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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aplicabilidade altimétrica no mapeamento fitogeográfico e uso da terra: contribuições ao planejamento territorial e à restauração ambiental
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03-13) SANTOS, Eduardo da Silva; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; http://lattes.cnpq.br/1372405563294070; SILVA, Christian Nunes da; http://lattes.cnpq.br/4284396736118279
    O presente estudo objetiva o aperfeiçoamento metodológico do mapeamento da cobertura vegetal, executado na escala de 1:250.000, quando se utiliza o referencial teórico da Classificação da Vegetação Brasileira Adaptada a um Sistema Universal, de autoria de Veloso, Rangel-Filho e Lima (1991). O estudo em tela foi realizado no mapeamento das unidades de mapeamento correspondentes às formações e subformações florestais da vegetação do IBGE. Nesse sentido, a proposição dessa pesquisa possibilitará, através de uma ferramenta de geotecnologia, retificar tais delineamentos. Partiu-se do mapeamento oficial (IBGE), posteriormente, sobrepôs- se ao mapa hipsométrico gerado neste trabalho. Como resultante desse processo, obteve-se um novo mapeamento da cobertura vegetal devidamente ajustado à classificação utilizada. Na aferição do mapeamento proposto, executou-se uma validação de campo, tendo-se como principal eixo a acurácia posicional dos delineamentos das formações e subformações florestais existentes na área objeto de estudo. A pesquisa foi realizada no Município de Paragominas, Estado do Pará, com área total de 19.342.254 km 2 . Os resultados alcançados evidenciaram fortemente a necessidade de inclusão desse dispositivo no processo metodológico, haja vista que profundas alterações na espacialização desses delineamentos (formações e subformações florestais), foram realizadas e retificadas, tanto no aspecto qualitativo e/ou quantitativo, os quais são observados no mapa comparativo entre o dado oficial e o dado proposto: Mapa Oficial Db 43%, no Mapa Proposto passou à 52,95%; Na Ds Mapa Oficial 54,98%, no Mapa Proposto passou à 45,68%.A análise do passivo ambiental foi realizada na base de dados do SICAR disponíveis em Nov/2018, correspondendo 93,4% de Imóveis cadastrados, apresentando o seguinte quadro: 85,15 % das Reserva Legais encontram-se com níveis de antropização na faixa de < de 40; ou seja, baixa antropização; 8,95% das RL(s) encontram-se na faixa de > de 60, ou seja, alta antropização; e 5,9% das RL(s), encontram-se na faixa de 40 – 60, ou seja, média antropização. Dessa forma, o produto final vai ao encontro de um instrumento mais eficaz e que, de certa forma, pode ser mais bem utilizado nas ações do planejamento territorial.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartografia da dinâmica urbana de uso e ocupação do solo no município de Breu Branco-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-25) SILVA, Wagner Luiz Gonçalves da; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    Breu Branco é um município do estado do Pará, localizado na microrregião de Tucuruí. O município foi emancipado em 1991, porém sua organização espacial ocorreu bem antes, quando do inicio das obras da hidroelétrica, para atender a demanda por moradia dos deslocados compulsoriamente em função do aumento da cota alagável do rio Tocantins. O município experimentou um crescimento populacional acelerado. A configuração espacial inicial da cidade se deu na porção sul, entre a rodovia PA-263 e o rio Tocantins. Posteriormente, com a saturação urbana, o crescimento buscou o outro lado da rodovia PA-263 o que atualmente é a porção norte da sede do município. Esse processo de expansão gerou ocupações urbanas que atualmente são bairros como: Santa Catarina, Conquista e Liberdade, recentemente, novos núcleos urbanos vêm surgindo. O crescimento urbano de Breu Branco é horizontal e se propaga em dois eixos de expansão. O plano diretor municipal é o documento que deve conter estratégias de zoneamento ambiental e de zonas de interesse social que subsidiem o poder publico quanto à regulação do crescimento urbano e a proteção ambiental. A atração populacional, o preço da terra e a topografia da área urbana, são fatores que aceleraram o crescimento da cidade. Nesse trabalho, utilizamos técnicas cartográficas e de sensoriamento remoto, para a construção de mapas, entre (1996-2006) e (2006-2016), na busca de compreender as transformações urbanas de Breu Branco.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dinâmicas territoriais de comunidades rurais extrativistas amazônicas
