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Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO::EDUCACAO PRE-ESCOLAR"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais na educação infantil: uma análise do currículo moldado pelas práticas pedagógicas de professoras da rede municipal de ensino de Belém
    (Universidade Federal do Pará, 2006-09-26) AMARAL, Míriam Matos; ROCHA, Genylton Odilon Rêgo da; http://lattes.cnpq.br/3735617515418666
    A pesquisa faz uma análise do currículo moldado pelas práticas pedagógicas desenvolvidas pelas professoras da rede municipal de Belém Pará a partir da inclusão educacional na educação infantil de crianças com necessidades educacionais especiais (NEES) proposta no Projeto Político Pedagógico Escola Cabana. Deste modo, nossas questões-problema apontam no sentido de investigar como se deu o processo de inclusão educacional de crianças com NEES após a implantação da Escola Cabana; Que práticas pedagógicas foram adotadas pelas professoras que atenderam às crianças com NEES incluídas na educação infantil da rede de ensino do município a partir da gestão Governo do Povo (1997-2004), e ainda, que currículo foi moldado a partir das práticas pedagógicas dessas professoras pós-inclusão. Temos como objetivos de pesquisa, analisar o processo de inclusão educacional na rede, identificar as práticas pedagógicas adotadas pelas professoras e analisar o currículo que foi moldado após a inclusão na educação infantil de crianças com NEES. Na realização do estudo adotou-se uma abordagem qualitativa, recorrendo-se a entrevistas semi-estruturadas e análise documental no processo de coleta de dados. Os resultados da pesquisa revelaram que o processo de inclusão educacional efetivado nas escolas e unidades de educação infantil da rede municipal se deu com grandes dificuldades estruturais, principalmente na implementação de adaptações no acesso ao currículo da educação infantil. Para as professoras, a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais foi um grande desafio em suas práticas pedagógicas. O acesso ao conhecimento escolar para essas crianças se deu, então, com o currículo moldado pelas práticas das professoras que experienciaram o movimento da inclusão educacional na Escola Cabana.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Constituir-se professora de ciências para crianças de 4 a 6 anos de idade: processos formativos do ensino e aprendizagem
    (Universidade Federal do Pará, 2010-03-26) PEREIRA, Elisa de Nazaré Gomes; GONÇALVES, Terezinha Valim Oliver; http://lattes.cnpq.br/0496932429575513
    Nesta pesquisa assumo a narrativa como suporte epistemológico, por entender que a investigação narrativa possibilita compreender os processos de formação, de conhecimento e de aprendizagem pelos quais os sujeitos passam e assim constituem o seu processo identitário. Objetivo construir relações entre as experiências de formação vividas e relatadas pelas professoras investigadas e suas atitudes na docência relativa à alfabetização científica para crianças de 4 a 6 anos de idade. Foram seis os sujeitos que participaram da investigação: duas atuando em turmas de 4 anos; duas, com turmas de 5 anos e, duas com turmas de 6 anos, que atuam em 2 escolas do município de Castanhal, nordeste do Estado do Pará. Para fazer a triangulação da pesquisa, constituí o corpus a partir dos seguintes registros de informações: i) transcrição da entrevista semi-estruturada realizada com as seis professoras; ii) registro em meu diário de campo das observações das práticas pedagógicas em educação em ciências por elas desenvolvidas e iii) registros fotográficos, que foram analisados na perspectiva da análise textual discursiva. A partir de minha imersão no corpus, por meio de leituras e releituras, da sua desconstrução e unitarização, construí três eixos de análise: i) Formação das Professoras para Ensinar Ciências: sentidos do vivido; ii) Condições de Produção do Trabalho Docente: implicações pedagógicas; e iii) Estratégias de Ensino e Aprendizagens em Educação em Ciências. As análises dos resultados das experiências vividas pelas professoras investigadas durante o processo de formação inicial e continuada evidenciam que a