados em MPa. Em seguida, os dentes foram examinados em uma lupa estereoscópica com ampliação de 40 vezes para registrar o Índice de Remanescente Adesivo (IRA). A ANOVA mostrou que a interação técnica x tempo foi significativa (p=0,0310). Os escores foram analisados por meio do teste de Kruskal Wallis e Dunn para comparações entre os tempos e Mann Whitney para comparações entre as técnicas e comparações dos grupos com o controle. Foi considerado o nível de significância de 5%. Em relação ao Grupo 2, não houve diferença estatisticamente significante entre os tempos. Para o Grupo 3, houve menor resistência de união dos bráquetes ao esmalte no tempo imediato, sendo este tempo também diferente estatisticamente do Grupo controle. O tempo imediato não foi estatisticamente diferente dos tempos 14 e 21 dias. Os tempos entre 1 e 28 dias também não foram estatisticamente diferentes entre si. A maioria das fraturas foram do tipo coesiva na interface bráquete/resina ortodôntica. Para o grupo que utilizou o peróxido de hidrogênio a 38% no tempo imediato, as fraturas adesivas na região esmalte/resina ortodôntica foram predominantes. A utilização de peróxido de carbamida a 20%, não influenciou a resistência de união de bráquetes ortodônticos; por outro lado, o uso de peróxido de hidrogênio a 38% imediatamente antes da colagem reduziu a resistência ao cisalhamento.Tese Acesso aberto (Open Access) Métodos de avaliação do segmento posterior mandibular(Universidade Estadual de Campinas, 2002-11-18) ALMEIDA, Haroldo Amorim de; ALMEIDA, Maria Helena Castro de; http://lattes.cnpq.br/0770202080280415O objetivo desta pesquisa foi comparar três métodos de avaliação da disponibilidade de espaço presente no segmento posterior mandibular, sendo eles os de MERRIFIELD (1986), RICKETTS (1976) e RICHARDSON (1992); utilizando 60 telerradiografias em norma lateral, da cabeça, pertencentes a 60 indivíduos leucodermas, brasileiros, na faixa etária de 9 a 19 anos, todos com maloclusão de Classe lI, divisão 1, divididos igualmente quanto ao sexo, sendo 30 do gênero masculino e 30 do feminino. Baseados nos resultados concluiu-se: Evidência de crescimento no segmento posterior do arco mandibular na faixa etária dos 9 a 19 anos, com valores médios de 10,21mm para o método de MERRIFIELD, 11,21mm para RICHARDSON e 17,84mm para RICKETTS. De modo geral, independente do método avaliado constatou-se que o gênero feminino teve um crescimento mais precoce (12,17mm) quando comparado com o masculino (8,81mm), nas idades de 9 a 12 anos. Na correlação entre os métodos empregados, não houve diferença estatística entre si pelo teste t, no nível de 1% (p = 0,01). Concluímos também que o método de MERRIFIELD (1978), foi o que apresentou maior facilidade de aplicação.