    (Universidade Federal do Pará, 2014) PÓLEN, Ricardo Reis; NAHUM, João Santos; http://lattes.cnpq.br/9009465125001273
    O presente trabalho realiza uma análise de duas comunidades rurais extrativistas do município de Abaetetuba, na região do Baixo Tocantins, a partir de suas estratégias de produção, que têm sua base econômica voltada principalmente para o extrativismo do açaí, onde a comunidade Campompema possui vínculos com cooperativismo e a comunidade do Capim tem sua produção marcada por estratégias individualistas de produção e comercialização. Para tal feito trabalhamos a caracterização do camponês típico da região amazônica, que é o ribeirinho, e suas estratégias de produção e reprodução social e de sua territorialidade. O objetivo desta análise foi comprovar que estratégias de ação coletivas, principalmente o cooperativismo, é um elemento que pode ser trabalhado com no intuito de garantir melhores condições de vida para os ribeirinhos e mercados para seus produtos regionais, principalmente o açaí, que nas últimas décadas tornou-se produto de elevado valor comercial nos mercados interno e externo, sem perder o vínculo com a terra e fortalecendo sua territorialidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Economia global e vivência local na Amazônia: mineração e campesinato em São Pedro, município de Juruti - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2013) CASTRO, Isabela Andrade de; NAHUM, João Santos; http://lattes.cnpq.br/9009465125001273
    Nesta dissertação apresentamos uma pesquisa sobre as interferências sofridas pela comunidade São Pedro, em Juruti, oeste do estado do Pará, desde o início da instalação da atividade mineral no município. No início do século XXI, a instalação do projeto Juruti, pela ALCOA, desencadeou uma série de transformações locais e regionais que associaram o lugar a economia global da mineração. Nossa análise enfoca o espaço rural, sobretudo os processos vivenciados pela comunidade São Pedro, que recebeu, desde o processo de licenciamento da mineração, projetos voltados para o desenvolvimento rural, como por exemplo o projeto Pajiroba, o projeto de criação de galinhas financiado pelo FUNBIO e o projeto agroextrativista da EMATER. Destacamos a forma de implantação destes projetos para analisar como são concebidas as políticas de desenvolvimento para o meio rural no Brasil, que sempre entende o campesinato como sinônimo de atraso, vivendo num espaço a ser desenvolvido por meio de investimentos em projetos agrícolas. Estratégia esta que, segundo nossa pesquisa, desconsidera a especificidade do campesinato na Amazônia, tendendo por isso a limitações que vão além da atividade agrícola, pois confrontam um complexo modo de vida que se tem diversificado para continuar a existir.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Habitus, governanças institucionais e trajetórias tecnológicas: uma análise sociológica do espaço, o caso da expansão do óleo de palma (dendê) no Vale do Acará, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2017-07-04) MONTEIRO, Marcílio de Abreu; COSTA, Francisco de Assis; http://lattes.cnpq.br/1820238947667908
    O espaço alterado é compreendido pelas práticas sociais e pelas experiências vividas, conformadas no habitus, na técnica e nas instituições. A organização do espaço resulta de uma continuada e repetida combinação de ações e objetos, de acordo com representações, materiais e simbólicas, que interagem dentro de relações sociais, como vínculos subjetivos que se objetivam na conexão entre um recorte geográfico e as conformações sociais. A dinâmica das trajetórias tecnológicas, como elemento mais visível destas alterações, é a ferramenta analítica para indicar os movimentos advindos da ação e reação da estrutura estruturante diante de uma estrutura estruturada. A partir da construção destes elementos teórico-metodológicos, busca-se compreender o fenômeno do avanço do dendê na Amazônia pela referência das alterações decorrentes deste fato social, através de sua objetivação espacial. Tendo como estudo de caso as alterações ocorridas no Vale do Acará, Pará, como espaço-lugar, um espaço social e geográfico objetivado.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As influências socioeconômicas e ambientais da cadeia produtiva do dendê no desenvolvimento local do baixo Tocantins