preparação profissional relacionada à iniciação em ciências no âmbito da Educação Infantil e do primeiro ano do ensino fundamental ao longo do curso de magistério e/ou de licenciatura realizado e a ausência de um plano municipal ou escolar de formação continuada influenciam diretamente suas concepções e condutas pedagógicas quando ensinam ciências para crianças. As narrativas das professoras, em geral, também demonstraram que as implicações do cotidiano docente estão relacionadas ao pouco tempo que têm para o planejamento das práticas pedagógicas em educação em ciências, a sua não compreensão dos conceitos científicos a serem ensinados às crianças, as dificuldades de acesso às fontes de pesquisa e a grande quantidade de crianças por turma. Ainda sobre os resultados, a partir os relatos das professoras pesquisadas e do que observei em suas práticas pedagógicas em educação em ciências, em geral, as estratégias de ensino mais utilizadas por elas são: rodas de conversa; recorte e colagem; atividades mimeografadas do livro didático; e, uso de materiais concretos. Ao narrarem suas práticas docente em educação em ciências, as professoras demonstraram que, independente de como cada uma ensina ciências às crianças, elas acreditam estarem contribuindo em seu aprendizado à medida que as envolvem nas atividades ou ainda, a partir da compreensão de que os ensinamentos acerca da ciência, propagados pelas escolas, estão diretamente relacionados com a sua realidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Educação infantil e cultura lúdica: um olhar sobre a prática pedagógica das professoras da Escola de Aplicação da UFPA
    (Universidade Federal do Pará, 2007-05-03) MOCHIUTTI, Solange; ALVES, Laura Maria Silva Araújo; http://lattes.cnpq.br/6009592378453661
    Este estudo tem como foco de investigação a prática pedagógica das professoras de Educação Infantil da Escola de Aplicação da UFPA. A pesquisa analisa como estão constituídos o tempo e o espaço das atividades lúdicas na educação infantil e que possibilidades a prática pedagógica das professoras oferece para a manifestação de situações lúdicas. Tendo como base da investigação o brincar como fenômeno social, realizaram-se incursões no campo da Sociologia, especificamente em Benjamin (2002) e Brougère (1995, 1998) que caracterizam o brincar como uma atividade essencial na formação cultural e social da criança e nas contribuições procedentes do campo da Psicologia Sócio-Histórica, principalmente nas obras de Vygotsky (1984), Leontiev (1978), Elkonin (1998) que compreendem o brincar como uma atividade/necessidade humana, considerando a situação lúdica como geradora potencial de desenvolvimento e principal atividade da criança. O estudo tem também como referência os trabalhos de Kishimoto (1990, 1993, 1994, 1997, 1998b, 2001), Friedmann (1990,1996), Oliveira (1992), Campos de Carvalho; Rubiano (1994), Wajskop (1995, 1996) e Faria (l999a, 1999b), os quais privilegiam a análise de questões relacionadas ao tempo e ao espaço na educação infantil na perspectiva da criança e a valorização da cultura lúdica na prática pedagógica. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, tem a abordagem sócio-histórica como orientadora da investigação e utiliza a observação direta, o questionário-inventário e o projeto pedagógico da educação infantil como instrumentos de recolha de dados. Tais fontes permitiram identificar a presença das atividades lúdicas no cotidiano da educação infantil desta instituição. Existem momentos na rotina reservados às brincadeiras, além de espaços e materiais destinados a este fim. Há uma compreensão quanto à organização de espaços que possam potencializar aspectos do imaginário, lúdico, artístico, criativo. Entretanto, tais dimensões possuem uma posição periférica na prática pedagógica das professoras, pois é dada prioridade às atividades consideradas mais escolares. A homogeneidade e a uniformidade compreender grande parte do formato e da dinâmica dos trabalhos ali realizados, constituindo-se em tempo e em espaço institucionalizado engessado pelo modelo escolar. É preciso repensar este modelo rígido de ensinar e aprender, de forma a colocar a criança com suas especificidades e singularidades como foco de toda e qualquer atividade, o que implica na compreensão da cultura lúdica como expressão social e cultural da criança e, como tal, não pode ocupar uma posição secundária e periférica na educação infantil, mas ser incluída como uma atividade privilegiada e um fator educativo por excelência.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Educação infantil e participação: um estudo das representações sociais de pais de uma escola pública municipal de Belém