    (Universidade Federal do Pará, 2016-04-08) FERREIRA, Vanilda Araújo; SANTANA, Antônio Cordeiro de; http://lattes.cnpq.br/2532279040491194
    Este estudo investiga as influências sociais, econômicas e ambientais do “agronegócio do dendê” sobre a dinâmica do desenvolvimento local no Baixo Tocantins. Pela natureza estratégica da investigação, o método de pesquisa utilizado foi do tipo quali-quantitativo, a partir da percepção dos atores locais integrados à cadeia produtiva. Realizou-se entrevistas e coleta de dados secundários, com vistas a identificar, analisar e interpretar os fatores que representam os impactos e externalidades socioambientais que estão configurando a qualidade de vida das pessoas. Os resultados demonstraram que a introdução da cadeia produtiva do dendê no Baixo Tocantins, com características de monocultura, está produzindo uma gama de efeitos socioeconômicos e ambientais negativos, na forma de integração vertical da produção. O agricultor familiar tornou-se uma espécie de “funcionário terceirizado” da empresa, por meio de uma relação contratual na qual a ausência de mecanismos decisórios participativos evidencia que a estrutura de poder e as forças que determinam a governança da cadeia produtiva de dendê são controladas de forma unilateral pela empresa Agropalma. Esse processo é sustentado pela fragilidade da organização social desses trabalhadores nas comunidades pesquisadas, o que reflete o baixo nível conscientização dos agricultores sobre a importância da organização social como ferramenta para o empoderamento desses sujeitos sociais. Este ambiente não permite que as comunidades locais acumulem capital suficiente, tampouco desfrutem de boa qualidade de vida, com garantia de liberdades substantivas e condições ambientais adequadas que possam induzir, endogenamente, uma trajetória dinâmica de desenvolvimento local. Espera-se, através desta pesquisa, contribuir para aprofundar a discussão sobre a implementação de políticas públicas no meio rural, sobretudo às relacionadas à expansão da dendeicultura, como uma das possibilidades de recuperar áreas desflorestadas e promover o desenvolvimento regional, com base na integração entre agroindústria e pequeno agricultor familiar no estado do Pará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Modo de vida ribeirinho e conhecimento tradicional: uma análise das ações do PAE Nossa Senhora do Livramento na ilha Tabatinga para fins de desenvolvimento local Abaetetuba-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-27) SALGADO, Mayany Soares; LOPES, Luís Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173; MORAES, Sérgio Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/4568311568729454
    A pesquisa teve como objetivo investigar a influência das ações efetivadas através do Projeto de Assentamento Agroextrativista no desenvolvimento local da ilha Tabatinga, localizada no município de Abaetetuba-PA. Para análise destas ações foram utilizados indicadores que possibilitaram verificar o nível de desenvolvimento local na comunidade a partir da implantação deste tipo de projeto. Ressaltou-se como elemento de análise os conhecimentos tradicionais presente na ilha Tabatinga, vinculado à pesca artesanal. Foi feita a caracterização do Projeto de Assentamento Agroextrativista, bem como a realização de uma análise da realidade da ilha Tabatinga, no que diz respeito ao modo de vida ribeirinho e por fim a realização da análise dos indicadores de desenvolvimento local a partir da implantação do PAE. No que diz respeito à metodologia o estudo teve um direcionamento qualitativo e quantitativo além de se ter utilizado a técnica de entrevista semiestruturada e da pesquisa participante. Os sujeitos da pesquisa foram os membros da ASPANLI (Associação PAE Nossa Senhora do Livramento), além dos assentados/pescadores, atuantes