    (Universidade Federal do Pará, 2008-06-11) FERREIRA, Heloiza do Socorro Nóbrega; NASCIMENTO, Ivany Pinto; http://lattes.cnpq.br/6649004854958284
    Este estudo trata das Representações Sociais e Educação Infantil. Analisa as Representações sociais de pais sobre a Educação Infantil e sobre sua participação na educação dos filhos que estudam em escola pública na rede municipal de Belém. Fundamentou-se no referencial teórico-metodológico das Representações Sociais com base em Moscovici (1978, 2003), Lefevre (2005), Jodelet (2001) e teóricos que estudam a infância, educação infantil e participação, como Ariès (1981), Kramer (1984, 2003), Kuhlmann (2004), Sarmento (2001), Paro (2000), Lima (2008). O estudo é uma pesquisa do tipo descritiva. Teve como instrumento de coleta de dados questionários, imagens e grupo focal, dos quais participaram mães, avó e pai (totalizando doze sujeitos) que tiveram seus filhos na educação infantil de uma escola da rede pública municipal no ano de 2007. Os resultados do estudo revelam que os pais possuem informações sobre a Educação Infantil com ênfase no processo de aprendizagem e socialização, crêem que a educação infantil subsidiará o êxito por toda a escolarização dos filhos e conseqüentemente um futuro profissional. As representações sociais dos pais sobre sua participação na educação dos filhos, materializam-se mediante idas às reuniões escolares, orientação diante dos encaminhamentos da escola e o diálogo com os profissionais. Em tal processo de representações de participação ancoram-se condutas de partilhas para uns, e para outros pais, de escuta, silêncio, compartilhadas com reservas para questionar o trabalho desenvolvido pela escola, tendo em vista que os pais cultivam crenças e idealizações diante da educação escolar e da autoridade que reconhecem nos profissionais que educam seus filhos. O diálogo com os pais demonstrou que esta relação não está isenta de conflitos ou insatisfações. Em nossas aproximações conclusivas, apontamos elementos que possam contribuir com a promoção da participação dos pais na Educação Infantil.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A educação infantil na rede municipal de ensino de Belém PA: um debate sobre as concepções pedagógicas e prática pedagógica
    (Universidade Federal do Pará, 2018-08-31) MONTEIRO, Fernanda Yully dos Santos; FERREIRA, Benedito de Jesus Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/7709951222407913
    O trabalho em questão desenvolve uma análise sobre as concepções pedagógicas na educação infantil na Rede municipal de Ensino de Belém. Para desenvolver tal discussão, utilizamos o método materialista histórico dialético, que busca analisar o objeto com rigorosidade, partindo da aparência à essência do fenômeno. O método faz parte de nossa concepção de mundo, portanto, demarca nossa orientação ética-política. A partir da revisão bibliográfica, algumas categorias específicas emergiram, para discutir a formação humana subsidiamos nossas análises em Duarte (2010,2012, 2016), Saviani (2013). Acerca da pedagogia socialista os autores referências foram Marx e Engels (2005, 2008) e Saviani (2012), ao estabelecer os nexos da pesquisa com a educação infantil utilizamos, Kuhlmann (1998,2000), Rosemberg (1984) para discorrer sobre a história da educação infantil e Arce (2012, 2013), Martins (2013), Saviani (2013) para explanar as questões acerca da educação infantil e pedagogia histórico crítica. Nossa pesquisa se propôs a analisar a Rede municipal de Ensino de Belém através de análises documentais e entrevista semiestruturada com os professores da educação infantil. Todo o estudo é balizado pela concepção da pedagogia históricocrítica, teoria que propõe uma perspectiva historicizadora dos conteúdos, ou seja, é definida pelo processo histórico, guiando-se pelo conceito de trabalho e que possui um posicionamento e compromisso com um projeto histórico antagônico, uma concepção de homem e de mundo. Como resultados, apresentamos a educação infantil na Rede Municipal de Ensino de Belém como espaço que perpetua concepções pedagógicas hegemônicas, a análise acerca da formação das professoras da educação infantil ratificou as hipóteses de que a formação inicial não tem dado suporte necessário para compreender as teorias que cercam a educação infantil, e que não existem orientações sólidas para o ensino da primeira etapa da educação básica, e existem problemas infraestruturais, e envolvendo a carreira dos professores que não permitem efetivar práticas pedagógicas concretas
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Imagens da escola: significado de representações sociais e alunos de escolas públicas
    (Universidade Estadual de Campinas, 1998-02-26) PIMENTEL, Maria Olinda Silva de Sousa; AROUCA, Lucila Schwantes; http://lattes.cnpq.br/6230989818722568
    Este trabalho tem a intenção de valorizar o discurso da criança e do adolescente na perspectiva de verificar a compreensão que têm de suas condições concretas de vida tendo como ponto de referência o cotidiano escolar. o seu processo caracteriza-se como um esforço de entendimento de significados de representações sociais de crianças e adolescentes de uma Escola Pública do Município de Campinas, valendo-se da decifração de desenhos e textos articulados ao conteúdo de entrevistas realizadas com participantes da pesquisa. Os significados das representações ficaram delineados tendo como balizamento a relação entre o vivido (Escola Real) e o almejado (Escola Ideal). A contextualização destes significados foi estabelecida tendo em vista a discussão da situação de cidadania desta população que se encontra atirada para o final da cadeia das relações de poder em nossa sociedade. A valorização do discurso da criança e do adolescente na qualidade de sujeitos políticos permitiu a identificação do conteúdo de crítica social de que são portadores desenhos, textos e entrevistas. A conclusão deste trabalho aponta para o fato de que as representações analisadas deram um peso relevante aos espaços de convivência informal da escola estabelecendo uma discussão destes com os símbolos de poder institucional, ficando o peso do significado pedagógico da instituição relativizado. Considero que nesta caracterização da escola está presente um conteúdo de crítica social que aponta para a necessidade de uma nova contratualidade
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A internalização de gênero feminino na criança a partir das canções cantadas na educação infantil
    (Universidade Federal do Pará, 2010-10-28) PINHEIRO, Suly Rose Pereira; ARAÚJO, Sônia Maria da Silva; http://lattes.cnpq.br/5826372225106245
    O presente estudo aborda a construção de gênero feminino na escola. Por meio da internalização de valores mediatizados por canções cantadas na educação infantil, buscamos compreender a construção de gênero feminino na criança. Objetivamos, especificamente, verificar a constituição de preconceitos, estereótipos e estigmas de gênero na formação do sujeito escolar - crianças em fase de Educação Infantil. As ferramentas teórico-metodológicas utilizadas vintulam-se à vertente marxista dos estudos culturais e às teorias sócio-histórico-interacionistas do sujeito. Tentamos responder às seguintes questões: Como são constituídos na escola os processos de desigualdade de gênero? De que forma os processos de internalizações constituem na criança, através da cultura produzida e reproduzida no interior da escola, preconceitos, estereótipos e estigmas de gênero? Os resultados - pautados nos referenciais teóricos explorados no estudo, em entrevistas semi-estruturadas com professoras da educação infantil, no cotejamento de canções cantadas em salas de aula - indicam que, apesar do sujeito superar ao longo de sua vida internalizações promovidas na infância por meio de produtos culturais que reproduzem preconceitos, estereótipos e estigmas, a escola não pode se eximir em fazer auto¬crítica acerca dos valores que produz na criança ao explorar os que seleciona para a formação de seu currículo. É preciso, portanto, operar um processo de regulação e controle social dos conteúdos mediatizados pelos produtos culturais explorados nos currículos escolares de creches e pré-escolas do país e fazer valer o espírito crítico quando do planejamento das atividades.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Os mecanismos de produção das identidades de gênero na educação infantil: práticas, discursos e eventos