na realidade investigada. Os dados qualitativos foram analisados através da técnica de análise do discurso. Utilizando o método de análise temática, e, para que esses encaminhamentos fossem possíveis, fez-se necessário, primeiramente, a transcrição integral das entrevistas realizadas em campo e, por fim, os agrupamentos de dados de acordo com as categorias. Nesse cerne, os dados levantados com base nas análises de materiais coletados constataram que as ações relativas às atividades do PAE têm influenciado, parcialmente, no desenvolvimento local da ilha Tabatinga. A partir das análises conclusivas, apresentamos algumas sugestões que visam contribuir com a organização social dos moradores, sugerindo, dentre outras coisas, a criação de uma cooperativa de pescadores.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Reprodução camponesa em área de assentamento na Amazônia: um estudo no Assentamento João Batista II, Castanhal - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2013) GUILHERME JÚNIOR, José Antônio; NAHUM, João Santos; http://lattes.cnpq.br/9009465125001273
    Nossa pesquisa enfoca a reprodução camponesa em área de assentamento rural na Amazônia. Como estudo de caso elegeu-se o Assentamento João Batista II, localizado no município de Castanhal, estado do Pará, sendo este o mais antigo organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, na mesorregião do nordeste paraense. O objetivo geral da pesquisa é analisar a reprodução camponesa na Amazônia, entendendo que este processo se dá na construção do território. Para melhor estruturar nossa investigação, foram escolhidas as variáveis: atividades produtivas e organização social, compreendendo-as como parte de ações que compõem a reprodução dos camponeses. Aspectos como: endividamento, pobreza natural do solo, dificuldades de comercialização e disputas políticas no interior do assentamento, têm se constituindo como fatores que limitam a reprodução sócioespacial dos camponeses no Assentamento João Batista II.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Territorialização e organização espacial do Grupo AGROPALMA
    (Universidade Federal do Pará, 2006-09-27) CRUZ, Benedito Ely Valente da; ROCHA, Gilberto de Miranda; http://lattes.cnpq.br/2436176783315749
    Objetiva o estudo da territorialização e organização espacial do Grupo AGROPALMA no Estado do Pará, cuja origem está relacionada aos grandes projetos agropecuários e agroindustriais implantados na Amazônia a partir da década de 1960. Para isso o papel do Estado foi de fundamental importância, pois através de suas políticas públicas estimulou o capital a investir na região. Além do que o Estado, como um dos principais agentes de produção do espaço, investiu na construção de infra-estruturas territoriais que deram suporte à expansão e à diversificação do capital na Amazônia. É dentro desse contexto político e econômico que surge o Grupo AGROPALMA. O marco inicial de sua territorialização no Pará foi a implantação da CRAI, dentro do modelo de desenvolvimento rural vigente desde a década de 1970, os complexos agroindustriais. Este modelo de desenvolvimento teve forte participação do Estado que através de suas políticas fiscais, de crédito e cambiais estimulou a implantação de seguimentos produtivos a montante e a jusante do setor agrícola, o que possibilitou a implantação de diversos complexos agroindustriais por todo o Brasil, como foi o caso do complexo agroindustrial do dendê na Amazônia. Implantada como um complexo agroindustrial, a empresa se expandiu ganhando a dimensão de uma corporação, multilocalizada e multifuncional. Sua dimensão espacial abrange os estados de São Paulo e Pará. No Pará sua dimensão espacial envolve vários municípios (Moju, Tailândia, Acará e Belém) tomando a gestão de seu território estratégica dentro do Grupo. Para isso, a empresa para assegurar sua reprodução ampliada em área de fronteira estabelece uma série de práticas socioespaciais. A análise dessas práticas socioespaciais nos remete ao entendimento da relação espaço-poder, ou seja, como esta gesta o seu território mediante a implantação de fixos e fluxos que potencializam sua reprodução É a partir da identificação de suas práticas socioespaciais que se evidencia como o seu poder se manifesta no espaço. Portanto, a empresa ao gestar seu território impõe regras que são seguidas por aqueles que estão sob seu controle. Nesse sentido, ao identificar as táticas e as estratégias territoriais do Grupo AGROPALMA na sua área de influência, estamos revelando como esta vem fazendo para expandir sua área de produção e a reprodução do seu capital.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso do território e gênero de vida na Amazônia: reprodução camponesa e agronegócio no planalto santareno