    (Universidade Federal do Pará, 2018-12-20) DÁCIO, Ígora Irma Santos; RIBEIRO, Joyce Otânia Seixas
    O objeto desta dissertação é o conjunto de mecanismos que atuam na produção das identidades de gênero, que foi eleito pela necessidade de compreender quais as práticas, discursos e eventos são utilizados no processo de constituição das identidades de meninos e meninas nos primeiros anos escolares. O aporte teórico dialoga com autoras/es dos Estudos de Gênero, dentre elas: Scott (1995), Louro (1997, 2000, 2001) e Felipe (1995, 2007); autores/as que discutem Identidade e Representação, como: Silva (2000a), Hall (1997, 1999, 2016) e Woodward (2000); e autoras/es que debatem a Infância e a Educação Infantil: Ariès (2014), Oliveira (2010) e Bujes (2001, 2010). Em diálogo com o referencial teórico apresentado, utilizei como método a etnografia pós-moderna (Clifford, 1998), cuja norma é a observação participante, as conversações, a escritura e a tradução das informações produzidas. Os objetivos foram reescritos a fim de abarcar as novas informações produzidas dando outros rumos à pesquisa; são eles: identificar os significados de gênero na cidade e saber como são disseminados na escola Maria Santos; observar como a ausência do recreio afeta a constituição das identidades infantis, enfatizando suas resistências; explicar o processo de normalização das condutas de meninos e meninas por meio das práticas e discursos, bem como as negociações infantis; identificar os efeitos dos eventos escolares no processo de constituição das identidades de gênero na Educação Infantil, ressaltando as aceitações infantis. Como resultado, aponto que as identidades de gênero se constituem por meio de diferentes práticas escolares no espaço escolar, como os eventos e os discursos escolares. Entretanto, as crianças não são passivas nesse processo, pois elas participam ativamente quer negociando, quer resistindo às imposições que visam constituí-las como meninos e meninas, futuros homens e mulheres ―de verdade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O currículo para a educação infantil: uma leitura da proposta orientada por temas geradores no Projeto Escola Cabana
    (Universidade Federal do Pará, 2005-09-29) PENA, Maria Célia Sales; PIMENTEL, Maria Olinda Silva de Souza; http://lattes.cnpq.br/2595395565008637
    O trabalho que apresento trata da elaboração de uma pesquisa que tem como objeto a abordagem da Educação Infantil no Projeto Escola Cabana, desenvolvida no período de 1997 a 2004, em Belém do Pará, enfocando em sua lente principal a configuração do currículo por temas geradores. Para construir sobre o tema que exploro lanço mão de idéias que se organizam/gestam no campo das teorias críticas sobre educação e currículo, trazendo reflexões para a Educação Infantil. Estudar o currículo para a criança pequena se coloca como um desafio, pois a Educação Infantil se tornou o primeiro patamar (não obrigatório) da Educação Básica, sendo atualmente uma obrigação do Estado a sua oferta à população. Nesta situação é importante a discussão das propostas curriculares que se apresentam como expressões de propostas teóricas que objetivam oferecer uma educação integral e cidadã para as crianças de zero a seis anos. Entendendo a Escola Cabana com este perfil me propus a fazer uma pesquisa dirigida à compreensão desta proposta na sua dimensão de currículo para a infância, assumindo como percurso metodológico a análise nos documentos que faz referências específicas ao currículo, via temas geradores na Educação Infantil. Desse modo, problematizei como se configurou o currículo por temas geradores do Projeto Escola Cabana (PEC) para a Educação Infantil, a partir das bases teóricas adotadas e as implicações educacionais/curriculares no processo de formação da criança pequena como sujeito social e de direitos. As leituras realizadas apontaram-nos que a configuração do currículo para a EI no período de 1997 a 2004 foi um caminho teórico percorrido em três momentos, sugerindo as seguintes possibilidades: no primeiro momento é possível afirmar que a primeira configuração do currículo para a EI no PEC se organizou a partir de eixos de trabalho aproximando-se do modelo escolar, segmentando em áreas de conhecimentos, limitando e restringindo o brinquedo como eixo de trabalho, ao passo que negava as demais expressões da criança, sendo, portanto, ainda uma proposta excludente da cultura infantil. No segundo momento a proposta abandona a organização do currículo por eixos de trabalho e investe na adesão dos temas geradores, porém com poucas referências específicas para a EI. No terceiro momento a proposta investe na resignificação da Educação Infantil apresentando a configuração do currículo por tema gerador tomando a criança e o seu desenvolvimento como ponto de partida para o currículo. Portanto, a leitura que aponto com esses três momentos do PEC é de uma construção de um caminho curricular para Educação Infantil que inicialmente desconhecia e excluía as crianças das classes populares com suas infâncias e saberes, para depois convidá-las a participar da Educação Infantil como direito, cultura da criança e inclusão social.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Políticas nacionais de educação infantil: mobral, educação pré-escolar e a Revista Criança
    (Universidade Estadual de Campinas, 2006-08-04) CARVALHO, Ana Maria Orlandina Tancredi; FARIA, Ana Lúcia Goulart de; http://lattes.cnpq.br/4159105582085681
    Esta tese tem como objeto de estudo a Revista Criança. Analisa os números publicados entre 1982 e 1985 e analisa também os planos, programas, projetos, legislação, pareceres e documentos oficiais referentes ao período que antecedeu à sua publicação. Investiga nos artigos da revista, como é veiculado o pensamento político do MEC durante a ditadura militar. Esta pesquisa pesquisa problematizou o fato de essa publicação ter sido produzida pelo Mobral - Movimento Brasileiro de Alfabetização e a partir de entrevistas verificou a prioridade que foi dada à educação pré-escolar, quando o MEC lança em 1981 o Programa Nacional de Educação Pré-Escolar e incumbe o Mobral de atuar na pé-escola, na faixa etária de 4 a 6 anos com crianças de baixa renda. A pesquisa mostra que a revista criança inicia sua publicação em 1982, sendo o primeiro períodico deste país, de abrangência nacional para área da educação pré-escolar e que foi editado num momento histórico de embates, de contradições e de muita violência com furto de direitos ao mesmo tempo em que ao eleger este novo ator apresenta uma concepção ambígua de criança, de infância, trazendo artigos que discriminam as camadas populares e as professoras da área. Veicula uma concepção político-pedagógica que se assenta na ação voluntária, no esforço da comunidade, no baixo investimento público, na remuneração simbólica dos 'monitores', no aproveitamento de espaços ociosos e na sucata para o desenvolvimento da atividades com as crianças. Este doutorado pretende assim contribuir para a construção de uma pedagogia da educação infantil assim como para a formação docente nessa área.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Professoras da educação infantil de Belém do Pará: histórias de leitoras
    (Universidade Federal do Pará, 2009-03-25) GOMES, Elaine Ribeiro; ALVES, Laura Maria Silva Araújo; http://lattes.cnpq.br/6009592378453661