    (Universidade Federal do Pará, 2012) PAIXÃO JÚNIOR, Paulo Roberto Carneiro da; NAHUM, João Santos; http://lattes.cnpq.br/9009465125001273
    Abordamos neste trabalho as transformações na reprodução do campesinato do Planalto Santareno em decorrência do avanço do agronegócio da soja nesta região. Utilizamos como exemplos duas localidades camponesas que foram profundamente alteradas por este evento iniciado em fins do século XX: as localidades de Tracuá (pertencente ao município de Santarém/PA) e de Jenipapo (pertencente ao município de Belterra/PA). Para atingir tal propósito, fizemos a reconstituição da situação geográfica dessas localidades quando ainda não haviam se deparado com o agronegócio. Quando os sojicultores provenientes do Centro-Sul do país chegaram, seduzidos pelas abundantes e baratas terras antropizadas da região, passaram a adquirir os terrenos dessas localidades com bastante facilidade e velocidade, pois pertenciam a camponeses que se encontravam em condições precárias de existência, desejosos de melhores dias, que, porventura, poderiam alcançar com aquele (pouco) dinheiro oferecido. A partir desse encontro, portanto, apreendemos as mutações no gênero de vida desses camponeses, nos deparando, por outro lado, com o desencontro desses opostos sociais. Com as profundas transformações no uso do território nestas localidades, está posta a tendência de seus desaparecimentos - e, ao mesmo tempo, em outra escala, a recriação desse campônio regional.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso do território, experiências inovadoras e sustentabilidade: um estudo em unidades de produção familiares de agricultores/as na área de abrangência do Programa PROAMBIENTE, Nordeste Paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2006-04-12) OLIVEIRA, José Sebastião Romano de; KATO, Osvaldo Ryohei; http://lattes.cnpq.br/4241891652832872
    Este estudo avaliou a sustentabilidade das experiências inovadoras baseadas em indicadores e critérios fundamentados em teorias científicas pela percepção de agricultores/as dos municípios de Irituia, São Domingos do Capim, Concórdia do Pará e Mãe do Rio na área de abrangência do Pólo Rio Capim do programa PROAMBIENTE. Objetivou-se compreender o cotidiano desses atores sociais no uso do território por meio de práticas de mínimo impacto ambiental e os motivos que os levaram a estender os tradicionais sitos ou quintais para outras parcelas das Unidades de Produção Familiares (UPFs), transformando-as em Sistemas Agroflorestais (SAFs). A metodologia adotada compreendeu na construção de um formulário, a coleta de dados empíricos e convívio direto em 78 UPFs o que permitiu a identificação de constructo de variabilidade pela Análise Fatorial, estabelecendo quatro fatores: produção e comercialização; prática de produção; intervenção e questão de gênero. O primeiro fator foi utilizado como critério para a seleção e retorno em 18 UPFs definidas para aplicar o questionário e o formulário de notas avaliativas referentes aos indicadores econômicos, social, cultural e ecológico-ambiental. A avaliação da sustentabilidade foi feita por meio da consolidação destes indicadores utilizando o método agroecológico da “Ameba” e o mapeamento da mesma pelo método de interpolação do “vizinho mais próximo” na área de estudo. Como resultados aos indicadores cultural e ecológico/ambiental, apresentaram-se em melhores condições em termos de sustentabilidade com a conceituação de bom para excelente, enquanto que Inversamente foi a situação demonstrada pelos indicadores social e econômico, dos quais os resultados avaliados estão no limiar do que se pode deduzir como sustentável com desempenho de fraco para suficiente.
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