    O presente trabalho está vinculado à linha de pesquisa currículo e formação de professores e intencionou investigar as práticas de leitura das professoras da educação infantil da Rede Pública Municipal de Belém. A discussão sobre a leitura baseou-se, principalmente, em: Kleiman, Silva, Lerner, Barbosa, Zilberman, Freire e Lajolo que compreendem a leitura como uma atividade de construção de sentidos, em uma relação dinâmica entre texto e leitor, uma prática sócio-interacionista, sócio-cultural ou sócio-histórica. No âmbito das práticas de leitura, serviu de referência Roger Chartier que aborda as práticas de leitura como um processo de construção, desenvolvida por leitores autênticos em situações concretas, através de processos diversificados em relação ao ato de ler. Esta é uma pesquisa quanti-qualitativa, de cunho descritivo e interpretativo, que utilizou como instrumentos para a produção dos dados o questionário e as narrativas das professoras. As narrativas foram escolhidas como caminho teórico-metodológico de investigação, com base em autores como Walter Benjamin, Larrosa, Thompson, Bossi, Delgado, entre outros. O ambiente social desta investigação foram quatro Unidades de Educação Infantil do Município de Belém, que atendem crianças de 6 meses a 5 anos de idade em horário integral e parcial. Contou com a participação de vinte e sete professoras, na primeira fase e com dezenove professoras, na segunda fase. A análise foi estruturada de acordo com o contexto das práticas de leitura, o familiar, o escolar, o profissional e o contexto atual. Os resultados principais apontam que 59% das professoras tiveram o seu primeiro contato com a leitura em casa; 44% responsabiliza os pais por essa inserção; 37% afirma que a sua experiência de leitura na escola foi boa; 14% confirma que o livro didático é o suporte mais lido e utilizado; 16% lê com o propósito de preparar aulas; 74% gosta de ler; 40% pratica a leitura frequentemente; 40% se denomina boa leitora; 44,4% dedica menos de duas horas por dia à leitura e 81,5% realiza essa prática em casa. Portanto, as professoras mantêm uma relação com a leitura diferenciada e singular, utilizam-na para atender as suas necessidades pessoais e profissionais. As práticas de leitura das professoras se constituem em diferentes situações, em diversos contextos e maneiras de ler.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Representações de meio ambiente por crianças da educação infantil
    (Universidade Federal do Pará, 2009-06-17) FREITAS, Maria do Socorro Sousa de; SILVA, Maria de Fátima Vilhena da; http://lattes.cnpq.br/0996110060293347
    Este estudo teve por objetivo investigar as representações de crianças da Educação Infantil (EI) sobre o meio ambiente, em interface com a Educação Ambiental, como forma de entender as relações que a criança tem de si com o meio ambiente, tendo como foco principal as idéias e imagens que as crianças fazem do meio ambiente. A pesquisa postula uma abordagem qualitativa com ênfase à metodologia da teoria da representação social de Serge Moscovici (1978), Jodelet et al. (2001), associado ao trabalho de percepção ambiental, balizadas em Del Rio (1996); Tuan (1980, 1983). Para o processo de intervenção foram utilizadas estratégias de percepções, efetivadas através um passeio exploratório e interpretativo do espaço sala de aula, e do jogo das evocações, cujas ilustrações foram inspiradas nas tipologias de ambiente segundo Sauvé et al. (2000) e Sato (2004), evocadas sob a expressão indutora meio ambiente. Todas as atividades foram balizadas pelas expressões orais e pictóricas das crianças, dados esses analisados a partir do conteúdo gráfico e discursivo contidos nas construções sociais de meio ambiente, numa interpretação infantil. Os sujeitos da pesquisa foram 20 crianças de 6 anos de idade, alunos da educação infantil de uma escola pública, situada no bairro Montese, na cidade de Belém (PA). Nas análises dos dados tornou-se evidente o valor topofílico em relação aos ambientes, em especial, os do convívio escolar e familiar das crianças, expressos pela afetividade, elemento fundamental de formação da identidade pessoal e de inter-relações com o meio ambiente. De acordo com as evocações, os resultados mostraram que as crianças concebem o meio ambiente como problema na 1ª evocação, como biosfera na 2ª evocação, e por último, como natureza. Na estrutura representacional, o ambiente como problema mostrou ser o Núcleo Central das representações sociais que, confirmados pelos desenhos e falas infantis, indicam o poder de veiculação da mídia em torno de suas concepções, estes ancorados na necessidade de preservar (intervenção) o meio ambiente para garantir a vida no planeta.
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